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678426 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

No trecho “de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas”, a vírgula é empregada para separar termos que exercem a mesma função sintática.

 

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678425 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A oração “que um bem é fundamental” exerce a mesma função sintática que “todas as outras liberdades”

 

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454231 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se o trecho “Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade” fosse substituído por Eu sabia agora que meu sonho de consumo era a liberdade.

 

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454214 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item que se segue quanto aos seus aspectos gramaticais.

A correção gramatical do texto seria mantida se fosse inserida uma vírgula após o termo “entrevista”

 

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422375 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O sentido do texto seria mantido se o vocábulo “convicções” fosse substituído por crenças.

 

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422112 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

No trecho “quando deixa de possuí-lo”, o pronome clítico refere-se ao termo “um bem”.

 

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421830 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

Infere-se do texto que, no “porão”, o estilo do autor era “hiperbólico”, “cheio de conjunções”.

 

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421452 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

Lembrei-me de uma entrevista que tive com uma jornalista.

“Qual o seu sonho de consumo?”, ela perguntou.

“Acreditar em Deus”, eu disse.

“Isto mudaria alguma coisa?”

“Talvez mudasse o meu estilo. Minha linguagem é assindética, cheia de elipses de conjunção. A fé tornaria meu estilo hiperbólico, polissindético.” Etc. Na época, pensei que estava brincando. (...)

Meu sonho de consumo, eu sabia agora, era a liberdade.

O ser humano se caracteriza, na verdade, por uma estupidez.

Ele só descobre que um bem é fundamental quando deixa de possuí-lo. Preso naquele porão, eu descobria que a liberdade mais importante que existia era a liberdade de ir e vir, a liberdade de movimento. Eu tinha todas as outras liberdades, preso no porão — de pensar, de xingar meus captores, de ter uma religião (caso quisesse uma), de escolher minhas convicções políticas. Tinha liberdade de sonhar. Contudo, de que me adiantava isso, se estava preso dentro de um porão?

Rubem Fonseca. Vastas

emoções e pensamentos imperfeitos. São Paulo: Schwarcz, 2003, p. 227 (com adaptações).

Acerca das idéias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

O autor do texto defende a idéia de que a crença em Deus torna o ser humano capaz de avaliar a importância dos bens que possui.

 

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421396 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.

Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.

Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.

A oração “Administrar essa cota de água doce” exerce função sintática de sujeito.

 

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421309 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Vila Velha-ES

O nosso planeta azul vive um paradoxo dramático: embora dois terços da superfície da Terra sejam cobertos de água, uma em cada três pessoas não dispõe desse líquido em quantidade suficiente para atender às suas necessidades básicas. Se o padrão atual de aumento de consumo for mantido, calcula-se que essa proporção subirá para dois terços da população mundial em 2050. A explicação para o paradoxo é a seguinte: a água é um recurso renovável pelo ciclo natural da evaporação- chuva e distribuído com fartura na maior parte da superfície do planeta, mas a ação humana afeta, de forma decisiva, a renovação natural dos recursos hídricos. Em certas regiões do mundo, como o norte da 13 China, o oeste dos Estados Unidos da América e o Lago Chade, na África, a água está sendo consumida em ritmo mais rápido do que pode ser renovada. Estima-se que 50% dos rios do mundo estejam poluídos por esgotos, dejetos industriais e agrotóxicos. Calcula-se, ainda, que 30% das maiores bacias hidrográficas perderam mais da metade da cobertura vegetal original, o que levou à redução da quantidade de água.

Nos últimos 100 anos, a população do planeta quadruplicou, enquanto a demanda por água se multiplicou por oito. Estima-se que a humanidade use atualmente metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará perto de 80%. Apenas 1% de toda a água existente no planeta é apropriado para beber ou ser usado na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares (97%) e ao gelo nos pólos e no alto das montanhas. Administrar essa cota de água doce já desperta preocupação. Os especialistas costumam alinhar duas soluções principais para evitar a escassez de água de qualidade, própria para o consumo humano: cobrar mais pelo uso do recurso e investir no tratamento dos esgotos. O objetivo de cobrar mais é evitar o desperdício, enquanto o tratamento do esgoto possibilita a devolução da água à natureza e sua reutilização. Fica a esperança de que não faltará água, se soubermos usá-la.

Veja, jan./2008, p. 87-90 (com adaptações).

Considerando o texto anterior, julgue o item seguinte quanto à correção gramatical.

A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidas se o trecho “o que levou à redução da quantidade de água” fosse substituído por a qual levou à redução da quantidade de água.

 

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