É consenso considerar que o Brasil é parte indissociável
da América Latina, fato esse que se consolidou na
literatura emergente entre os séculos XVI e XVII. Tal ideia
era compactuada entre os autores de países de língua
latina e pelos próprios brasileiros na época. É correto
afirmar que o Brasil sob este contexto passou a fazer
parte da América Latina a partir do momento em que se
fora cunhada a expressão “Latin América”. Ou seja,
quando principalmente os EUA, a Europa e o resto do
mundo passaram a considerar o Brasil como parte
integrante da “Latin America” em meados dos anos 1520
e 1530.
Os movimentos reivindicatórios de mudanças políticas no
Brasil com vistas à democratização da sociedade têm
seu ponto alto com o surgimento do novo sindicalismo
brasileiro a partir das greves dos metalúrgicos do ABC e
dos jornalistas no final dos anos 70. Em paralelo, cresce a
mobilização dos jornalistas sob a liderança da Fenaj por
uma mudança substancial na política de concessões. Em
1984, é criada a Frente Nacional por Políticas
Democráticas da Comunicação, com a participação de
jornalistas, sindicalistas, parlamentares e de outros
segmentos sociais interessados na democratização do
setor. Em 1986, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
criou a TV dos Trabalhadores e começou a registrar em
vídeo suas lutas.
Sobre a relevância e o papel do planejamento nas
relações didáticas, podemos afirmar que estudos e
pesquisas sobre o ambiente da escola e os conteúdos
curriculares impulsionam uma especialização nas
discussões da área da Didática, gerando a necessidade
de se abordar Didáticas de Conteúdo Específicos,
sobretudo por meio dos ENDIPES (Encontros Nacionais
de Didática e Prática de Ensino). Propostas de
progressão curricular, cursos de mestrado, doutorado e
pesquisas acadêmicas geram a necessidade de repensar
a própria formação docente como um processo contínuo
e não-linear.
As lutas pela Independência do Brasil foram
impulsionadas por volta de 1808 com a mudança da
corte portuguesa para o Rio de Janeiro, fugindo das
tropas bonapartistas, e a elevação do Brasil à categoria
de Reino Unido a Portugal, em 1815, além de outras
mudanças sociais e políticas relacionadas. Se por um
lado, a vida da corte para o Brasil trouxera maior
autonomia e unidade para a colônia, por outro lado,
estabeleceu uma força de coerção mais poderosa contra
as mobilizações populares, reforçando a repressão e
proporcionando vínculos mais fortes entre a corte e a
elite portuguesa na colônia e as novas elites brasileiras.
Sobre a dinâmica social e política da pandemia de
COVID-19 no Brasil, é correto afirmar que o país enfrentou
graves dificuldades sociais em função da suspensão de
serviços e das restrições à circulação da população. Esse
fenômeno afetou a renda das famílias e exigiu do
Governo Federal a adoção de medidas de apoio
econômico, fornecendo auxílio financeiro à população,
assim como foi feito em outros países.
Os hebreus eram nativos da Mesopotâmia. Eles eram
nômades e viviam em tendas, pastoreando rebanhos de
cabras e ovelhas, usando jumentos, mulas e camelos
como bestas de carga. A Palestina era uma estreita faixa
de terra banhada pelo rio Jordão e localizada a sudeste
do atual Líbano. A principal fonte da história antiga dos
hebreus é a Bíblia, porém ela não relata fielmente os
acontecimentos, pois sua preocupação volta-se muito
mais para a unidade e identidade de um povo do que para
um acontecimento narrado. A Bíblia reflete a concepção
mitológica dos hebreus. Como mito, ela reflete o
pensamento de um povo e como documento histórico ela
permite acompanhar a evolução dos mitos e a
concepção de mundo dos hebreus, fazendo referências a
costumes e padrões de comportamento.
Uma das características da civilização Asteca foi a
importância dada à educação. A partir de Montezuma I,
os soberanos de Tenochtitlán tornaram o ensino
obrigatório, criando escolas em cada Calpulli. As escolas
funcionavam em regime de internato e os alunos não
poderiam ver suas famílias até concluir os estudos, com
cerca de 26 anos de idade. Os pais eram proibidos de
ensinar e passar conhecimentos aos filhos, pois o Estado
tinha o monopólio das informações, da cultura e da arte.
Muitos jesuítas declaravam que estavam na América
portuguesa em nome do rei e do Papa e que, em função
disso, “exigiam” respeito e obediência de todos os
moradores, inclusive, das autoridades políticas e
religiosas. O padre Nobrega, em carta ao padre Simão
Rodrigues, em 1550, afirmou que tinha dois desejos
desde que havia chegado às terras brasileiras: o primeiro
era ver os cristãos se comportando como tal e o segundo
era que os índios aceitassem a conversão
verdadeiramente, adotando a Igreja católica como mãe.
Após a abolição do tráfico de escravizados, a classe
brasileira rural abastada enfatizava a necessidade de
impedir a posse gratuita das terras pelos menos
favorecidos. A Lei de Terras aparecia agora como
urgente e necessária, não mais dando prioridade à
questão das terras, senão à necessidade de estimular a
reforma agrária e permitir aos imigrantes e
descendentes de escravizados que pudessem assumir
lotes de terras e tornarem-se membros da nobreza.