Foram encontradas 115 questões.
Um centro de recreação possui um número determinado de ônibus, que são usados para o transporte de seus turistas. Em certo sábado, 4 desse ônibus transportaram
28 turistas cada e os demais ônibus do centro transportaram 31 turistas cada. No domingo, 7 desses ônibus
transportaram 25 turistas cada e os demais ônibus do
centro transportaram 29 turistas cada. Se, no sábado, o
centro transportou de ônibus 76 turistas a mais do que no
domingo, o número de ônibus que esse centro possui é
múltiplo de
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Uma praça de pedágio possui 12 cabines e, em qualquer
dia, o número de veículos que passam por ela é o mesmo, de maneira que a razão entre o número de veículos
que fazem o pagamento em dinheiro e o número de veículos que usam o sistema de pagamento automatizado,
ou seja, sem a necessidade de parar o carro, é de 11
para 4. Um levantamento indicou que essa razão passará a ser de 13 para 7, pois estima-se que o número
diário de veículos que faziam o pagamento em dinheiro
e passarão a usar o pagamento automatizado aumentará
em 1500. Considerando que sempre são 9 cabines para
pagamento em dinheiro e as demais automatizadas, se o
levantamento se concretizar, a média de veículos diários
que passarão pelas cabines automatizadas será
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Em uma gráfica, a impressão de 11000 cópias de certo
periódico é feita por 4 máquinas, que trabalham nessa
tarefa por 5 horas. Dispondo de 9 máquinas idênticas às
anteriores, o número de cópias desse periódico que podem ser impressas em 8 horas é
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Em certo sábado, Andrea verificou que tinha 80% da
quantia que precisava para comprar um computador. No
dia seguinte, ela soube que o preço do computador havia
aumentado em 12% e, dessa maneira, Andrea precisa de
mais R$ 1.440,00 para ter a quantia necessária. O preço
desse computador após o aumento é
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Em uma empresa, dois geradores recebem manutenção
periodicamente, sendo que em um deles a manutenção é
feita a cada 8 dias e no outro a cada 28 dias. Se, no dia
30 de março de certo ano, esses geradores receberam
manutenção, o número de dias até 31 de dezembro desse mesmo ano em que os dois geradores receberam manutenção no mesmo dia, incluindo o dia 30 de março, foi
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Leia o texto para responder a questão.
Voltei da Europa em junho me sentindo doente. Febres,
suores, perda de peso, manchas na pele. Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. Aquele. Depois de uma
semana de espera agoniada, o resultado: HIV positivo. O
médico viajara para Yokohama, no Japão. O teste na mão,
fiquei três dias bem natural, comunicando à família, aos amigos. Na terceira noite, amigos em casa, me sentindo seguro
– enlouqueci. Não sei detalhes. Por autoproteção, talvez, não
lembro. Fui levado para o pronto-socorro do Hospital Emílio
Ribas com a suspeita de um tumor no cérebro. No dia seguinte, acordei de um sono drogado num leito de enfermaria
de infectologia, com minha irmã entrando no quarto. Depois,
foram 27 dias habitados por sustos e anjos – médicos, enfermeiras, amigos, família, sem falar nos próprios – e uma
corrente tão forte de amor e energia que amor e energia brotaram de dentro de mim até tornarem-se uma coisa só. O de
dentro e o de fora unidos em pura fé.
A vida me dava pena, e eu não sabia que o corpo podia ser tão frágil e sentir tanta dor. Certas manhãs chorei,
olhando através da janela os muros brancos do cemitério no
outro lado da rua. Mas à noite, quando os neons acendiam,
de certo ângulo a Dr. Arnaldo parecia o Boulevard Voltaire,
em Paris, onde vive um anjo que vela por mim. Tudo parecia
em ordem, então. Sem rancor nem revolta, só aquela imensa
pena de Coisa Vida dentro e fora das janelas, bela e fugaz feito as borboletas que duram só um dia depois do casulo. Pois
há um casulo rompendo-se lento, casca sendo abandonada.
Após, o voo de Ícaro perseguindo Apolo. E a queda?
(“Última carta para além dos muros”.
Caio Fernando Abreu, Pequenas epifanias: 2014.
[Publicado originalmente em 1994]. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Voltei da Europa em junho me sentindo doente. Febres,
suores, perda de peso, manchas na pele. Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. Aquele. Depois de uma
semana de espera agoniada, o resultado: HIV positivo. O
médico viajara para Yokohama, no Japão. O teste na mão,
fiquei três dias bem natural, comunicando à família, aos amigos. Na terceira noite, amigos em casa, me sentindo seguro
– enlouqueci. Não sei detalhes. Por autoproteção, talvez, não
lembro. Fui levado para o pronto-socorro do Hospital Emílio
Ribas com a suspeita de um tumor no cérebro. No dia seguinte, acordei de um sono drogado num leito de enfermaria
de infectologia, com minha irmã entrando no quarto. Depois,
foram 27 dias habitados por sustos e anjos – médicos, enfermeiras, amigos, família, sem falar nos próprios – e uma
corrente tão forte de amor e energia que amor e energia brotaram de dentro de mim até tornarem-se uma coisa só. O de
dentro e o de fora unidos em pura fé.
A vida me dava pena, e eu não sabia que o corpo podia ser tão frágil e sentir tanta dor. Certas manhãs chorei,
olhando através da janela os muros brancos do cemitério no
outro lado da rua. Mas à noite, quando os neons acendiam,
de certo ângulo a Dr. Arnaldo parecia o Boulevard Voltaire,
em Paris, onde vive um anjo que vela por mim. Tudo parecia
em ordem, então. Sem rancor nem revolta, só aquela imensa
pena de Coisa Vida dentro e fora das janelas, bela e fugaz feito as borboletas que duram só um dia depois do casulo. Pois
há um casulo rompendo-se lento, casca sendo abandonada.
Após, o voo de Ícaro perseguindo Apolo. E a queda?
(“Última carta para além dos muros”.
Caio Fernando Abreu, Pequenas epifanias: 2014.
[Publicado originalmente em 1994]. Adaptado)
• Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. • ... bela e fugaz feito as borboletas...
As expressões destacadas significam, correta e respectivamente:
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Leia o texto para responder a questão.
Voltei da Europa em junho me sentindo doente. Febres,
suores, perda de peso, manchas na pele. Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. Aquele. Depois de uma
semana de espera agoniada, o resultado: HIV positivo. O
médico viajara para Yokohama, no Japão. O teste na mão,
fiquei três dias bem natural, comunicando à família, aos amigos. Na terceira noite, amigos em casa, me sentindo seguro
– enlouqueci. Não sei detalhes. Por autoproteção, talvez, não
lembro. Fui levado para o pronto-socorro do Hospital Emílio
Ribas com a suspeita de um tumor no cérebro. No dia seguinte, acordei de um sono drogado num leito de enfermaria
de infectologia, com minha irmã entrando no quarto. Depois,
foram 27 dias habitados por sustos e anjos – médicos, enfermeiras, amigos, família, sem falar nos próprios – e uma
corrente tão forte de amor e energia que amor e energia brotaram de dentro de mim até tornarem-se uma coisa só. O de
dentro e o de fora unidos em pura fé.
A vida me dava pena, e eu não sabia que o corpo podia ser tão frágil e sentir tanta dor. Certas manhãs chorei,
olhando através da janela os muros brancos do cemitério no
outro lado da rua. Mas à noite, quando os neons acendiam,
de certo ângulo a Dr. Arnaldo parecia o Boulevard Voltaire,
em Paris, onde vive um anjo que vela por mim. Tudo parecia
em ordem, então. Sem rancor nem revolta, só aquela imensa
pena de Coisa Vida dentro e fora das janelas, bela e fugaz feito as borboletas que duram só um dia depois do casulo. Pois
há um casulo rompendo-se lento, casca sendo abandonada.
Após, o voo de Ícaro perseguindo Apolo. E a queda?
(“Última carta para além dos muros”.
Caio Fernando Abreu, Pequenas epifanias: 2014.
[Publicado originalmente em 1994]. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Voltei da Europa em junho me sentindo doente. Febres,
suores, perda de peso, manchas na pele. Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. Aquele. Depois de uma
semana de espera agoniada, o resultado: HIV positivo. O
médico viajara para Yokohama, no Japão. O teste na mão,
fiquei três dias bem natural, comunicando à família, aos amigos. Na terceira noite, amigos em casa, me sentindo seguro
– enlouqueci. Não sei detalhes. Por autoproteção, talvez, não
lembro. Fui levado para o pronto-socorro do Hospital Emílio
Ribas com a suspeita de um tumor no cérebro. No dia seguinte, acordei de um sono drogado num leito de enfermaria
de infectologia, com minha irmã entrando no quarto. Depois,
foram 27 dias habitados por sustos e anjos – médicos, enfermeiras, amigos, família, sem falar nos próprios – e uma
corrente tão forte de amor e energia que amor e energia brotaram de dentro de mim até tornarem-se uma coisa só. O de
dentro e o de fora unidos em pura fé.
A vida me dava pena, e eu não sabia que o corpo podia ser tão frágil e sentir tanta dor. Certas manhãs chorei,
olhando através da janela os muros brancos do cemitério no
outro lado da rua. Mas à noite, quando os neons acendiam,
de certo ângulo a Dr. Arnaldo parecia o Boulevard Voltaire,
em Paris, onde vive um anjo que vela por mim. Tudo parecia
em ordem, então. Sem rancor nem revolta, só aquela imensa
pena de Coisa Vida dentro e fora das janelas, bela e fugaz feito as borboletas que duram só um dia depois do casulo. Pois
há um casulo rompendo-se lento, casca sendo abandonada.
Após, o voo de Ícaro perseguindo Apolo. E a queda?
(“Última carta para além dos muros”.
Caio Fernando Abreu, Pequenas epifanias: 2014.
[Publicado originalmente em 1994]. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Fumaça proibicionista
Os cigarros eletrônicos encontram-se à venda em
toda parte pelo Brasil. Entram no país por meio de contrabando, crime que as autoridades têm notória dificuldade
em combater.
As danosas engenhocas se tornaram bem populares entre adolescentes. Além de simbolizar status social, carregam
como atrativo a adição de sabores de fruta ou refrescantes ao
líquido vaporizado.
Em mais de uma década de proibição no território nacional, autoridades se mostraram impotentes em coibir a comercialização. Renovar a proibição, apenas, não terá o condão
de produzir tal resultado.
Informar, restringir e desestimular o consumo pode ser
mais produtivo que tentar erradicá-lo. Com álcool e outras
drogas, o proibicionismo já se comprovou ineficaz e de alto
custo social.
A solução racional é regulamentar o uso adulto, dado que
não cabe ao Estado determinar o que indivíduos autônomos
decidem sobre o próprio corpo. Mas há que prover meios
para a fiscalização de normas rigorosas quanto a teores e
vendas, além de campanhas educativas sobre malefícios à
saúde.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.07.2022. Adaptado)
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