Foram encontradas 109 questões.
Quanto à concordância verbal, analisar os itens.
I. “Fazem dois anos que não o vejo.” está correto.
II. “Havia muitas pessoas na sala.” está correto.
III. “Devem existir problemas.” está correto.
Está CORRETO o que se afirma:
I. “Fazem dois anos que não o vejo.” está correto.
II. “Havia muitas pessoas na sala.” está correto.
III. “Devem existir problemas.” está correto.
Está CORRETO o que se afirma:
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Quanto à concordância nominal, avaliar se as afirmativas
são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência
correspondente.
( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
( ) “Segue anexa a declaração.” está correto.
( ) “Seguem anexos os documentos.” está errado.
( ) “Segue anexo os documentos.” está correto.
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Quanto à flexão, analisar os itens.
I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.
Está CORRETO o que se afirma:
I. “Pão-duro” admite plural apenas no primeiro elemento.
II. “Surdo-mudo” admite plural nos dois elementos.
III. O adjetivo “azul-marinho” é invariável.
Está CORRETO o que se afirma:
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Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e
assinalar a sequência correspondente.
( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
( ) Em “Não fui à reunião porque estava doente.”, o uso de porque está correto, introduzindo explicação.
( ) Em “Queria sair, mais estava chovendo.”, o emprego de mais está correto, indicando oposição.
( ) Em “Por quê ninguém o avisou antes?”, o uso de por quê está correto, introduzindo frase interrogatória.
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Entre amigos
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para
a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta
para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu
último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória e para a integridade
do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos
nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a
perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo
construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão
varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha
lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa,
racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta
o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o
calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda
um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva
para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um
aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda
em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso
ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão,
a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o
palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver
um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
O pronome oblíquo “te” deveria estar em posição enclítica ao verbo. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que a colocação do pronome foi realizada de forma CORRETA.
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Entre amigos
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para
a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta
para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu
último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória e para a integridade
do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos
nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a
perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo
construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão
varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha
lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa,
racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta
o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o
calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda
um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva
para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um
aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda
em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso
ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão,
a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o
palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver
um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
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Entre amigos
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para
a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta
para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu
último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória e para a integridade
do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos
nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a
perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo
construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão
varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha
lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa,
racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta
o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o
calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda
um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva
para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um
aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda
em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso
ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão,
a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o
palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver
um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
I. “[...] Chama os amigos de testemunhas do passado. [...]” (2º parágrafo).
II. “[...] Diz que eles são nosso espelho. [...]” (2º parágrafo).
III. “[...] O ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.” (2º parágrafo).
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Entre amigos
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para
a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta
para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu
último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória e para a integridade
do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos
nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a
perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo
construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão
varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha
lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa,
racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta
o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o
calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda
um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva
para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um
aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda
em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso
ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão,
a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o
palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver
um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
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Questão presente nas seguintes provas
Entre amigos
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona para
a festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.
Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta
para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu
último livro, “A Identidade”, que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória e para a integridade
do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos
nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança
contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a
perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo
construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se
sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão
varridos numa chuva de verão. Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina: racha
lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa,
racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta
o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o
calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda
um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa. Te leva
para o mundo dele, e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um
aperto, passa junto o réveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda
em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso
ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão,
a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o
palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver
um, amém.
Fonte: Martha Medeiros.
I. Segundo o texto, reconhece-se os amigos, especialmente, quando de apertos e dificuldades.
II. O ditado popular que sintetiza as ideias do texto é: “Amigos, amigos, negócios à parte”.
III. Para a autora, em amizades recentes ainda não há certeza se, de fato, os amigos conseguem enfrentar adversidades juntos.
Está CORRETO o que se afirma:
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