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Foram encontradas 109 questões.

3961526 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à concordância verbal, analisar os itens.

I. “Fazem dois anos que não o vejo.” está correto.
II. “Havia muitas pessoas na sala.” está correto.
III. “Devem existir problemas.” está correto.

Está CORRETO o que se afirma:
 

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3961525 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à concordância nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
 

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3961524 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Quanto à flexão, analisar os itens.

I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.

Está CORRETO o que se afirma:
 

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3961523 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
 

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3961522 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Provas:
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
“Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.” (7º parágrafo).

O pronome oblíquo “te” deveria estar em posição enclítica ao verbo. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que a colocação do pronome foi realizada de forma CORRETA.
 

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3961521 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
Um texto pode manter traços de outras sequências textuais, inclusive, com uso de linguagem figurada. No texto em análise, um trecho que exemplifica uso de linguagem figurada é:
 

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3961520 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Provas:
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
Analisar os itens e assinalar as funções sintáticas respectivas dos termos sublinhados.

I. “[...] Chama os amigos de testemunhas do passado. [...]” (2º parágrafo).
II. “[...] Diz que eles são nosso espelho. [...]” (2º parágrafo).
III. “[...] O ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.” (2º parágrafo).
 

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3961519 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
“[...] Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências.” (4º parágrafo). O uso dos dois-pontos apresenta ideia de:
 

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3961518 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Entre amigos
    Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
    Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 
    Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos.
    Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos.
    Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 
    Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.
    Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
    Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon.
    Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.
    Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.
    Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
Sobre os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.

I. Segundo o texto, reconhece-se os amigos, especialmente, quando de apertos e dificuldades.
II. O ditado popular que sintetiza as ideias do texto é: “Amigos, amigos, negócios à parte”.
III. Para a autora, em amizades recentes ainda não há certeza se, de fato, os amigos conseguem enfrentar adversidades juntos.

Está CORRETO o que se afirma:
 

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