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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Quando Oliveira começou a viajar, morava em
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Oliveira e os agricultores da Cooperativa vão reflorestar a área com plantações variadas porque
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Numere de 1 a 5 os fatos, na ordem em que aconteceram na vida de Oliveira.
( ) Tornou-se proprietário de um sítio em Novo Mundo.
( ) Foi trabalhar em jazidas de ouro.
( ) Deixou a família e foi para o Paraná.
( ) Tomou conhecimento de “prosperidades” em Campo Grande.
( ) Tem consciência ecológica e terá ganhos com o reflorestamento.
A numeração correta, de cima para baixo, é:
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Atualmente, em que trabalha o Oliveira?
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Oliveira trabalhou nos garimpos da região de Alta Floresta, que fica em que estado?
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Ainda na juventude, Oliveira deixou a família para trabalhar no sul porque
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
É INCORRETO afirmar que Oliveira já foi um
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De agricultor a garimpeiro, de sem-terra a extrativista. Quem olha de perto a trajetória de Oliveira, 58 anos, logo percebe o porquê do apelido de Acelerado. “Eu, minha malinha e esse mundo de Deus não esperamos hora não”, brinca. Proprietário de um sítio de um alqueire na zona rural de Novo Mundo, Oliveira aportou na região há um ano para virar agroextrativista de castanha do Brasil. Recém-chegado do acampamento dos sem-terra, localizado no município, ele é um dos oito produtores envolvidos na agroindústria de castanha, que já colhe 24 toneladas do fruto.
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O ímpeto itinerante de Oliveira aflorou no sertão pernambucano de Uirucuri, quando tinha 18 anos. Após mais um período de seca que “comeu de vez” a produção da família, ele sequer teve tempo de se despedir de todos os 14 irmãos antes de pegar um ônibus para o Paraná. De lá vinham notícias dos primos, dando conta de prosperidade nos cafezais espalhados pela outra ponta do país, onde trabalhavam.
Oliveira permaneceu no Estado do Paraná por 12 anos, quando teve notícia de “outras prosperidades” em Campo Grande (MS). Mal chegou e tomou conhecimento dos garimpos nascentes na região de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso. “Não pensei duas vezes e peguei um ônibus com o que as mãos podiam carregar”, diz. Dali foram 20 anos até ver acabadas as jazidas de ouro e a chance de enriquecer num golpe de sorte. Nesse tempo, lembra, não havia notícias de “meio ambiente e isso de sustentabilidade” na fronteira com a floresta amazônica.
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Agora, integrando espécies nativas e comerciais, Oliveira e os agricultores da Cooperativa reflorestarão 20 alqueires com ipês, tekas, jatobás e castanheiras, além de maracujá, banana, cupuaçu, graviola, caju, pupunha, abacaxi, amendoim, feijão e mamão. Como as castanheiras levam seis anos para dar os primeiros frutos, a idéia é esperar a colheita com cultivos anuais integrados às árvores nativas, de modo a extrair até lá rendimentos do reflorestamento.
CARVALHO, Vinicius. Bastião da Esperança. Revista JB ECOLÓGICO. Ano 7, nº 78, jul.2008. (Adaptado)
Que título é adequado para o texto?
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Considere as seguintes características das lamas bentoníticas:
I - estabilidade produzida pelo fato de a suspensão de bentonita se manter por longo período;
II - capacidade de formar nos vazios do solo uma película permeável;
III - tixotropia.
Está(ão) de acordo com a Norma a(s) característica(s)
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De acordo com a NBR 11.682/1991 (Estabilidade de Taludes), nas obras de estabilização de taludes sem elementos de contenção, estão incluídos os serviços de
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