Foram encontradas 370 questões.
Um auxiliar de movimentação de cargas deslocou uma carreta vazia pesando 4.500 quilos, para carregá-la com 20 sacos de material pesando 250 quilos cada um. Qual o peso total da carreta carregada?
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Rodrigo contou a um amigo:
- A gente entra no mato e fica 20 dias. Nesse tempo, cinco trabalhadores carregam 4.000 kg de castanhas, nas costas.
Os 4.000 kg de castanhas que os trabalhadores carregam correspondem a
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Rodrigo contou a um amigo:
- A gente entra no mato e fica 20 dias. Nesse tempo, cinco trabalhadores carregam 4.000 kg de castanhas, nas costas.
Quantos quilos de castanha são carregados por dia, considerando que os trabalhadores carregam sempre a mesma quantidade a cada dia?
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Rodrigo contou a um amigo:
- A gente entra no mato e fica 20 dias. Nesse tempo, cinco trabalhadores carregam 4.000 kg de castanhas, nas costas.
Se todos os trabalhadores carregarem a mesma quantidade de castanhas, quantos quilos cada um terá carregado no total?
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Os cooperativistas vendem o quilo da castanha inteira a R$ 15,00, e da castanha quebrada a R$ 10,00. Se eles venderem 80 quilos de castanhas inteiras e 10 quilos de castanhas quebradas, quanto receberão, em reais, por essa venda?
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Marcos tinha 14 irmãos, quando saiu de casa. Se todos moravam junto com os pais, José e Dora, quantas pessoas, no mínimo, moravam nessa casa?
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Olavo tinha 18 anos quando foi trabalhar no Paraná, onde ficou durante 12 anos. Saiu de lá para trabalhar no garimpo e lá ficou durante 20 anos. Quantos anos tinha Olavo quando parou de trabalhar no garimpo?
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Oliveira tem 58 anos. Daqui a dois anos ele terá o dobro da idade de seu filho. Quantos anos terá o filho de Oliveira daqui a dois anos?
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Texto
De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
[...]
O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
[...]
Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
O plural de barril de petróleo é
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Texto
De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Um dos projetos da Petrobras é o Gasoduto Sudeste-Nordeste, com 1.387 km de .
A palavra que completa corretamente a frase é
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