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A União Europeia (UE) é uma organização política e econômica composta por diversos membros, com o objetivo de promover a integração regional, a paz, a estabilidade e a prosperidade econômica. No entanto, um dos membros decidiu deixar a UE, marcando um evento importante na história do bloco.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa que contém um membro que NÃO faz mais parte da União Europeia:
 

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Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
 

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Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
 

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Cuia


Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

― Cuia mais linda.

― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

― Oigalê.

― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

― A la putcha.

O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

― Oigatê.

E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

― É esta mania que eu tenho, doutor.

― Pos desembuche.

― Gosto de roubar as coisas.

― Sim.

Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

Estava de olho na sua cuia.

― Passa ― disse o analista.

― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

― Passa a cuia.

― O senhor pode me curar, doutor?

― Primeiro devolve a cuia.

O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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3668274 Ano: 2025
Disciplina: Defesa Civil
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Conforme o Art. 4º da Lei Federal 12.608 de 10 de abril de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil – PNPDEC. São diretrizes da PNPDEC:

I. Atuação articulada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios para redução de desastres e apoio às comunidades atingidas;
II. Abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação;
III. A prioridade às ações preventivas relacionadas à minimização de desastres;
IV. Adoção da bacia hidrográfica como unidade de análise das ações de prevenção de desastres relacionados a corpos d’água;
V. Incorporação da redução do risco de desastre e as ações de proteção e defesa civil entre os elementos da gestão territorial e do planejamento das políticas setoriais.

Marque a alternativa CORRETA:
 

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3668273 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Os atos administrativos devem seguir padrões éticos e morais. Este princípio exige probidade, honestidade e boa-fé por parte dos agentes públicos.
Estamos nos referido ao princípio da:
 

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3668272 Ano: 2025
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Ainda de acordo com a Lei 6.938/1981, entende-se por poluição:
 

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3668271 Ano: 2025
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
De acordo com a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências; Art. 2º - A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios:

I. Racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;
II. Planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;
III. Proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas;
IV. Controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras;
V. Recuperação de áreas degradadas;
VI. Proteção de áreas ameaçadas de degradação;
VII. Educação ambiental a todos os níveis de ensino.

Assinale a alternativa CORRETA:
 

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