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Foram encontradas 845 questões.

1638582 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Sobre os recursos linguísticos usados no texto, é CORRETO afirmar:

 

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1638581 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal composta “têm sido” (L.11) e a simples:

 

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1638580 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

A raiz primária de formação das palavras “atualmente” (L.24) e “privatização” (L.25), respectivamente, é:

 

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1638579 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Há ocorrência de ditongo e dígrafo, respectivamente, na alternativa:

 

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1638578 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

35

FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

Em relação à expressão “Santo paradoxo!” (L.8), o autor se revela

 

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1638577 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

1 O que torna a sonegação imoral é a premissa estabelecida pelo Estado de que se alguém deixar de

2 pagar o imposto de um determinado valor, o Estado lhe tirará algo de valor ainda maior, talvez a sua liberdade

3 ou, quem sabe, até a sua vida, se a resistência for extrema.

4 Negar que o Estado não possa ser financiado voluntariamente, é negar a própria realidade. Hoje, aqui

5 mesmo no Brasil, já há o financiamento voluntário do Estado quando alguém recorre ao judiciário para iniciar

6 um processo cível ou criminal.

7 Quem aceita que o governo deve apenas prover justiça e segurança não tem como concordar com essa

8 visão arcaica de que para proteger os direitos individuais, primeiro o governo precisa violá-los. Santo paradoxo!

9 Na verdade, o governo não precisaria dos impostos para financiar a justiça e a segurança, a população

10 pagaria por ela voluntariamente quando delas precisasse.

11 Os impostos têm sido usados para financiar outras coisas, entre elas aquilo que o governo se arroga o

12 privilégio de prover, mesmo que ninguém queira, mas acaba forçado a aceitar porque não lhe é permitido

13 escolher. Ou então, serve para pagar serviços estatais que alguns usufruem de graça, à custa dos outros.

14 Para financiar os serviços de justiça e até mesmo de segurança, já é utilizado o regime de pagamento

15 voluntário. No caso da justiça estatal ou privada, através da cobrança por demanda na forma de custas judiciais;

16 no caso da segurança, com a contratação de agências privadas. Quem usa, paga. No caso do judiciário, quem

17 perde a ação reembolsa.

18 O argumento de que o Estado é necessário é verdadeiro. É preciso que haja Estado para combater

19 quem inicia a violência contra terceiros, sejam os que iniciam o uso da força ou de fraude. Estado é um bem

20 necessário quando ele serve para proteger os direitos individuais. Torna-se um mal, quando passa a violá-los.

21 Os direitos individuais não são uma invenção arbitrária, como alguns teimam em querer demonstrar.

22 Eles são uma necessidade política dada a natureza racional do ser humano, que precisa para manter a sua vida,

23 agir com liberdade, criando valor e riqueza, para buscar a sua felicidade.

24 Atualmente, o judiciário é financiado também por impostos porque o volume de ações existentes, que

25 envolvem o próprio Estado como parte, é enorme. Havendo a privatização absoluta das empresas, das autarquias

26 e das agências reguladoras do governo, bem como a separação total de governo e economia, governo e

27 educação, governo e saúde e governo e previdência, ficando o governo efetivamente apenas como árbitro de

28 última instância, seu custo cairia muito e a sociedade como um todo prosperaria ao ponto dele se tornar quase

29 irrelevante. Passando a ser uma preocupação exclusiva para os que se envolvem em crimes, sejam estes como

30 criminosos ou como vítimas.

31 O ideal do governo limitado à proteção dos direitos individuais não é uma utopia como alguns querem

32 nos fazer crer. É um ideal que requer extraordinário esforço intelectual para que a imensa maioria da população

33 possa compreender e um propósito que exige enorme dedicação para aqueles que já compreenderam colocar em

34 prática.

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FONTE: Escrito por Roberto Rachewsky / Revisado por Matheus Pacini

É uma ideia comprovável no texto:

 

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1638576 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Sobre as concepções de educação, analise as afirmativas a seguir.

I – No século XVII Comenius desenvolveu ideias avançadas sobre a Educação, defendeu que todos têm direitos naturais à felicidade eterna com Deus. O homem ao realizar os desígnios da natureza das coisas, suas observações e fenômenos, desenvolve os órgãos do sentido para que registrem as informações na mente do aluno, não ensinando nada que a criança não possa compreender.

II – Jean Jacques Rousseau propôs uma concepção baseada na necessidade e interesse instantâneo da criança. O contato da criança com o mundo que a rodeia é que irá despertá-la, pois o homem é bom em seu estado natural. O educador deveria afastar da criança os vícios da sociedade permitindo abrir-se espontaneamente, o que lhe é inato.

III – Henrique Pestalozzi deu grande importância ao ensino como meio de educação e desenvolvimento das capacidades humanas. Deu ênfase ao método intuitivo, analisando objetos e fenômenos da natureza.

IV – O alemão Johan Friedrich Herbart defende que no âmbito da política educacional e no recinto do interior da escola, na verdade, nós combatemos com duas posições antiéticas e que, era de regra convencionalmente traduzida em termos do novo e do velho, da Pedagogia Nova e Pedagogia Tradicional.

Estão corretas as afirmativas:

 

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1638575 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

No Brasil, os PCNs - Parâmetros Curriculares Nacionais são diretrizes elaboradas pelo Governo Federal com o objetivo principal de orientar os educadores por meio da normatização de alguns fatores fundamentais concernentes a cada disciplina. Esses parâmetros abrangem tanto a rede pública, como a rede privada de ensino, conforme o nível de escolaridade dos alunos. Sobre os Parâmetros Curriculares Nacionais é INCORRETO afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1638574 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

Uma compreensão do desenvolvimento infantil é essencial porque nos permite apreciar plenamente o crescimento cognitivo, emocional, físico, social e educacional pelos quais as crianças passam desde o nascimento até o início da idade adulta. Algumas das principais teorias do desenvolvimento infantil são conhecidas como grandes teorias; elas tentam descrever todos os aspectos do desenvolvimento, geralmente usando uma abordagem de fase. Outras são conhecidas como mini-teorias; elas se concentram apenas em um aspecto bastante limitado do desenvolvimento, como crescimento cognitivo ou social. A respeito da Teoria Sociocultural de Vygotsky, é CORRETO afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1638573 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMA
Orgão: Pref. Tuntum-MA

As tendências pedagógicas, formuladas ao longo dos tempos por diversos teóricos que se debruçaram sobre o tema, foram concebidas com base nas visões desses pensadores em relação ao contexto histórico das sociedades em que estavam inseridos, além de suas concepções de homem e de mundo, tendo como principal objetivo nortear o trabalho docente, modelando-o a partir das necessidades de ensino observadas no âmbito social em que viviam.

A respeito da relação professor, aluno e aprendizagem, é CORRETO afirmar que:

 

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