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Considerando as consoantes do Português, classificadas quanto ao modo e ao lugar de articulação (Gladis
Massini-Cagliari e Luiz Carlos Cagliari, “Fonética”, em
Mussalim & Bentes [orgs.], 2005), se um estudante grafa
“cato” (no lugar de “gato”) e “pala” (no lugar de “bala”),
está alterando o vozeamento de consoantes
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Essa estrutura se caracteriza pela marcação temporal
cronológica e pela causalidade. Causa e tempo estão
ligados, pois muitas ações são contingentes de outras
ações prévias. Outra característica é o destaque dado
aos agentes das ações, materializado na introdução de
personagens. Em relação aos componentes, essa estrutura em sua forma padrão ou canônica teria pelo menos
as seguintes partes essenciais: cenário ou orientação
onde são apresentados os personagens, o lugar onde
acontecem os fatos; complicação, que é o início da trama
propriamente dita, e resolução, o desenrolar da trama até
seu fim.
(Kleiman, 1993)
De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (em Schneuwly e Dolz, 2004), a estrutura descrita por Kleiman materializa-se nos gêneros
(Kleiman, 1993)
De acordo com Dolz, Noverraz e Schneuwly (em Schneuwly e Dolz, 2004), a estrutura descrita por Kleiman materializa-se nos gêneros
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Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas
que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização
da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana, o que não contradiz a
unidade nacional de uma língua. A utilização da língua
efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou
doutra esfera da atividade humana. O enunciado reflete
as condições específicas e as finalidades de cada uma
dessas esferas, não só por seu conteúdo (temático) e por
seu estilo verbal, ou seja, pela seleção operada nos recursos da língua — recursos lexicais, fraseológicos e gramaticais —, mas também, e sobretudo, por sua construção
composicional. Estes três elementos (conteúdo temático,
estilo e construção composicional) fundem-se indissoluvelmente no todo do enunciado, e todos eles são marcados pela especificidade de uma esfera de comunicação.
(Bakhtin, 1992)
Muitas propostas atuais de ensino valem-se dos conceitos de Bakhtin, que concebe a língua como
(Bakhtin, 1992)
Muitas propostas atuais de ensino valem-se dos conceitos de Bakhtin, que concebe a língua como
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos
os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo
abrasileirou-se. A sua casa perdeu aquele ar sombrio e concentrado que a entristecia; já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem, para dar dois dedos de palestra nas
horas de descanso, e aos domingos reunia-se gente para o
jantar. A revolução afinal foi completa: a aguardente de cana
substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a
carne-seca e o feijão-preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro
invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos
quitutes baianos, pela muqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a
couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de
fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com
o seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no
cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos.
(Aluísio Azevedo, O Cortiço)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos
os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo
abrasileirou-se. A sua casa perdeu aquele ar sombrio e concentrado que a entristecia; já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem, para dar dois dedos de palestra nas
horas de descanso, e aos domingos reunia-se gente para o
jantar. A revolução afinal foi completa: a aguardente de cana
substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a
carne-seca e o feijão-preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro
invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos
quitutes baianos, pela muqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a
couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de
fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com
o seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no
cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos.
(Aluísio Azevedo, O Cortiço)
• E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos os seus hábitos singelos de aldeão português...
• ... já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem...
• ... e, desde que o café encheu a casa com o seu aroma quente...
Com base no conhecimento prévio e no conhecimento linguístico (Koch e Elias, 2011), em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos
os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo
abrasileirou-se. A sua casa perdeu aquele ar sombrio e concentrado que a entristecia; já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem, para dar dois dedos de palestra nas
horas de descanso, e aos domingos reunia-se gente para o
jantar. A revolução afinal foi completa: a aguardente de cana
substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a
carne-seca e o feijão-preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro
invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos
quitutes baianos, pela muqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a
couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de
fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com
o seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no
cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos.
(Aluísio Azevedo, O Cortiço)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos
os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo
abrasileirou-se. A sua casa perdeu aquele ar sombrio e concentrado que a entristecia; já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem, para dar dois dedos de palestra nas
horas de descanso, e aos domingos reunia-se gente para o
jantar. A revolução afinal foi completa: a aguardente de cana
substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a
carne-seca e o feijão-preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro
invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos
quitutes baianos, pela muqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a
couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de
fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com
o seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no
cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos.
(Aluísio Azevedo, O Cortiço)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
E assim, pouco a pouco, se foram reformando todos
os seus hábitos singelos de aldeão português: e Jerônimo
abrasileirou-se. A sua casa perdeu aquele ar sombrio e concentrado que a entristecia; já apareciam por lá alguns companheiros de estalagem, para dar dois dedos de palestra nas
horas de descanso, e aos domingos reunia-se gente para o
jantar. A revolução afinal foi completa: a aguardente de cana
substituiu o vinho; a farinha de mandioca sucedeu à broa; a
carne-seca e o feijão-preto ao bacalhau com batatas e cebolas cozidas; a pimenta-malagueta e a pimenta-de-cheiro
invadiram vitoriosamente a sua mesa; o caldo verde, a açorda e o caldo de unto foram repelidos pelos ruivos e gostosos
quitutes baianos, pela muqueca, pelo vatapá e pelo caruru; a
couve à mineira destronou a couve à portuguesa; o pirão de
fubá ao pão de rala, e, desde que o café encheu a casa com
o seu aroma quente, Jerônimo principiou a achar graça no
cheiro do fumo e não tardou a fumar também com os amigos.
(Aluísio Azevedo, O Cortiço)
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No modelo da Gramática Funcional, reconhece-se que o
uso comunicativo da língua envolve funções humanas de
níveis mais elevados do que a função linguística.
(Erotilde Goreti Pezatti, “O Funcionalismo em Linguística”. Em: Mussalim & Bentes [orgs.], 2005. Adaptado).
De acordo com o texto, quando o usuário de língua natural “é capaz de construir, manter e explorar uma base de conhecimento organizado, ele pode derivar conhecimento a partir de expressões linguísticas, armazenar esse conhecimento de forma apropriada, recuperá-lo e utilizá-lo na interpretação de expressões linguísticas posteriores”.
Nesse caso, a capacidade humana descrita é a
(Erotilde Goreti Pezatti, “O Funcionalismo em Linguística”. Em: Mussalim & Bentes [orgs.], 2005. Adaptado).
De acordo com o texto, quando o usuário de língua natural “é capaz de construir, manter e explorar uma base de conhecimento organizado, ele pode derivar conhecimento a partir de expressões linguísticas, armazenar esse conhecimento de forma apropriada, recuperá-lo e utilizá-lo na interpretação de expressões linguísticas posteriores”.
Nesse caso, a capacidade humana descrita é a
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor, novo obstáculo à educação
A onda de calor que fez os termômetros ultrapassarem
40 ºC em diversas regiões do País há alguns dias escancarou uma realidade de cuja importância poucos se deram conta
até aqui: o despreparo das escolas públicas para enfrentar as
altas temperaturas. O fato de muitas escolas padecerem de
estrutura ruim já seria problemático em tempos normais, mas
se torna mais dramático diante do novo normal decorrente das
mudanças no clima. Instalações com pouca circulação de ar,
sem ar-condicionado e com rede elétrica precária, salas superlotadas, ventiladores quebrados, quadras poliesportivas
sem cobertura e falta d’água são incompatíveis com o calor
excessivo do presente e do futuro. Como escreveu a jornalista
Renata Cafardo neste jornal, “o aquecimento global já impacta
a educação hoje e agora” e “não há mais como enfrentar a
crise de aprendizagem no País ignorando a crise climática”.
Não mesmo. Recentemente, no Rio Grande do Sul, a Justiça impediu a volta às aulas porque as temperaturas chegariam a 43 ºC, num Estado que já precisou fechar as portas de
suas escolas em razão das enchentes do ano passado. No
Rio de Janeiro, alunos, professores e funcionários de escolas
públicas fizeram protestos contra as más condições. Com 200
entre 1.234 unidades de ensino no Estado sem climatização,
o governo fluminense autorizou escolas a reduzir à metade
a carga horária presencial durante a onda de calor. Relatos
de crianças passando mal e se ausentando das aulas foram
vistos e ouvidos em diferentes regiões, inclusive na capital
paulista e em cidades do litoral norte do Estado.
Uma pesquisa do Instituto Alana e do MapBiomas mostra
que seis em cada dez escolas brasileiras estão localizadas em
ilhas de calor. Em um terço das capitais, pelo menos metade
das escolas – públicas ou particulares – ficam em locais que
apresentam desvios de temperatura considerados altos, pois
registram pelo menos 3,5 ºC a mais de temperatura de superfície em seu território do que a média urbana. Isso afeta a vida e
a aprendizagem de cerca de 2,5 milhões de crianças e adolescentes. A falta de vegetação e a urbanização desenfreada são
fatores que contribuem para essa situação: 78% das escolas
mais quentes não têm área verde no lote ou têm menos de
20% de cobertura vegetal.
São números e relatos que emitem um grito de alerta em
escala nacional. Estudos demonstram que o calor extremo
compromete a saúde e a capacidade cognitiva dos alunos,
afeta o desenvolvimento do corpo e do cérebro de crianças
e prejudica a aprendizagem pelo impacto sobre o raciocínio e
a memória. Com efeito, trata-se menos de colocar o dedo em
riste para o que não se fez até aqui e mais de direcionar esforços para responder às exigências do novo clima. Em áreas
como a cidade de São Paulo, por exemplo, conforto térmico
nunca pareceu ser exatamente um problema a resolver. Eram
outros tempos.
Há uma urgência em curso e ela passa por uma solução
que, mesmo não sendo a ideal, é a possível num estado de
emergência: a instalação de equipamentos de ar-condicionado. A essa tarefa estão convocados, desde já, o governo federal, governos estaduais e prefeituras. O custo social, nesse
caso, será inquestionavelmente maior que o custo financeiro
dessa adaptação. Ou mais uma vez condenaremos estudantes a ficar sem aulas presenciais e retroceder numa aprendizagem já deficiente.
(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 27.02.2025. Adaptado)
• Instalações com pouca circulação de ar, sem ar -condicionado e com rede elétrica precária, salas superlotadas, ventiladores quebrados, quadras poliesportivas sem cobertura e falta d’água são incompatíveis com o calor excessivo do presente e do futuro. (1° parágrafo)
• Como escreveu a jornalista Renata Cafardo neste jornal, “o aquecimento global já impacta a educação hoje e agora” e “não há mais como enfrentar a crise de aprendizagem no País ignorando a crise climática”. (1° parágrafo)
Com relação à organização das informações no texto, é correto afirmar que o primeiro trecho é predominantemente
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