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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrárioD: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questãoD do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Considere as seguintes afirmações sobre determinadas palavras do texto:
I. contrário (linha 09) possui um encontro consonantal, um dígrafo vocálico e um ditongo crescente.
II. questão (linha 12) contém um ditongo nasal, além de possuir mais letras que fonemas.
III. Em consequência (linha 02), imposições (linha 07) e abissais (linha 11), as letras sublinhadas representam o mesmo fonema.
Quais estão corretas?
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Sobre as formas verbais e seus usos, considere as assertivas que seguem.
I. Em Eu discordo. (linha 05), o verbo está flexionado no modo indicativo, que exprime um fato hipotético.
II. Na frase O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno. (linha 04), a forma verbal é, flexionada no presente do indicativo, introduz na frase ideia de desejo.
III. Na linha 17, na frase pode se ajudar reduzindo o número de tarefas, a forma verbal sublinhada, por estar flexionada no gerúndio, expressa ideia de continuidade.
Quais estão corretas?
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Em relação à pontuação do texto, assinale V para as assertivas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A primeira vírgula da linha 01 é utilizada para separar uma oração adverbial deslocada, uso semelhante ao das demais vírgulas da mesma linha.
( ) Os ponto e vírgulas das linhas 02 e 03 são utilizados para separar orações coordenadas de certa extensão.
( ) Os dois-pontos da linha 25 antecipam um aposto, mesmo uso dos dois-pontos da linha 09.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposiçõesE que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptasE em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologiaE das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamenteE __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidadeE de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Em relação à formação de palavras, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra ininterruptas (linha 10) possui o mesmo prefixo que imposições (linha 07), cujo significado é de negação.
II. Imediatamente (linha 20) é um vocábulo formado por parassíntese, enquanto disponibilidade (linha 22) é formado por derivação prefixal e sufixal.
III. A palavra biologia (linha 11) é formada por composição, contendo um sufixo grego bio-, que significa vida, e um radical latino -logia, cujo significado é estudo.
Quais estão INCORRETAS?
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
A conjunção mas (linha 14) tem a função de conectar duas orações , sendo classificada como . já que (linha 14), por sua vez, é classificada como , introduzindo uma oração .
Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Em relação às lacunas do quinto parágrafo do texto, analise as assertivas a seguir:
I. A lacuna da linha 19 pode ser preenchida por às; nesse caso, o termo diante do qual a crase ocorre é um complemento nominal.
II. A primeira lacuna da linha 20 fica corretamente preenchida por a, formando, juntamente à palavra e-mails, um complemento verbal.
III. Caso a palavra pressão (linha 20) fosse substituída por controle e a palavra cobrança (linha 21) por exigência, as lacunas da linha 20 (2º e 3º ocorrência) deveriam ser preenchidas por à e a, respectivamente, além da alteração de gênero da palavra externo.
IV. A lacuna da linha 23 deve ser preenchida por a, vocábulo classificado, no contexto de ocorrência, como artigo definido.
Quais estão corretas?
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras, no contexto em que ocorrem, às respectivas classes gramaticais.
Coluna 1
(1) Pronome.
(2) Adjetivo.
(3) Advérbio.
(4) Preposição.
Coluna 2
( ) tão (linha 01).
( ) de (linha 13 – 1ª ocorrência).
( ) que (linha 17).
( ) fácil (linha 20).
( ) se (linha 25).
( ) não (linha 26 – 1ª ocorrência).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Em relação ao texto, assinale V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.
( ) A maior parte das pessoas acredita que os problemas de atenção e de memória ocorrem porque a internet e as novas tecnologias limitam o funcionamento do cérebro.
( ) A autora diverge do senso comum, pois afirma que uma das características do cérebro humano é ter como foco de atenção apenas uma informação ou ação.
( ) Os jovens possuem dificuldades de atenção visto que seus cérebros não estão ainda completamente formados, motivo pelo qual conseguem passar muitas horas jogando videogame.
( ) A cobrança para que a resposta a e-mails seja automática vem do fato de que o cérebro, na maior parte das vezes, não precisa mais se preocupar com questões alimentícias e de moradia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Mundo moderno, cérebro antigo.
É tão fácil botar a culpa na internet, no mundo moderno, nas novas tecnologias, ou em tudo isso junto. Falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor; abundância de informação é um convite à superficialidade; violência é resultado de videogames; falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. O estresse da vida moderna, portanto, é culpa do mundo moderno.
Eu discordo. O problema não está no que o mundo moderno faz com nosso cérebro, e sim nas limitações que nosso cérebro sempre teve – e em como nós nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas por meio das novas tecnologias.
Para começar, não entendo a queixa de que "a internet" reduziria nosso tempo de atenção sustentada e tornaria nosso conhecimento superficial. Pelo contrário: jovens, hoje, são capazes de passar horas ininterruptas em frente a videogames ou em sites de busca que permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou de biologia das fossas abissais sem sair de casa. É uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora acessível.
Falando de atenção, aliás: nós sempre fomos limitados a prestar atenção em apenas uma coisa de cada vez. É uma restrição, de fato, mas tem enormes vantagens, já que a maior parte da informação disponível a cada instante é irrelevante, mesmo. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Sabendo dela, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas que disputam sua atenção a cada instante.
O mesmo vale para o e-mail e o estresse associado __ demandas que nos fazem. Poder responder imediatamente __ e-mails não significa ter que fazê-lo – embora seja fácil sucumbir __ pressão externa e __ cobrança, no dia seguinte, por uma resposta que, poucos anos atrás, só chegaria pelo correio no prazo de uma semana. Como hoje a maioria de nós não precisa se estressar sobre a disponibilidade de alimento ou teto, sobra espaço para nos cobrarmos respostas imediatas __ todas as demandas eletrônicas que nos fazem.
O problema continua sendo o mesmo: gerenciar estresses. A dificuldade é convencer-se de que o mundo não acaba se você não responder a todos os e-mails ainda hoje – e, de preferência, não cobrar isso dos outros.
(Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/suzanaherculanohouzel/1151111-mundo-moderno-cerebro-antigo.shtml> – texto adaptado).
Caso a palavra jovens (linha 09) fosse substituída por a juventude, quantas outras palavras devem ser alteradas para manter a correção do período?
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Considerando que a constante dielétrica da porcelana é 6,0, marque a alternativa que apresenta o valor da impedância característica desse material.
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