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Desde os primórdios de sua existência, o Brasil tem sido
tanto uma ideia quanto um lugar. Significou coisas diferentes para pessoas diferentes e o próprio termo tem sido
redefinido e reinterpretado para refletir as diferenças e
discrepâncias entre pessoas de variadas extrações e posições sociais.
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
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Não se retrocederá aqui, portanto, à discussão de “um”
Descobrimento, apenas. A História do Brasil propriamente, na minha perspectiva, somente se afirmaria no período
da independência, quando se esboça uma historiografia
“brasileira”, delineando-se então, com maior nitidez, os
embates em busca de um projeto para a futura nação. No
período em que se processou a colonização portuguesa,
diversas ideias de Brasil são procuradas ou revisitadas
pelos autores destes estudos. Mas não trabalhamos, vale
grifar, com a equivocada “História do Brasil Colonial”, que
aliás não existe.
(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
(Carlos Guilherme Mota, Introdução. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
A assertiva de Carlos Guilherme Mota demonstra
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Sobretudo a partir do século XIX, a perspectiva que passava a predominar prognosticava o desaparecimento total dos povos indígenas. A tese da extinção, sustentada
por sucessivas correntes do pensamento social brasileiro e reforçada, mais tarde, pelas teorias que orientavam
a antropologia no país, encontrava na história uma sólida base de apoio. Assim, para von Martius, as sociedades americanas, enquanto frutos de uma decadência ou
degenerescência histórica, traziam “já visível o gérmen
do desaparecimento rápido”.
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
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Este pensador partilhava da preocupação de contribuir
para uma compreensão histórica mais aprofundada das
causas do vigoroso conservadorismo que tem caracterizado o exercício de poder ao longo das mudanças que
têm ocorrido na nossa sociedade.
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
Em obra publicada em 1958, defendia a tese de que um regime patrimonialista desenvolvido em Portugal fora trazido para o lado de cá do Atlântico e vinha se adaptando eficaz e perversamente a todas as novas situações.
(Leandro Konder, História dos intelectuais nos anos 50. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
O trecho traz características da obra de
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Emília Viotti da Costa propunha-se a revisionar a historiografia tradicionalista que não supera a versão oferecida
pelos testemunhos dos vencedores e dos vencidos acerca do processo de proclamação da República.
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
(Maria de Lourdes Mônaco Janotti, O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, 1998. Adaptado)
Para Emília Viotti da Costa, o movimento de 1889
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Isso aprendi lendo Os reis taumaturgos, de Marc Bloch.
De um lado, ele tratava de desvelar a conspiração e mostrar que por trás do ritual dos reis, que pretendiam curar
a escrófula com seus toques, havia uma estratégia política; mas, de outro, Bloch também procurava entender por
que todas aquelas pessoas (mendigos, mulheres etc.)
faziam a peregrinação a fim de serem curadas pelos reis.
(Carlo Ginzburg. Em: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
Inspirado em Marc Bloch, o historiador Carlo Ginzburg, no fragmento, aborda
(Carlo Ginzburg. Em: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
Inspirado em Marc Bloch, o historiador Carlo Ginzburg, no fragmento, aborda
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Na obra As cidades da Idade Média, de 1927, o historiador Henri Pirenne defendeu a tese do declínio acentuado
da vida urbana na Europa Ocidental no decurso do século IX, como consequência das invasões germânicas, sarracenas e normandas. A quase extinção das transações
comerciais afetou duramente as cidades, tornando-se
meras fortalezas, muitas vezes dominadas pelo poder religioso. Com o fim das invasões e do domínio muçulmano
do Mediterrâneo, tornou-se possível a existência de rotas
comerciais ligando o último ao interior da Europa. As cidades medievais surgiram ao longo dos caminhos que
uniam Veneza e Gênova aos portos do Báltico.
(Ronald Raminelli. História urbana. Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, 1997. Adaptado)
De acordo com o autor, a argumentação de Henri Pirenne tende a relacionar
(Ronald Raminelli. História urbana. Em: Ciro Flamarion Cardoso e Ronaldo Vainfas (orgs.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, 1997. Adaptado)
De acordo com o autor, a argumentação de Henri Pirenne tende a relacionar
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O império austríaco jamais conseguiu alcançar a transmutação que fizera do império alemão um Estado capitalista. Quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial, ainda
não havia controle parlamentar do governo imperial, nem
primeiro-ministro, nem um sistema eleitoral uniforme.
O império austríaco era a negação declarada do Estado nacional burguês: representava a antítese de um
dos símbolos essenciais da ordem política capitalista
na Europa.
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 1998. Adaptado)
De acordo com Perry Anderson, a eclosão da Primeira Guerra Mundial conduziu a trajetória do absolutismo austríaco
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As visitas aos museus merecem atenção, para que possam constituir uma situação pedagógica privilegiada
com o trabalho de análise da cultura material, em vista
da compreensão da linguagem plástica. Mesas, vasos
de cerâmica, vidro ou metal, roupas, tapetes, cadeiras,
automóveis ou locomotivas, armas e moedas podem ser
muito mais do que simples objetos da vida cotidiana.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Para Bittencourt, a visita ao museu deve transformar esses mesmos objetos em
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Para Bittencourt, a visita ao museu deve transformar esses mesmos objetos em
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Com base na proposta metodológica dos especialistas
da área, podemos repensar um método de ensino adequado sobre o uso de filmes na escola. Fica evidente que
não existe um modelo simplificado para introduzir os alunos na análise crítica da imagem cinematográfica, mas
pode-se destacar a impossibilidade de deter-se apenas
na análise do conteúdo do filme. É preciso ir além.
A análise pode seguir os procedimentos metodológicos
propostos pelos especialistas.
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Tais procedimentos metodológicos apontam para a
(Circe Maria Fernandes Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos, 2008. Adaptado)
Tais procedimentos metodológicos apontam para a
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