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TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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Questão presente nas seguintes provas
TEXTO I
Ao longo dos anos, venho refletindo sobre uma
noção de texto que contemple outras linguagens
que ultrapassam a verbal. Após muitas leituras,
reflexões e compartilhamentos, conceituo texto como
uma manifestação constituída de elementos verbais
e / ou não verbais, intencionalmente selecionados
e organizados, que ocorre durante uma atividade
sociointerativa, de modo a permitir aos agentes da
interação duas ações simultâneas: a depreensão
e geração de sentido, em decorrência da ativação
de processos e estratégias de ordem cognitiva,
e a atuação responsiva, em consonância a práticas
socioculturais instituídas.
Então, um livro é um texto? Se o livro compreende
uma manifestação que reúne linguagens verbais
– e, ocasionalmente, linguagens não verbais,
como ilustrações, figuras, fotos – selecionadas de
modo intencional e organizadas sociointerativamente
de maneira a permitir aos leitores tanto a geração de
sentido, ao ativarem estruturas cognitivas que levam
a determinadas compreensões, quanto a ações em
resposta ao que leram, ao pensarem sobre o que foi
lido, tomando como base práticas sociais e culturais
já instauradas na comunidade, o livro é um texto.
Um texto passível de comentários, críticas e
manifestações diversas. E como todo texto,
um livro provoca reações.
Pensando em provocar reações, organizei este livro que
reúne relatos de experiências de professores da rede
estadual de Minas Gerais. Essas experiências merecem
ser compartilhadas, uma vez que é importante dar voz
ao professor que assume, em suas aulas, a missão de
transformar seus alunos em pessoas comprometidas
com sua participação no mundo e solidárias umas com
as outras para promover o bem-estar das comunidades
em que vivem.
Assim, este livro, sem qualquer pretensão grandiosa,
é instrumento de reflexão para professores,
educadores e alunos em formação que acreditam que
educar ainda é o melhor meio para a construção de uma
sociedade sadia. Ao todo são 16 artigos, que tratam
de diversos temas e que têm em comum o interesse
em divulgar experiências mineiras de sala de aula que
podem ser adotadas em outras turmas em qualquer lugar
deste país.
DELL’ISOLA, Regina L. P. Um livro para chamar de seu.
In: Práticas de linguagem no Ensino Fundamental. Brasil-Argentina: Editora Cognoscere, 2019. p. 5-9.
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Em relação à norma-padrão da Língua Portuguesa,
assinale a alternativa em que há erro de concordância.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
Em relação à acentuação gráfica, considerando-se
a norma-padrão da Língua Portuguesa, é correto
afirmar que
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TEXTO I
O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da
circulação da informação no universo monástico requer
uma observação histórica, já que tais práticas sempre
foram centrais entre monges, seja no Medievo até a
contemporaneidade, ainda que caracterizadas por
momentos de menor ou maior predominância.
A leitura fomenta a cultura monástica desde as
suas origens, pois por meio dessa prática são
realizadas orações, estudos e o contato direto com as
Sagradas Escrituras.
Já a mediação da informação também esteve e está
presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro
é um espaço informacional por excelência, notadamente
a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários
e catálogos são desenvolvidos e a informação é
disponibilizada para os diferentes tipos de usuários,
desde o noviço até o monge.
A biblioteca monástica possui uma característica
comum às bibliotecas: é um espaço mediador na
medida em que, por meio de uma intervenção
intencional, busca promover o contato entre aquilo
que está separado: as pessoas e os registros do
conhecimento. [...]
Com base na multiplicidade de textos que passaram a
compor as bibliotecas monásticas e levando em conta
a sua relação com os objetivos institucionais e as
atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários
núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente
à lectio divina, constituída sobre os textos que se
dirigem especificamente à celebração do ofício divino
e à formação espiritual, como são os textos bíblicos,
os comentários patrísticos, as obras dos mestres
de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental,
que atende ao estudo como objeto e ocupa um
lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa,
deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para
os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento
a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva,
que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada,
pois só a condescendência relativamente a ela permite
explicar a existência de textos que reputaríamos,
de alguma maneira, marginais, por não corresponderem
à finalidade específica da instituição monástica ou
por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos,
e que, por não serem clandestinos, teremos de
considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais
estranho que pareça, este último tipo de leitura não era
inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente,
buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros,
como em instituições universitárias.
ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em
Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro:
UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia.
edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_
CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_
card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
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TEXTO I
O estudo da leitura, da escrita, do uso de livros e da
circulação da informação no universo monástico requer
uma observação histórica, já que tais práticas sempre
foram centrais entre monges, seja no Medievo até a
contemporaneidade, ainda que caracterizadas por
momentos de menor ou maior predominância.
A leitura fomenta a cultura monástica desde as
suas origens, pois por meio dessa prática são
realizadas orações, estudos e o contato direto com as
Sagradas Escrituras.
Já a mediação da informação também esteve e está
presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro
é um espaço informacional por excelência, notadamente
a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários
e catálogos são desenvolvidos e a informação é
disponibilizada para os diferentes tipos de usuários,
desde o noviço até o monge.
A biblioteca monástica possui uma característica
comum às bibliotecas: é um espaço mediador na
medida em que, por meio de uma intervenção
intencional, busca promover o contato entre aquilo
que está separado: as pessoas e os registros do
conhecimento. [...]
Com base na multiplicidade de textos que passaram a
compor as bibliotecas monásticas e levando em conta
a sua relação com os objetivos institucionais e as
atividades por elas pressupostas, distinguem-se vários
núcleos de leitura: a leitura oficial, correspondente
à lectio divina, constituída sobre os textos que se
dirigem especificamente à celebração do ofício divino
e à formação espiritual, como são os textos bíblicos,
os comentários patrísticos, as obras dos mestres
de espiritualidade; a leitura escolar ou instrumental,
que atende ao estudo como objeto e ocupa um
lugar alternativo ao trabalho; a leitura recreativa,
deixada à iniciativa individual, facultativa e própria para
os tempos de ócio, sobre a qual tem prevalecimento
a necessidade do trabalho e a leitura transgressiva,
que, sendo ou não furtiva, é minimamente caucionada,
pois só a condescendência relativamente a ela permite
explicar a existência de textos que reputaríamos,
de alguma maneira, marginais, por não corresponderem
à finalidade específica da instituição monástica ou
por estarem mesmo em oposição aos seus objetivos,
e que, por não serem clandestinos, teremos de
considerar como ‘reservados’ quanto ao uso. Por mais
estranho que pareça, este último tipo de leitura não era
inteiramente excluído, já que os monges, eventualmente,
buscavam para sua formação textos fora dos mosteiros,
como em instituições universitárias.
ARAUJO, André. Leitura e mediação na cultura monástico-medieval. XIV Encontro Nacional de Pesquisa em
Ciência da Informação (ENANCIB 2013). Rio de Janeiro:
UFRJ, 2013. Disponível em: https://www.academia.
edu/6941443/LEITURA_E_MEDIA%C3%87%C3%83O_NA_
CULTURA_MON%C3%81STICO_MEDIEVAL?email_work_
card=thumbnail. Acesso em: 7 ago. 2023.
“Já a mediação da informação também esteve e está presente no contexto monástico, uma vez que o mosteiro é um espaço informacional por excelência, notadamente a sua biblioteca: coleções são constituídas, inventários e catálogos são desenvolvidos e a informação é disponibilizada para os diferentes tipos de usuários, desde o noviço até o monge.”
Haverá alteração do sentido original desse trecho se o termo / a expressão
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