Foram encontradas 109 questões.
Assinalar a alternativa que apresenta o erro de construção
do trecho a seguir.
Nem todos têm a mesma sorte: enquanto o novo médico assiste o paciente, nós assistimos um filme na televisão.
Nem todos têm a mesma sorte: enquanto o novo médico assiste o paciente, nós assistimos um filme na televisão.
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Considerar o enunciado a seguir.
Sempre faço limpeza de final de ano na casa em que eu moro.
O pronome relativo sublinhado poderia ser substituído, mantendo o mesmo sentido e a correção gramatical, por:
Sempre faço limpeza de final de ano na casa em que eu moro.
O pronome relativo sublinhado poderia ser substituído, mantendo o mesmo sentido e a correção gramatical, por:
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As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
“Embora muitos pensem que estabelecer metas de ano novo seja uma tradição recente tal ritual tem raízes na Babilônia ou seja há registros dessa prática desde a Antiguidade”.
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As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
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As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.
No trecho, o elemento linguístico sublinhado faz referência a:
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As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas
existem há 4 mil anos
Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas
estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a
intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual
que pode parecer profundamente moderno, mas que tem
raízes surpreendentemente antigas.
A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a
quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que
marcavam o novo ano como um período de renovação e
reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”,
afirma Candida Moss, professora da Universidade de
Birmingham, no Reino Unido, especializada em história
antiga e cristianismo primitivo.
Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas
pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência
permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma
pessoa melhor.
Os babilônios estiveram entre as primeiras
civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a
ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação
escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria
e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início
de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e
civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.
Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio
da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos
deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer
resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano
seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos
deuses.
No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei
babilônico jurou publicamente ser um governante melhor.
Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas
uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição
lançou as bases para o que hoje conhecemos como
resoluções ou metas de ano novo.
Embora os babilônios possam ter concebido a ideia,
foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro
como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles
celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também
incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a
“limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação.
“Essas tradições se concentravam em começar o ano com o
pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as
dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.
Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Em relação às ideias apresentadas no texto, analisar os itens.
I. Tanto na contemporaneidade quanto no tempo dos reis da Babilônia, as metas de ano novo trazem em sua essência a esperança de melhoria pessoal.
II. Um juramento público não cumprido por um rei da Babilônia marcou o início do que se considera hoje como metas de ano novo.
III. O estabelecimento do primeiro dia de janeiro como início de um novo ano, com a inserção de atitudes práticas de renovação, deu-se com os povos romanos.
Está CORRETO o que se afirma:
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3961557
Ano: 2026
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Vespasiano Correa-RS
Provas:
A Constituição Federal de 1988 instituiu a necessidade
de os entes federados apresentarem orçamentos públicos a
curto e médio prazo. Tal obrigação determina que a União,
os Estados, os Municípios e o Distrito Federal passam a ter a
obrigatoriedade de elaborarem leis orçamentárias,
chamadas:
I. Plano plurianual.
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
III. Lei Orçamentária Anual.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Plano plurianual.
II. Lei de Diretrizes Orçamentárias.
III. Lei Orçamentária Anual.
Está CORRETO o que se afirma:
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