Foram encontradas 218 questões.
3668280
Ano: 2025
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Turvo-SC
Provas:
A União Europeia (UE) é uma organização
política e econômica composta por diversos
membros, com o objetivo de promover a integração
regional, a paz, a estabilidade e a prosperidade
econômica. No entanto, um dos membros decidiu
deixar a UE, marcando um evento importante na
história do bloco.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que contém um membro que NÃO faz mais parte da União Europeia:
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que contém um membro que NÃO faz mais parte da União Europeia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia
Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo
ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma
chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta
de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz,
“charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um
dia entrou um paciente novo no consultório.
― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no
más.
O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista
foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço
observou:
― Cuia mais linda.
― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O
coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.
― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a
bomba.
― Pues tava variando, pensando que era metade homem e
metade cavalo. Curei o animal.
― Oigalê.
― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A
família é que encrencou com a bosta dentro de casa.
― A la putcha.
O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com
mais cuidado.
― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que
pronome oblíquo em conversa de professor.
― Oigatê.
E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista
perguntou:
― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
― É esta mania que eu tenho, doutor.
― Pos desembuche.
― Gosto de roubar as coisas.
― Sim.
Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o
analista não ouvia mais.
Estava de olho na sua cuia.
― Passa ― disse o analista.
― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.
― Passa a cuia.
― O senhor pode me curar, doutor?
― Primeiro devolve a cuia.
O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou
chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para
receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.
Luis Fernando Veríssimo
O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia
Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo
ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma
chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta
de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz,
“charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um
dia entrou um paciente novo no consultório.
― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no
más.
O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista
foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço
observou:
― Cuia mais linda.
― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O
coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.
― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a
bomba.
― Pues tava variando, pensando que era metade homem e
metade cavalo. Curei o animal.
― Oigalê.
― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A
família é que encrencou com a bosta dentro de casa.
― A la putcha.
O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com
mais cuidado.
― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que
pronome oblíquo em conversa de professor.
― Oigatê.
E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista
perguntou:
― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
― É esta mania que eu tenho, doutor.
― Pos desembuche.
― Gosto de roubar as coisas.
― Sim.
Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o
analista não ouvia mais.
Estava de olho na sua cuia.
― Passa ― disse o analista.
― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.
― Passa a cuia.
― O senhor pode me curar, doutor?
― Primeiro devolve a cuia.
O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou
chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para
receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.
Luis Fernando Veríssimo
Daí para diante, só o analista tomou chimarrão.
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia
Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo
ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma
chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta
de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz,
“charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um
dia entrou um paciente novo no consultório.
― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no
más.
O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista
foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço
observou:
― Cuia mais linda.
― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O
coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.
― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a
bomba.
― Pues tava variando, pensando que era metade homem e
metade cavalo. Curei o animal.
― Oigalê.
― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A
família é que encrencou com a bosta dentro de casa.
― A la putcha.
O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com
mais cuidado.
― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que
pronome oblíquo em conversa de professor.
― Oigatê.
E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista
perguntou:
― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
― É esta mania que eu tenho, doutor.
― Pos desembuche.
― Gosto de roubar as coisas.
― Sim.
Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o
analista não ouvia mais.
Estava de olho na sua cuia.
― Passa ― disse o analista.
― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.
― Passa a cuia.
― O senhor pode me curar, doutor?
― Primeiro devolve a cuia.
O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou
chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para
receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.
Luis Fernando Veríssimo
Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
Alternativas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia
Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo
ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma
chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta
de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz,
“charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um
dia entrou um paciente novo no consultório.
― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no
más.
O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista
foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço
observou:
― Cuia mais linda.
― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O
coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.
― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a
bomba.
― Pues tava variando, pensando que era metade homem e
metade cavalo. Curei o animal.
― Oigalê.
― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A
família é que encrencou com a bosta dentro de casa.
― A la putcha.
O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com
mais cuidado.
― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que
pronome oblíquo em conversa de professor.
― Oigatê.
E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista
perguntou:
― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
― É esta mania que eu tenho, doutor.
― Pos desembuche.
― Gosto de roubar as coisas.
― Sim.
Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o
analista não ouvia mais.
Estava de olho na sua cuia.
― Passa ― disse o analista.
― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.
― Passa a cuia.
― O senhor pode me curar, doutor?
― Primeiro devolve a cuia.
O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou
chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para
receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.
Luis Fernando Veríssimo
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
Cuia
Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo
ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma
chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta
de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz,
“charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um
dia entrou um paciente novo no consultório.
― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no
más.
O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista
foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço
observou:
― Cuia mais linda.
― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O
coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.
― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a
bomba.
― Pues tava variando, pensando que era metade homem e
metade cavalo. Curei o animal.
― Oigalê.
― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A
família é que encrencou com a bosta dentro de casa.
― A la putcha.
O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com
mais cuidado.
― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que
pronome oblíquo em conversa de professor.
― Oigatê.
E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista
perguntou:
― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?
― É esta mania que eu tenho, doutor.
― Pos desembuche.
― Gosto de roubar as coisas.
― Sim.
Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o
analista não ouvia mais.
Estava de olho na sua cuia.
― Passa ― disse o analista.
― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.
― Passa a cuia.
― O senhor pode me curar, doutor?
― Primeiro devolve a cuia.
O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou
chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para
receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.
Luis Fernando Veríssimo
Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Conforme o Art. 4º da Lei Federal 12.608 de 10
de abril de 2012, que institui a Política Nacional de
Proteção e Defesa Civil – PNPDEC. São diretrizes da
PNPDEC:
I. Atuação articulada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios para redução de desastres e apoio às comunidades atingidas;
II. Abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação;
III. A prioridade às ações preventivas relacionadas à minimização de desastres;
IV. Adoção da bacia hidrográfica como unidade de análise das ações de prevenção de desastres relacionados a corpos d’água;
V. Incorporação da redução do risco de desastre e as ações de proteção e defesa civil entre os elementos da gestão territorial e do planejamento das políticas setoriais.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Atuação articulada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios para redução de desastres e apoio às comunidades atingidas;
II. Abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação;
III. A prioridade às ações preventivas relacionadas à minimização de desastres;
IV. Adoção da bacia hidrográfica como unidade de análise das ações de prevenção de desastres relacionados a corpos d’água;
V. Incorporação da redução do risco de desastre e as ações de proteção e defesa civil entre os elementos da gestão territorial e do planejamento das políticas setoriais.
Marque a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- ProlegômenosPrincípios da Administração PúblicaPrincípios Expressos
- ProlegômenosRegime Jurídico Administrativo
Os atos administrativos devem seguir padrões
éticos e morais. Este princípio exige probidade,
honestidade e boa-fé por parte dos agentes públicos.
Estamos nos referido ao princípio da:
Estamos nos referido ao princípio da:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ainda de acordo com a Lei 6.938/1981, entende-se por poluição:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com a Lei nº 6.938, de 31 de agosto
de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do
Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de
formulação e aplicação, e dá outras providências;
Art. 2º - A Política Nacional do Meio Ambiente tem
por objetivo a preservação, melhoria e recuperação
da qualidade ambiental propícia à vida, visando
assegurar, no País, condições ao desenvolvimento
socioeconômico, aos interesses da segurança
nacional e à proteção da dignidade da vida humana,
atendidos os seguintes princípios:
I. Racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;
II. Planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;
III. Proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas;
IV. Controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras;
V. Recuperação de áreas degradadas;
VI. Proteção de áreas ameaçadas de degradação;
VII. Educação ambiental a todos os níveis de ensino.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. Racionalização do uso do solo, do subsolo, da água e do ar;
II. Planejamento e fiscalização do uso dos recursos ambientais;
III. Proteção dos ecossistemas, com a preservação de áreas representativas;
IV. Controle e zoneamento das atividades potencial ou efetivamente poluidoras;
V. Recuperação de áreas degradadas;
VI. Proteção de áreas ameaçadas de degradação;
VII. Educação ambiental a todos os níveis de ensino.
Assinale a alternativa CORRETA:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container