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Foram encontradas 355 questões.

2453030 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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A Score or More of languages in Your Pocket
By Kate Murphy
In Douglas Adams's ''The Hitchhikers Guide to the Galaxy," the hero sticks a so-called Babel fish in his ear and can understand everything said to him in any language. Today's apps for language translation try to accomplish the same thing. While not as accurate or instantaneous, they are nevertheless useful and greatly improved from just a couple of years ago. And you don't have to put anything slimy in your ear.
The reason these kinds of apps have gotten so much better is simply that more people have been using them, said John Garofolo, a senior adviser at the National Institute of Standards and Technology who has studied and tested the software. The more a translation app is used, the more it learns to statistically make correct associations with sounds, text and meaning.
The latest translation apps incorporate voice-recognition software so you can speak as well as type in the word or phrase you want translated and then get both a text and audio response. While there are a bewildering number of translation apps, most use one of just three voice recognition programs Google, Microsoft or Nuance mixed with translation software (eitherGoogle or Microsoft) plus the app developer's own tweaks. An exception is the app Jibbigo, which has its own system, developed by computer scientists at Carnegie Mellon University.
The language apps differ markedly in price, use r interface, added features and functionality offline. Accuracy seems to depend on your accent and dialectical proclivities as well as the range of words you use and how noisy the environment is where you say them. Some apps may be better at translating, say, curse words, while others might be better at culinary terms. Some may be super at French, but miserable at Hungarian.
But no matter which app you choose, you can't use it for long and involved conversations. These apps work only when you speak very slowly and distinctly and in short sentences. Be prepared to rephrase when you get quizzical looks or uncomfortable giggles - as when asking in English for a baby's "crib" in your hotel room and the app's French translation intones that you need a "favor" in your hotel room. MonDieu!
After testing most of the voice-recognition translation apps available and listening to more mechanical speech than a healthy person should, I found a few standouts in reliability and usability. The trials occurred over several days, in different noise environments, and involved at least three languages.
Fonte: Published: May 1. 2013. New York Times.
Pertencem ao tempo verbal "Present Perfect":
 

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2453020 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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É o bicho.
Bruno Hoffmann
A bicharada está ao nosso lado desde o início da aventura humana. Quando começou a dominar as armas, ohomem passou a domesticar os bichos. Desde então, a união nunca mais se desfez. Tornou-se fundamental para a evolução da espécie. "A conexão animal percorre a história e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramenta, a linguagem e a domesticação", explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Aos poucos, a relação deixou de ser apenas de dependência para tornar-se também amorosa. Um exemplo? Em Israel, foi encontrado um fóssil de uma criança abraçada a um cachorro. Os ossos estavam naquela posição havia pelo menos 10 mil anos. Outro que tinha veneração pelos bichos era Francisco de Assis, que, no século 13, ensinava: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãs do homem. Deus quer que ajudemos aos animais. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida".
O filósofo grego Demócrito, que viveu em 460 antes de Cristo, defendia: "O animal é tão ou mais sabido do que o homem. Conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora". Já o comediante norte-americano Bill Maher resumiu como poucos o prazer de ter um cão: "A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como se fosse um Beatles".
Às vezes, porém, os animais deixam a posição de meros coadjuvantes para desempenhar o papel de protagonistas. Muitos foram alçados ao estrelato no mundo todo. E, claro, no Brasil. É a história de um desses brasileiros peludos que desfila a seguir.
Peteleco buscava pães e compunha sambas. Adoniran Barbosa não escondia de ninguém que um de seus melhores amigos era Peteleco, não se tratava de nenhum companheiro de rodas de samba, mas do cachorrinho xodó do compositor. Peteleco era tão sabido que buscava pães na padaria e costumava entrar no mar de Santos junto com o dono, deitado sobre seu peito.
A devoção pelo bichinho era tanta queAdoniran resolveu torná-lo também compositor. Seja para criar ao lado de artistas de outras associações de direitos autorais, seja para não colocar seu nome ao lado de desafetos, há pelo menos seis sambas de Adoniran assinados por Peteleco.
Fonte: Brasil. Almanaque de cultura popular. Ano 14, nov/12.
Aseparação em sílabas está correta na alternativa:
 

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2452915 Ano: 2013
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, em Arte, indicam como objetivos de ensino fundamental todas as competências listadas a seguir, exceto:
 

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2452829 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Tatuagens

Manoel Carlos

Eu estava descendo a escada rolante do shopping e ela seguia dois degraus à minha frente. E nos seus ombros eu vi, tatuado, o sinal de aspas que se abria no ombro esquerdo e se fechava no direito. Entre um e outro, nenhuma mensagem ou palavra. Nada se via ou se lia naquele espaço. Eram, portanto, aspas que se abriam e se fechavam sobre coisa nenhuma.

Acabei de descer, perdi a jovem de vista, mas não conseguia esquecer aqueles dois sinais. Ocorreu-me que - para fazer graça, quem sabe? - estaria se colocando entre as aspas para ser vista como uma pessoa diferente. Ela própria uma citação de algo que ninguém deveria saber, a não ser ela mesma. Ou nem ela.

Segui meu caminho, comprei o que tinha de comprar e me instalei num café. Numa mesa mais adiante eu vi uma outra jovem, pendurada no celular, que exibia no tornozelo a tatuagem de uma pomba branca com um ramo de oliveira preso ao bico. Outros jovens passavam diante de mim. E muitos, alguns discretamente, outros nem tanto, deixavam à mostra uma tatuagem. Lembrei que, na minha adolescência, tatuagem era uma exclusividade de marinheiros e presidiários, além de muito frequente nas histórias em quadrinhos, como as do Popeye e sua âncora tatuada nos braços.

Uma vez participei de um grupo amador de teatro que promovia espetáculos em presídios. Numa das apresentações, um dia de muito calor, os presos estavam sem camisa, sentados no chão do pátio, e todos eles, sem exceção, exibiam tatuagens nos braços e no peito. Nos braços, a mais comum era um coração flechado, onde se podia ler um nome de mulher. Já no peito, a que se via em quase todos era um coração - sem a flecha - em que se lia "amor de mãe".

Àquela época a única pessoa tatuada que conhecíamos no bairro em que eu morava era um empregado de posto de gasolina, Genésio. Mas ele também, soubemos depois, era um ex-presidiário.

Estava eu voltado para essas longínquas e inocentes lembranças quando vi a jovem entre aspas se aproximar do café, acompanhada de uma outra, aparentemente da mesma idade. Conversavam animadamente e riam do que falavam. Ocuparam a mesinha ao lado da minha e, como o lugar era pequeno, quase nos esbarrávamos. Tanto olhei para elas e tanto elas surpreenderam meu olhar que achei melhor explicar a minha curiosidade.

- Desculpe - disse eu -, mas desci a escada do shopping alguns degraus atrás de você e vi suas aspas tatuadas nos ombros. Nunca tinha visto nada igual.

- Ah - sorriu ela -, todo mundo se interessa por elas e me pergunta a razão.

- E você pode dizer qual é?

- Bem, eu acho aspas um sinal muito bonito. Graficamente bonito, entende?

- Concordo, mas ...

- Mas o que eu quis mesmo, de verdade, foi fazer uma provocação. Que cada pessoa que olhasse imaginasse alguma frase, um conceito ou mesmo uma única palavra, para colocar entre as aspas.

- Foi o que eu imaginei - exclamei com aquele sorriso de quem acertou e por isso se acha o máximo!

- Que estou aberta a sugestões, entende?

E as duas, maliciosamente, riram ainda mais.

- Uma vez um rapaz me disse que colocaria entre as aspas dos meus ombros o verso do Vinicius: "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental".

- Você gostou?

- Se gostei? Gostei tanto que vivemos juntos dois anos. Só acabou porque um outro me disse que colocaria: "Viver bem é a maior vingança".

- Com esse você deve ter vivido mais tempo.

-Ah, por esse eu me apaixonei perdidamente, vivo com ele até hoje. Já dura cinco anos!

Pagaram a conta, deram tchau e se foram, sempre rindo, alegres, felizes, soltas como uma pipa ao vento.

Eu fiquei olhando as duas, sorrindo diante da velocidade com que pensavam e falavam, de como agiam e riam. E de como pareciam se livrar, sem dificuldade, do peso dos sentimentos. Quem sabe até do amor. Talvez estivesse ali, na juventude tatuada, abrir aspas: "a alegria de viver". Fechar aspas. Sem pensarem vingança.

Fonte: Disponível em: http://vejario.abril.com.br/blog. Acesso em: 18/06/2013.

As vírgulas no fragmento: "Eram, portanto, aspas que se abriam (...)" são justificadas:

 

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2452825 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Sobre os professores indígenas, é correto afirmar:
 

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2452770 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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"A classe dos fazendeiros de café que, aliada às demais classes rurais nos diversos Estados governava o país em seu proveito, não se mantinha no poder pela força militar, como sucedia em outros países sul-americanos. Era como uma pirâmide em cujo ápice se encontrava o Presidente da República seguido pelo Partido Republicano Paulista e os Partidos Republicanos Estaduais e, na base do arcabouço, o coronel e sua família, amigos, parentes e dependentes, constituindo as famosas oligarquias estaduais."
Fonte: BASBAUM, Leôncio. História Sincera da República: de 1889 a 1930.4 ed.SãoPaulo:Alfa-Omega, 1981,p. 190.
O texto descreve a política que mantinha no poder um grupo oligárquico, a qual está situada:
 

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2452745 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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"Na Baixa Idade Média, na Europa Ocidental, havia diversos feudos. (...) Nos feudos trabalhavam os camponeses (servos, escravos e vilões). Os servos eram presos à terra, não podiam ser vendidos e estavam obrigados a pagar tributos e a cumprir obrigações. Não recebiam salário e sim um pedaço de terra, que poderiam explorar para garantir o sustento de sua família."
Fonte: ALMEIDA, Conceição e SOUZA, Rosana. Feudos e camponeses. Guia docente. Ciências Humanas e suas tecnologias. História. Belém-Pa: SEDUC/FIDES, 2005, p. 22.
Os servos, para ter esse direito de explorar a terra, tinham algumas obrigações para com o senhor feudal, entre elas, a Talha, que consistia em:
 

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2452609 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Uma partida de futebol tem a duração de 90 minutos de jogo. A partida de hoje foi prorrogada em 8 minutos. Qual foi o tempo total dessa partida de futebol?
 

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2452536 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Sentir-se bem ou mal nos momentos da vida está relacionado a que fator?
 

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2452527 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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É o bicho.
Bruno Hoffmann
A bicharada está ao nosso lado desde o início da aventura humana. Quando começou a dominar as armas, ohomem passou a domesticar os bichos. Desde então, a união nunca mais se desfez. Tornou-se fundamental para a evolução da espécie. "A conexão animal percorre a história e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramenta, a linguagem e a domesticação", explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Aos poucos, a relação deixou de ser apenas de dependência para tornar-se também amorosa. Um exemplo? Em Israel, foi encontrado um fóssil de uma criança abraçada a um cachorro. Os ossos estavam naquela posição havia pelo menos 10 mil anos. Outro que tinha veneração pelos bichos era Francisco de Assis, que, no século 13, ensinava: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãs do homem. Deus quer que ajudemos aos animais. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida".
O filósofo grego Demócrito, que viveu em 460 antes de Cristo, defendia: "O animal é tão ou mais sabido do que o homem. Conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora". Já o comediante norte-americano Bill Maher resumiu como poucos o prazer de ter um cão: "A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como se fosse um Beatles".
Às vezes, porém, os animais deixam a posição de meros coadjuvantes para desempenhar o papel de protagonistas. Muitos foram alçados ao estrelato no mundo todo. E, claro, no Brasil. É a história de um desses brasileiros peludos que desfila a seguir.
Peteleco buscava pães e compunha sambas. Adoniran Barbosa não escondia de ninguém que um de seus melhores amigos era Peteleco, não se tratava de nenhum companheiro de rodas de samba, mas do cachorrinho xodó do compositor. Peteleco era tão sabido que buscava pães na padaria e costumava entrar no mar de Santos junto com o dono, deitado sobre seu peito.
A devoção pelo bichinho era tanta queAdoniran resolveu torná-lo também compositor. Seja para criar ao lado de artistas de outras associações de direitos autorais, seja para não colocar seu nome ao lado de desafetos, há pelo menos seis sambas de Adoniran assinados por Peteleco.
Fonte: Brasil. Almanaque de cultura popular. Ano 14, nov/12.
A pluralização das palavras está correta na alternativa:
 

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