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De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, NÃO se pode afirmar que:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de
2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade
3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.
4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui
5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar
6 um processo cível ou criminal.
7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa
8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!
9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população
10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.
11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o
12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido
13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.
14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento
15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;
16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem
17 perde a ação reembolsa.
18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater
19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem
20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.
21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.
22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,
23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.
24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que
25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias
26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e
27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de
28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase
29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como
30 criminosos ou como vítimas.
31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem
32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população
33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em
34 prática.
35
FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini
Leia o trecho abaixo:
“...ou, quem sabe,” (L.3)
A regra que explica o uso de vírgulas no período acima é
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de
2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade
3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.
4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui
5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar
6 um processo cível ou criminal.
7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa
8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!
9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população
10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.
11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o
12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido
13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.
14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento
15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;
16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem
17 perde a ação reembolsa.
18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater
19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem
20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.
21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.
22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,
23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.
24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que
25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias
26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e
27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de
28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase
29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como
30 criminosos ou como vítimas.
31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem
32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população
33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em
34 prática.
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FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini
A forma pronominal “nos”, em “alguns querem nos fazer crer” (L.31/32) exerce a função sintática de:
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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de
2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade
3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.
4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui
5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar
6 um processo cível ou criminal.
7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa
8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!
9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população
10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.
11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o
12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido
13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.
14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento
15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;
16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem
17 perde a ação reembolsa.
18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater
19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem
20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.
21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.
22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,
23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.
24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que
25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias
26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e
27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de
28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase
29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como
30 criminosos ou como vítimas.
31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem
32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população
33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em
34 prática.
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FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini
Ocorre predicado verbal em
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A anestesia é um estado de relaxamento, perda da sensibilidade e dos reflexos, de forma parcial ou total, provocada pela ação de drogas anestésicas. Seu objetivo é evitar a dor e facilitar o ato operatório pela equipe cirúrgica.
Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Na anestesia geral administra-se o anestésico por via inalatória, endovenosa ou combinado (inalatória e endovenosa), com o objetivo de promover um estado reversível de ausência de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos e inconsciência devido à ação de uma ou mais drogas no sistema nervoso.
( ) Na anestesia peridural o anestésico é depositado no espaço subaracnóide da região lombar, produzindo insensibilidade aos estímulos dolorosos por bloqueio da condução nervosa.
( ) Na anestesia tópica infiltra-se o anestésico nos tecidos próximos ao local da incisão cirúrgica. Utilizam-se anestésicos associados com a adrenalina, com o objetivo de aumentar a ação do bloqueio por vasoconstrição e prevenir sua rápida absorção para a corrente circulatória.
( ) O ato anestésico requer atenção do circulante de sala, especialmente no momento de posicionamento do cliente, transmitindo-lhe conforto e segurança, bem como facilitando o procedimento para a equipe cirúrgica. O posicionamento do cliente relaciona-se com o tipo de anestesia a ser aplicada:
A sequência CORRETA corresponde a:
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Algumas doenças são transmitidas através da ingestão de alimentos, bebidas e água, contaminados por microrganismos como bactérias, vírus, parasitas, príons e toxinas; ou por produtos químicos, agrotóxicos e metais pesados ou outros contaminantes.
NÃO são exemplos de doenças transmitidas da forma citada acima:
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A pronta identificação de pacientes em risco para o desenvolvimento de lesão por pressão, por meio da utilização de ferramenta validada, permite a adoção imediata de medidas preventivas. A avaliação de risco deve contemplar os seguintes fatores, EXCETO:
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Para descrever no prontuário que um paciente encontra-se com dificuldade na articulação da palavra, o profissional de enfermagem deverá utilizar o seguinte termo:
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A Humanização no cuidado deve estar presente no dia a dia de todos os profissionais da saúde.
Em relação à Política Nacional de Humanização (PNH) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), NÃO se pode afirmar que:
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As atividades de educação em saúde estimulam a prevenção de doenças, a promoção da saúde e o engajamento da população, e sua participação, em assuntos relacionados à saúde e qualidade de vida.
Desenvolver atividades educativas faz parte do processo de trabalho de todos os membros da equipe. São recomendações para a realização destas atividades, EXCETO:
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