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De acordo com Moran (2019), são regras básicas para a sala de aula invertida:
I. As atividades em sala de aula envolverem uma quantidade significativa de questionamentos, resolução de problemas e de outras atividades de aprendizagem ativa, obrigando o aluno a recuperar, aplicar e ampliar o material aprendido online.
II. Os alunos receberem feedback imediatamente após a realização das atividades presenciais.
III. Tanto o material a ser utilizado online quanto os ambientes de aprendizagem em sala de aula serem altamente estruturados e planejados.
IV. Os alunos serem incentivados a participar das atividades online e das presenciais, sendo que elas não devem valer nota, nem ser consideradas na avaliação formal do aluno.
Quais estão corretas?
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Gandin (2014) estrutura um plano em três grandes partes. Quais partes são essas?
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Sobre a aprendizagem baseada em projetos, Moran (2019) afirma que:
I. É um método de ensino em que os alunos adquirem conhecimentos e habilidades trabalhando por um longo período para investigar e responder uma questão, um problema ou um desafio autêntico, envolvente e complexo.
II. Os alunos envolvem-se com tarefas e desafios para resolver um problema ou desenvolver um projeto que tenha ligação com sua vida fora da sala de aula.
III. Por meio dos projetos, são trabalhadas as habilidades dos alunos de pensamento crítico, criativo e a percepção de que existem várias maneiras de realizar uma tarefa, tidas como competências necessárias para o século XXI.
Quais estão corretas?
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Entre os grandes desafios das escolas hoje, está o de fazer a:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Três Passos-RS
Quanto à organização da educação no Brasil, a Constituição Federal de 1988 determina que a educação básica pública deverá atender prioritariamente:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem ... ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial ... continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada ... um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas no texto.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Tendo em vista a seguinte frase adaptada do texto “A educação inclusiva exerce um papel fundamental no ambiente escolar”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito da oração organizada em torno do verbo “exerce” é classificado como simples.
( ) O fragmento apresenta adjunto adnominal e adjunto adverbial.
( ) O verbo “exerce” é um Verbo Transitivo Indireto (VTI).
( ) A expressão “um papel importante” é classificada como Objeto Indireto (OI).
( ) O fragmento apresenta predicativo do sujeito.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Analise o trecho abaixo a respeito do fragmento adaptado “A educação inclusiva é um paradigma educacional”:
O sujeito da oração é classificado como sujeito . Além disso, o verbo “é” representa um verbo . Por esse motivo, o fragmento apresenta .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
No trecho “A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, vi ando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito e tendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas sur idas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas no texto.
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