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Foram encontradas 520 questões.

3890162 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Na prefeitura municipal de Vermelho Novo, a servidora Luciana é responsável por registrar e calcular os valores pagos em diárias para os funcionários durante viagens oficiais. Ela criou uma planilha no Microsoft Excel 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) com os nomes dos funcionários na coluna A; os dias de viagem na coluna B; e o valor da diária fixa (R$ 250,00) na coluna C. Para calcular o total a ser pago a cada funcionário, ela precisa multiplicar os dias de viagem pelo valor da diária. A fórmula que Luciana deverá digitar na célula D2 para obter o valor correto é:
 

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3890161 Ano: 2025
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Durante a montagem de um microcomputador, um técnico precisa instalar corretamente os componentes internos no gabinete. Assinale a alternativa que contém o hardware responsável por conectar e permitir a comunicação entre o processador, a memória RAM e os dispositivos de armazenamento.
 

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3890160 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Em uma expedição científica à Amazônia há 10 pesquisadores: 6 biólogos e 4 geólogos. Para organizar a logística da próxima missão, será formada uma equipe de 4 pessoas, composta por 2 biólogos e 2 geólogos, garantindo equilíbrio entre as especialidades. De quantas formas distintas essa equipe pode ser formada?
 

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3890159 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Durante uma manhã de trabalho, certo entregador de panfletos passou por quatro quarteirões consecutivos, deixando panfletos em cada um deles da seguinte forma:

• No primeiro quarteirão, distribuiu 16 panfletos;

• No segundo quarteirão, deixou a metade dos panfletos que ainda tinha consigo ao chegar nele;

• No terceiro quarteirão, entregou 19 panfletos; e

• No quarto quarteirão, entregou mais 12 panfletos, e ainda restaram 26 panfletos em sua mochila.

Tendo em vista essas informações, quantos panfletos o entregador carregava ao chegar no primeiro quarteirão?

 

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3890158 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Durante as férias, Pedro e quatro colegas resolveram comercializar sucos naturais. Sabe-se que todos atuam na preparação dos sucos com a mesma produtividade. Ao longo de três dias, 180 sucos foram preparados por Pedro e mais dois colegas. Quantos sucos serão feitos se todos os colegas trabalharem juntos por quatro dias?
 

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3890157 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Cláudia trabalha como consultora em um centro de pesquisa ambiental. Como parte de suas atividades, ela precisa comparecer a uma reunião estratégica que acontece sempre na segunda terça-feira de cada mês (isto é, a segunda ocorrência da terça-feira no mês). Em junho de determinado ano, por exemplo, Cláudia participou da reunião no dia 10. Considerando esse padrão, em qual dia Cláudia participou da reunião no mês de outubro desse mesmo ano?
 

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3890156 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Em um centro cultural, há dois grupos de atividades: música e teatro. Os instrutores desse centro orientam atividades em, pelo menos, um desses grupos. Sabe-se que 25 instrutores atuam no grupo de música e 16 no grupo de teatro. Adicionalmente, 11 instrutores trabalham em ambos os grupos. Com base nessas informações, quantos instrutores atuam exclusivamente em um dos grupos?
 

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3890155 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A linguagem performática dos possuídos realizadores

Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.

(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

O termo “estartar” (2º§) é um neologismo criado a partir do processo de formação de palavra semelhante ao de:
 

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3890154 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A linguagem performática dos possuídos realizadores

Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.

(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Na passagem “A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens [...]” (2º§), o termo destacado exerce função sintática de:
 

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3890153 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A linguagem performática dos possuídos realizadores

Ninguém sabe, exatamente, quando uma legião de brasileiros descobriu que já não era mais possível ter alguma coisa. Passaram a “possuir”. Também deixaram de fazer. Querem “realizar”. Para essa gente, oferecer, dar, emprestar, nenhum desses atos generosos sobreviveu à mania contemporânea de “disponibilizar”. A língua encheu-se de calos, pela dificuldade de falar palavras simples e diretas, velhas companheiras – exiladas, agora, por uma inexplicável doença semântica.

A moléstia, contagiosa, é agravada pelos anglicismos selvagens de gente desacostumada a ler em português, ou exposta em excesso a obras dolorosamente mal traduzidas. Sintomas comuns dessa necrose linguística são o uso de “escalar”, não para montanhas, mas para expressar aumento ou amplificação de alguma coisa; a manifestação do desejo mórbido de “realizar” no lugar de “compreender”; a incapacidade paranoica de começar alguma ação sem o anúncio de que vai “estartar” a pobrezinha.

Andam criando remédios para essa pandemia, que pede também injeções de sensatez e doses terapêuticas de bons livros e autores de qualidade. Em Brasília, mesmo, já se pode consultar o Manual de Linguagem Simples, de Patrícia Roedel, lançado há poucos dias – e em boa hora – pela Câmara dos Deputados, a exemplo de outros manuais do gênero criados pelo serviço público em vários estados. É torcer para o sucesso dessa tentativa de transfusão do bom senso.

O elixir salvador, receitado pelo manual: escreva e fale para que entendam facilmente que diabos você quer dizer. Parece óbvio. Mas diga isso a quem redigiu um pedido de habeas corpus, encontrado pelas advogadas Danielle Serafino e Mariana Zonari, nesses termos: “o édito prisional hostilizado entremostra-se baldo de fundamentação, venia maxima concessa, de sua ilustre subscritora...”

No país que guarda até hoje traços da Casa grande & senzala, falar enrolado sempre foi um modo de cobrar distinção. Não à toa, no Judiciário, onde até hoje existe elevador exclusivo para “eminentes magistrados”, a linguagem tortuosa desfila de queixo erguido e peito estufado. É uma felicidade ver escal..., digo, ganhar impulso o esforço para simplificar a comunicação em lugares como esse.

As estrepolias beletristas do juridiquês deixam no chinelo a fala empolada, que, hoje em dia, nunca “usa”, só “utiliza”, e não desempenha mais, porque prefere “performar”. Tribunais gostam de ser chamados “egrégias cortes”, e, ao lhe impor textos incompreensíveis, desculpam-se com “data venia” e “elevada estima e consideração”. Mas vão além: ao entrar no Supremo Tribunal, você descobre, por exemplo, que chegou, segundo digníssimos advogados, ao “pretório excelso”.

Barbaridade. Isso não é nome de alguma entidade mitológica, como o tal do “mesmo”, o ser misterioso citado nas placas de certos corredores, que devemos verificar se está parado, quem sabe nos espreitando, antes de pegar o elevador. Esse Pretório Excelso existe mesmo, pode perguntar nos tribunais. E, a depender do que anda fazendo, ele um dia pode botar as mãos em você.

(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/. Acesso em: maio de 2025.) 

Dos enunciados a seguir, apenas um apresenta adjetivo adverbializado, isto é, com função de advérbio; assinale-o.
 

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