Foram encontradas 340 questões.
A primeira aula do curso de Maurício começa às 7 horas e 45 minutos e tem 1 hora e meia de duração. Certo dia, Maurício se atrasou e chegou ao curso faltando apenas 30 minutos para o fim da aula.
Maurício chegou ao curso às
Provas
Este ano, o carnaval do Rio comemora 80 anos do primeiro desfile, realizado em 1932. Ao contrário daquela época, quando poucas pessoas participavam, cada escola do grupo especial tem hoje cerca de 5 mil integrantes.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1054607-rio-e-sao-paulo-concentram- um-
terco-da-capacidade-de-hospedagem- do-brasil.shtml>. Acesso em: 07 mar. 2012. Adaptado.
Considerando-se essas informações e sabendo-se que, em 2012, 13 escolas participaram do desfile do grupo especial, quantos integrantes ao todo participaram do desfile?
Provas
Lúcia quer fazer um bolo para o seu aniversário, e sua avó lhe deu a seguinte receita:
Bolo branco – Ingredientes
200 g de manteiga
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
4 ovos
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
2 colheres (chá) de fermento em pó
Em sua casa, Lúcia percebeu que só tinha 2 ovos e, por isso, teria que reduzir, para essa proporção, a quantidade dos ingredientes da receita do bolo.
Quantas xícaras de farinha de trigo levará, então, o bolo de Lúcia?
Provas
Carolina pesa 85 kg e iniciou uma dieta com duração de 2 meses.
Se Carolina emagrecer 800 gramas por semana, considerando que cada mês tenha exatamente 4 semanas, qual o peso, em kg, que Carolina terá ao final desses 2 meses de dieta?
Provas
Um piloto de avião faz o trajeto Salvador–Aracaju 4 (quatro) vezes por semana.
Considerando-se que um mês tem exatamente 4 (quatro) semanas e que a distância entre Salvador e Aracaju é de 350 quilômetros, conclui-se que, ao final de 1 mês, ele terá percorrido a distância, em km, equivalente a
Provas
Manuela foi à feira e comprou banana, pera, cenoura, maçã, alface e uva.
O subconjunto que NÃO pertence ao conjunto de elementos comprados por Manuela é
Provas
São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores cidades do Brasil, concentram um terço da capacidade de hospedagem do país, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estudo também mostrou que, dos 5.036 estabelecimentos de hospedagem registrados nas principais cidades do país, 52,1% são hotéis, 23,5% motéis, 14,2% pousadas, 4,2% hotéis para longas temporadas, 3,1% pensões e 1,9% albergues turísticos.
O estudo de Serviços de Hospedagem foi elaborado pelo IBGE no ano passado em associação com o Ministério do Turismo.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/turismo/1054607-rio-e-sao-paulo-concentram- um-
terco-da-capacidade-de-hospedagem-do-brasil.shtml>. Acesso em: 07 mar. 2012. Adaptado.
De acordo com as informações presentes na reportagem, verifica-se que
Provas
FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ
Você começa a escrever um e-mail de trabalho, e é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas e, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã... E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra.
Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.
Esse comportamento, comum no multitasking*, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking**. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet.
“É uma contratendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era de Atenção Parcial Contínua, em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrarmos na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos no que estamos fazendo no momento. “Tudo o que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo.
“Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.
O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência.
Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão. [...] Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da ioga e de meditação para aumentar seu foco no presente. [...]
Computadores, smartphones, tablets e aplicativos trouxeram a ideia de que a tecnologia poderia facilitar nossa vida e nos tornar mais eficientes. Assim, as empresas adotaram o pensamento de que, quanto mais coisas um profissional fizesse ao mesmo tempo, melhores seriam seus resultados. [...] “Isso vem de companhias que tentam obter o máximo de produtividade das pessoas nas horas de trabalho. Se você conseguisse fazer 2, 3 coisas ao mesmo tempo, isso não significaria um melhor uso de seu tempo?”, diz o escritor americano Leo Babauta, autor de um livro sobre o assunto. “E isso é um mito”.
A ciência já provou o que Babauta diz: nosso cérebro não é multitask. Quando tentamos fazer várias coisas ao mesmo tempo, só nos tornamos mais lentos e aumentamos a chance de erros.
SANTOS, P.; ARRAIS,D.; KOKAY,E. Galileu, n. 243, outubro 2011, p.42-51. Adaptado.
*multitasking - multitarefas
**monotasking - tarefa única
Em “Atende à ligação e, quando desliga”, a regência do verbo destacado está de acordo com o que prescreve a norma-padrão.
A obediência à norma também é observada em:
Provas
FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ
Você começa a escrever um e-mail de trabalho, e é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas e, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã... E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra.
Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.
Esse comportamento, comum no multitasking*, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking**. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet.
“É uma contratendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era de Atenção Parcial Contínua, em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrarmos na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos no que estamos fazendo no momento. “Tudo o que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo.
“Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.
O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência.
Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão. [...] Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da ioga e de meditação para aumentar seu foco no presente. [...]
Computadores, smartphones, tablets e aplicativos trouxeram a ideia de que a tecnologia poderia facilitar nossa vida e nos tornar mais eficientes. Assim, as empresas adotaram o pensamento de que, quanto mais coisas um profissional fizesse ao mesmo tempo, melhores seriam seus resultados. [...] “Isso vem de companhias que tentam obter o máximo de produtividade das pessoas nas horas de trabalho. Se você conseguisse fazer 2, 3 coisas ao mesmo tempo, isso não significaria um melhor uso de seu tempo?”, diz o escritor americano Leo Babauta, autor de um livro sobre o assunto. “E isso é um mito”.
A ciência já provou o que Babauta diz: nosso cérebro não é multitask. Quando tentamos fazer várias coisas ao mesmo tempo, só nos tornamos mais lentos e aumentamos a chance de erros.
SANTOS, P.; ARRAIS,D.; KOKAY,E. Galileu, n. 243, outubro 2011, p.42-51. Adaptado.
*multitasking - multitarefas
**monotasking - tarefa única
O trecho que conta o final da história do analista de sistemas mencionado no texto está adequadamente pontuado em:
Provas
FAÇA UMA COISA DE CADA VEZ
Você começa a escrever um e-mail de trabalho, e é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas e, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã... E assim você vai, pulando de uma tarefa para outra.
Ao final do dia, o desconforto de ter começado muitas coisas, concluído algumas e produzido bem menos do que gostaria. Vem a angústia de que sobrou muita coisa para o dia seguinte — e pouco tempo para aproveitar a vida.
Esse comportamento, comum no multitasking*, estilo dos que desempenham várias tarefas ao mesmo tempo, começa aos poucos a ceder espaço a um estilo oposto: o monotasking**. Ou seja: concentrar em uma coisa de cada vez com a intenção de fazer tudo bem feito, de preferência passando algum tempo longe das distrações da internet.
“É uma contratendência, uma antítese ao excesso de informação e estímulos que vivemos”, diz Linda Stone. Para essa ex-executiva da Apple e Microsoft e uma das maiores estudiosas de atenção humana hoje, estamos deixando a era de Atenção Parcial Contínua, em que prestamos um pouco de atenção a várias coisas o tempo inteiro, para entrarmos na era do unifoco, em que de fato nos concentraremos no que estamos fazendo no momento. “Tudo o que é escasso se torna valioso. A nova escassez é ter tempo para pensar e se concentrar”, afirma Henry Manson, chefe de pesquisa da agência de tendências de consumo Trendwatching, uma das maiores do mundo.
“Vivemos uma aceleração do tempo: tudo tem que ser rápido, imediato. Mas não se pode ter inovação sem períodos de reflexão e preguiça”, diz a filósofa Olgária Matos, professora da USP.
O analista de sistemas Fabiano Morais, 40 anos, de Brasília, é um representante dessa tendência.
Fabiano é obrigado a passar horas e horas à frente do computador por conta de seu trabalho — ele desenvolve sistemas para a web. E entende bem o significado da palavra dispersão. [...] Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites e criou espaço para folgas e diversão. “Quis comandar o ritmo da minha vida”, diz. Um exemplo: Fabiano passou a fechar o e-mail e sites tentadores enquanto executa uma tarefa. Virou adepto da ioga e de meditação para aumentar seu foco no presente. [...]
Computadores, smartphones, tablets e aplicativos trouxeram a ideia de que a tecnologia poderia facilitar nossa vida e nos tornar mais eficientes. Assim, as empresas adotaram o pensamento de que, quanto mais coisas um profissional fizesse ao mesmo tempo, melhores seriam seus resultados. [...] “Isso vem de companhias que tentam obter o máximo de produtividade das pessoas nas horas de trabalho. Se você conseguisse fazer 2, 3 coisas ao mesmo tempo, isso não significaria um melhor uso de seu tempo?”, diz o escritor americano Leo Babauta, autor de um livro sobre o assunto. “E isso é um mito”.
A ciência já provou o que Babauta diz: nosso cérebro não é multitask. Quando tentamos fazer várias coisas ao mesmo tempo, só nos tornamos mais lentos e aumentamos a chance de erros.
SANTOS, P.; ARRAIS,D.; KOKAY,E. Galileu, n. 243, outubro 2011, p.42-51. Adaptado.
*multitasking - multitarefas
**monotasking - tarefa única
Os extratos 1 e 2 do texto apresentam características que permitem estabelecer diferenças entre a tipologia textual.
1) “Você começa a escrever um e-mail de trabalho, e é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas e, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã...”
2) “Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados. Mas reagiu a essa falta de limites e criou espaço para folgas e diversão.”
Considerando tais características, constata-se que o extrato
Provas
Caderno Container