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A Score or More of languages in Your Pocket
By Kate Murphy
In Douglas Adams's ''The Hitchhikers Guide to the Galaxy," the hero sticks a so-called Babel fish in his ear and can understand everything said to him in any language. Today's apps for language translation try to accomplish the same thing. While not as accurate or instantaneous, they are nevertheless useful and greatly improved from just a couple of years ago. And you don't have to put anything slimy in your ear.
The reason these kinds of apps have gotten so much better is simply that more people have been using them, said John Garofolo, a senior adviser at the National Institute of Standards and Technology who has studied and tested the software. The more a translation app is used, the more it learns to statistically make correct associations with sounds, text and meaning.
The latest translation apps incorporate voice-recognition software so you can speak as well as type in the word or phrase you want translated and then get both a text and audio response. While there are a bewildering number of translation apps, most use one of just three voice recognition programs Google, Microsoft or Nuance mixed with translation software (eitherGoogle or Microsoft) plus the app developer's own tweaks. An exception is the app Jibbigo, which has its own system, developed by computer scientists at Carnegie Mellon University.
The language apps differ markedly in price, use r interface, added features and functionality offline. Accuracy seems to depend on your accent and dialectical proclivities as well as the range of words you use and how noisy the environment is where you say them. Some apps may be better at translating, say, curse words, while others might be better at culinary terms. Some may be super at French, but miserable at Hungarian.
But no matter which app you choose, you can't use it for long and involved conversations. These apps work only when you speak very slowly and distinctly and in short sentences. Be prepared to rephrase when you get quizzical looks or uncomfortable giggles - as when asking in English for a baby's "crib" in your hotel room and the app's French translation intones that you need a "favor" in your hotel room. MonDieu!
After testing most of the voice-recognition translation apps available and listening to more mechanical speech than a healthy person should, I found a few standouts in reliability and usability. The trials occurred over several days, in different noise environments, and involved at least three languages.
Fonte: Published: May 1. 2013. New York Times.
Pertencem ao tempo verbal "Present Perfect":
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SHUT DOWN, TURN AROUND
The end of the f1ight often isn't the end of the working day for an airplane. Many planes make four or five trips a day, with an hour on the ground between f1ights. During this hour, the passengers disembark, their luggage is unloaded, the aircraft is cleaned, refueled, supplied with in-fIight meals, and then reloaded.
What happens if you reduce a one-hour turnaround to 40 minutes? The plane may be able to make six or seven f1ights in a day. That of course, means more income forthe airplane.
Does this mean forcing ground staft to work more quickly? Not necessarily. Research shows that the most time can be gained or lost in the reboarding processo It might seem obvious that loading a plane from back to front would be the quickest way. However, a study by Boing found that loading from window to aisle significantly reduced boarding time and made turnaround quicker. Now many airplanes have adopted this practice, and turnaround times are on decrease.
Reduced turnaround times can cause problems, however. Small delays early in the day can make a whole series offlights run late. And of course quicker turnaround means more traffic and therefore busier airports.
Fonte: Sue Ellis, Terence Gerighty. English for Aviation: for pilots and traffic controllers. Oxford Business English.
Após a leitura do texto, pode-se afirmar que:
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Nos termos da Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental, são princípios básicos da educação ambiental, exceto:
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Marque a alternativa cuja assertiva não se refere ao planejamento do processo de ensino:
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Assinale a alternativa cuja assertiva apresenta o conceito de interdisciplinaridade no currículo escolar:
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Um espaço de autoria na Internet muito utilizado para comentários políticos, esportivos e do dia-a-dia é conhecido como "Blog". São ferramentas específicas para a criação de Blogs:
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Analise as assertivas sobre as práticas avaliativas em uma perspectiva construtiva e marque a alternativa correta:
I -A principal finalidade da avaliação é a emissão do conceito de aprovação ou reprovação na documentação escolar ao final do ano letivo.
II - A verificação da aprendizagem fornece subsídios para qualificar o planejamento de ensino.
III - A apreciação qualitativa do alcance dos objetivos propostos serve de diagnóstico e controle do processo educacional.
IV - Os resultados da aprendizagem em seus mais variados aspectos devem ser sempre quantitativos.
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Justifica, com adequação, o emprego das vírgulas em: "(...) surgiu para atender à demanda de uma nova classe social, a elite, que (...)":
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Escola do século XXI: espaço de construção
e produção de conhecimentos.
e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década deste século, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso a formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo princípio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende-se a educação como direito de todos os indivíduos, independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a human.idade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-Ia. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são iiegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova. classe social a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Com o passar do tempo começava a perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas Informaçoes, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deve propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercâmbio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcionar situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p. 21.
Todos os excertos são exemplos do mesmo tipo de regência de "(...) e acomodados à sua realidade (...)", exceto:
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Escola do século XXI: espaço de construção
e produção de conhecimentos.
e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década deste século, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso a formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo princípio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende-se a educação como direito de todos os indivíduos, independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a human.idade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-Ia. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são iiegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova. classe social a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Com o passar do tempo começava a perder este significado, passando a ser vista como um lugar onde se adquire novas Informaçoes, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deve propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercâmbio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcionar situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p. 21.
Todos os vocábulos presentes nas alternativas seguem a mesma regra de acentuação, exceto:
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