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Sabe-se que a diferença entre o preço de venda e o preço de custo, nessa ordem, para o lojista de determinado produto é igual a R$ 240,00, que correspondem a 30% do preço de venda. Nessas condições, é correto afirmar que o preço de custo desse produto para o lojista é de
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Uma máquina produziu 560 unidades de certa peça em 1 hora e 10 minutos de trabalho ininterrupto. Nessas condições, para que o número de unidades produzidas fosse igual a 1 000, essa máquina teria que permanecer funcionando por mais
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Considere um terreno retangular, conforme mostra a figura, com dimensões indicadas em metros.

Se a área desse terreno é 640 m², então o seu perímetro tem
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Augusto fez caminhadas em uma mesma pista no sábado e no domingo, ambas por um mesmo período de tempo. Na caminhada de domingo, o seu ritmo foi mais lento e ele percorreu apenas !$ \dfrac{3}{5} !$ da distância percorrida no sábado. Sabendo-se que !$ \dfrac{2}{5} !$ da distância percorrida no sábado correspondem a 900 metros, conclui-se que a soma das distâncias percorridas por Augusto nas caminhadas de sábado e de domingo foi igual a
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Em uma ficha de controle de estoque constava, inicialmente, a existência de parafusos dos tipos A e B, num total de 480 unidades, sendo que o número de parafusos do tipo A era o dobro do número de parafusos do tipo B. Posteriormente, foi registrada a saída de metade da quantidade de parafusos do tipo A e a quarta parte da quantidade de parafusos do tipo B e, desse modo, restaram no estoque um número total de parafusos igual a
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Leia a tirinha.

(O melhor de Calvin Bill Watterson. O Estado de S.Paulo, 28 de maio de 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.
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Mentes não tão brilhantes
Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.
Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.
No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.
Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.
Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.
(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa que descreve corretamente fatos linguísticos do texto.
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Mentes não tão brilhantes
Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.
Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.
No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.
Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.
Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.
(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)
Considere as passagens do terceiro parágrafo:
A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador...
O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir...
As palavras em destaque imprimem às orações, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Mentes não tão brilhantes
Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.
Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.
No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.
Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.
Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.
(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)
O emprego da vírgula está correto em:
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Mentes não tão brilhantes
Objeto de análise desde os primórdios da civilização, a inteligência humana é um mistério tão intrigante quanto a origem do universo. As dúvidas sobre o que faz os indivíduos serem mais ou menos inteligentes permanecem, mas, ao longo de milênios, o conceito foi sendo destrinchado em estudos científicos sobre os mecanismos que movem o intelecto até se chegar a uma forma de medição padronizada – o teste de Q.I. (quociente de inteligência) – amplamente reconhecida e aceita.
Em boa parte do século XX, os países mais avançados, principalmente, puderam bater no peito e anunciar com orgulho que o Q.I. médio de seus habitantes subia consistentemente – até a curva começar a cair e a inteligência engatar marcha a ré a partir dos anos 2000. Em levantamentos, descobriu- se algo constrangedor para a civilização: pela primeira vez, os filhos passaram a ter mentes menos afiadas do que a de seus pais.
No livro A Fábrica de Cretinos Digitais, o renomado cientista francês Michel Desmurget, aponta as baterias de combate ao estado atual para o que afirma ser sua maior causa: o excesso de tempo passado diante da tela dos mais variados aparelhos digitais. “A tela, em si, não representa um mal, mas o número de horas despendidas na sua frente é assustador”, ressaltou Desmurget à VEJA. “O uso de computadores e celulares por pré-adolescentes é três vezes maior para se divertir do que para fazer trabalhos escolares. No caso dos adolescentes, o número sobe para oito”.
Sobre o desenvolvimento de crianças pequenas, o especialista adverte que internet e aplicativos de redes sociais em demasia afetam negativamente as interações, a linguagem e a concentração, os três pilares básicos do processo cognitivo em qualquer idade, mas de excepcional importância nos cinco primeiros anos da existência. “No caso das crianças pequenas, celular é um entretenimento passivo, sem reflexão ou desafios.”, alerta Claudio Serfaty, do Programa de Pós-Graduação em Neurociências da Universidade Federal Fluminense.
Colocada dessa maneira, parece que a tecnologia é um mal. Longe disso. O foguete do progresso tecnológico transportou a humanidade para um novo patamar de conhecimento, criatividade, bem-estar e longevidade, com nítidos e incontáveis benefícios em todas as áreas – inclusive no estudo da inteligência. O ruim é o exagero.
(Ernesto Neves e Caio Saad. Veja, no 39, 6 de outubro de 2021. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta frase em que a concordância e a regência estão em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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