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Para Libâneo (1994), a avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. Desta forma, é INCORRETO afirmar:
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Mariana, professora do ensino fundamental, quer medir o desempenho escolar dos alunos ao longo do processo de ensino-aprendizagem, objetivando avaliar a assimilação do conteúdo e as competências e habilidades aprendidas. Esse tipo de avaliação é denominado:
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A Base Nacional Comum Curricular traz competências gerais que devem ser desenvolvidas na Educação Básica. Sobre elas, analise as afirmativas abaixo e assinale a sequência válida.
( ) -Uma das competências é “Argumentar com base em fatos, dados e informações, independentemente das suas fontes, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns”.
( ) -Competência é definida como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.
( ) -As competências da BNCC estão alinhadas à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
( ) -Dentre as competências está a valorização e fruição das diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também a participação de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
( ) -Uma das competências é “Agir sempre coletivamente, com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários”.
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- Temas Educacionais PedagógicosGestão DemocráticaGestão democrática na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)
De acordo com a Leis de Diretrizes e Bases da Educação, o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma legislação brasileira que estabelece regras para a coleta, armazenamento, processamento e compartilhamento de dados pessoais. Com base nisso, considere a seguinte situação:
João trabalha em uma empresa que coleta dados pessoais de seus clientes para fins de marketing. De acordo com a LGPD, quais são as obrigações da empresa em relação aos dados pessoais coletados?
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeito
- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoPredicadoClassificação do Predicado
Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:
FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
“O porteiro estava atento e repreendeu-me”. Sobre a oração destacada, julgue os seguintes itens:
I. O sujeito é simples.
II. O predicado é verbal.
III. O verbo é de ligação.
IV. O sujeito é “atento”.
Assinale a alternativa correta:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoFormação dos Tempos Verbais
Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:
FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
“Eu a furtara, eu a via morrer”. A forma verbal destacada está no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo, assim como o verbo destacado na seguinte opção:
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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:
FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
Marque a alternativa que apresenta a única palavra, das retiradas do texto, que NÃO é paroxítona:
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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:
FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
Sobre a atitude do porteiro ao final do texto, é correto afirmar que (escolha a interpretação mais plausível, mais coerente com a leitura do texto):
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Atenção: O texto a seguir deve ser utilizado como base para responder às questões 01 a 05:
FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.)
“Trouxe-a para casa e coloquei-a num copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida”. Dentre as opções abaixo, a interpretação mais coerente com a mensagem transmitida pelo primeiro parágrafo do texto é:
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