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Foram encontradas 340 questões.

76964 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

O sinal indicativo da crase deve ser utilizado na palavra em destaque na frase:

 

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76963 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

O pronome oblíquo está colocado de acordo com a norma- padrão em:

 

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76962 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Bombando

Não vou

morrer de enfarte

em plena festa

nem de fome

nesta fartura.

Quando sou

a última estrela que me resta,

resolvo brilhar

e aí ninguém me segura.

Bráulio Tavares

A palavra de, em “morrer de enfarte”, retirada do Texto IV, apresenta o mesmo sentido da que está destacada em:

 

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76961 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Bombando

Não vou

morrer de enfarte

em plena festa

nem de fome

nesta fartura.

Quando sou

a última estrela que me resta,

resolvo brilhar

e aí ninguém me segura.

Bráulio Tavares

No Texto IV, as palavras destacadas nos versos “nem de fome/ nesta fartura” indicam uma

 

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76960 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Autopiedade

Amar, amei. Não sei se fui amado,(a)

pois(b) declarei amor a quem me odiara(c)

e a quem amei jamais mostrei a cara,

de medo de me ver posto de lado.(d)

Se serve de consolo, seja assim:

amor nunca se esquece, é que nem(e) prece

. Tomara, pois, que alguém reze por mim.

Glauco Mattoso

As palavras/expressões transcritas do Texto III estão acompanhadas de substituições.

A substituição que NÃO mantém o mesmo sentido é

 

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76959 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Amar é...

Noite de chuva

Debaixo das cobertas

As descobertas

Ricardo Silvestrin

De acordo com a tipologia textual, o Texto II é

 

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76958 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Poesia: a melhor autoajuda

Calma, esperançoso leitor, iludida leitora, não fiquem bravos comigo, mas ler autoajuda geralmente só é bom para os escritores de autoajuda. Pois não existe receita para ser feliz ou dar certo na vida.

Sabe por quê?

Porque, na maior parte das vezes, apenas você sabe o que é bom e serve para você. O que funciona para um nem sempre funciona para outro.

Os únicos livros de autoajuda que merecem respeito, e são úteis mesmo, são aqueles que ensinam novas receitas de bolo, como consertar objetos quebrados em casa ou como operar um computador. Ou seja, lidar com as coisas concretas, reais, exige um conhecimento também real, tintim por tintim, item por item.

Com gente é diferente. Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer.

E se você precisa de conforto ou conselhos, existem caminhos bem mais fáceis, boa parte deles de graça: igrejas, templos, botecos, amigos ou parentes… Lembrou? Se alguém anda necessitado de regras, palavras de ordem e comandos enérgicos sobre o que fazer, melhor entrar para o exército. Mas, se você não quer deixar ninguém mandar em você, tenha coragem e encare-se de frente. Não adianta fugir de seus medos, suas dores, suas fragilidades, suas tristezas. Elas sempre correm juntinho, coladas em você. Tentar ser perfeito, fazer o máximo, transformar-se em outro dói mais ainda. Colar um sorriso no rosto, enquanto chora por dentro, é para palhaço de circo.

Portanto, entregue-se, seja apenas um ser humano cheio de dúvidas e certezas, alegrias e aflições. Aproveite e use algo que, isso sim, com certeza é igual em todos nós: a capacidade de imaginar, de voar, se entregar. Se nem Freud explica, tente a poesia.

A poesia vai resolver seus problemas existenciais? Provavelmente, não. A poesia, às vezes, é como aquele bordão do Chacrinha, não veio para explicar, mas para confundir. Quando acerta, é por acaso, como na vida. Ficar confuso é o normal, relaxe e aproveite.

Selecionamos alguns trechos de poemas que provavelmente falam das respostas que você anda procurando em livros de autoajuda. Tomara que ajudem.

O próprio pai da Psicanálise, Sigmund Freud [...], admitiu que, aonde quer que ele fosse ou olhasse, um poeta já havia passado por ali. Então, venha junto com os poetas que indicamos aqui.

O sábio poeta Mário Quintana já dizia que um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele.

[...] Poesia está mais para lição de vida que lição de casa. E depois vá em frente. Procure outros poetas. Estão todos na livraria, biblioteca ou página da internet mais próxima.

Você nunca mais estará tão sozinho a ponto de achar que precisa de um livro de autoajuda para mostrar o caminho das pedras.

TAVARES, Ulisses. Discutindo Literatura. Escala Educacional.

São Paulo, ano 2, n. 8. p. 20-21. Adaptado.

A oração destacada no trecho do Texto I “Você nunca mais estará tão sozinho a ponto de achar que precisa de um livro de autoajuda para mostrar o caminho das pedras.” pode ser substituída, sem alteração do sentido, por

 

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76957 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Poesia: a melhor autoajuda

Calma, esperançoso leitor, iludida leitora, não fiquem bravos comigo, mas ler autoajuda geralmente só é bom para os escritores de autoajuda. Pois não existe receita para ser feliz ou dar certo na vida.

Sabe por quê?

Porque, na maior parte das vezes, apenas você sabe o que é bom e serve para você. O que funciona para um nem sempre funciona para outro.

Os únicos livros de autoajuda que merecem respeito, e são úteis mesmo, são aqueles que ensinam novas receitas de bolo, como consertar objetos quebrados em casa ou como operar um computador. Ou seja, lidar com as coisas concretas, reais, exige um conhecimento também real, tintim por tintim, item por item.

Com gente é diferente. Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer.

E se você precisa de conforto ou conselhos, existem caminhos bem mais fáceis, boa parte deles de graça: igrejas, templos, botecos, amigos ou parentes… Lembrou? Se alguém anda necessitado de regras, palavras de ordem e comandos enérgicos sobre o que fazer, melhor entrar para o exército. Mas, se você não quer deixar ninguém mandar em você, tenha coragem e encare-se de frente. Não adianta fugir de seus medos, suas dores, suas fragilidades, suas tristezas.(a) Elas sempre correm juntinho, coladas em você. Tentar ser perfeito, fazer o máximo, transformar-se em outro(b) dói mais ainda. Colar um sorriso no rosto, enquanto chora por dentro, é para palhaço de circo.

Portanto, entregue-se, seja apenas um ser humano cheio de dúvidas e certezas, alegrias e aflições. Aproveite e use algo que, isso sim, com certeza é igual em todos nós: a capacidade de imaginar, de voar, se entregar.(c) Se nem Freud explica, tente a poesia.

A poesia vai resolver seus problemas existenciais? Provavelmente, não. A poesia, às vezes, é como aquele bordão do Chacrinha, não veio para explicar, mas para confundir. Quando acerta, é por acaso, como na vida. Ficar confuso é o normal, relaxe e aproveite.(d)

Selecionamos alguns trechos de poemas que provavelmente falam das respostas que você anda procurando em livros de autoajuda. Tomara que ajudem.

O próprio pai da Psicanálise, Sigmund Freud [...], admitiu que, aonde quer que ele fosse ou olhasse, um poeta já havia passado por ali. Então, venha junto com os poetas que indicamos aqui.

O sábio poeta Mário Quintana já dizia que um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele.

[...] Poesia está mais para lição de vida que lição de casa. E depois vá em frente. Procure outros poetas. Estão todos na livraria, biblioteca ou página da internet(e) mais próxima.

Você nunca mais estará tão sozinho a ponto de achar que precisa de um livro de autoajuda para mostrar o caminho das pedras.

TAVARES, Ulisses. Discutindo Literatura. Escala Educacional.

São Paulo, ano 2, n. 8. p. 20-21. Adaptado.

No Texto I, o autor usa o recurso expressivo de encadeamento sucessivo de palavras.

Em qual trecho essa repetição funciona como intensificação de sentimentos?

 

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76956 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Poesia: a melhor autoajuda

Calma, esperançoso leitor, iludida leitora, não fiquem bravos comigo, mas ler autoajuda geralmente só é bom para os escritores de autoajuda. Pois não existe receita para ser feliz ou dar certo na vida.

Sabe por quê?

Porque, na maior parte das vezes, apenas você sabe o que é bom e serve para você. O que funciona para um nem sempre funciona para outro.

Os únicos livros de autoajuda que merecem respeito, e são úteis mesmo, são aqueles que ensinam novas receitas de bolo, como consertar objetos quebrados em casa ou como operar um computador. Ou seja, lidar com as coisas concretas, reais, exige um conhecimento também real, tintim por tintim, item por item.

Com gente é diferente. Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer.

E se você precisa de conforto ou conselhos, existem caminhos bem mais fáceis, boa parte deles de graça: igrejas, templos, botecos, amigos ou parentes… Lembrou? Se alguém anda necessitado de regras, palavras de ordem e comandos enérgicos sobre o que fazer, melhor entrar para o exército. Mas, se você não quer deixar ninguém mandar em você, tenha coragem e encare-se de frente. Não adianta fugir de seus medos, suas dores, suas fragilidades, suas tristezas. Elas sempre correm juntinho, coladas em você. Tentar ser perfeito, fazer o máximo, transformar-se em outro dói mais ainda. Colar um sorriso no rosto, enquanto chora por dentro, é para palhaço de circo.

Portanto, entregue-se, seja apenas um ser humano cheio de dúvidas e certezas, alegrias e aflições. Aproveite e use algo que, isso sim, com certeza é igual em todos nós: a capacidade de imaginar, de voar, se entregar. Se nem Freud explica, tente a poesia.

A poesia vai resolver seus problemas existenciais? Provavelmente, não. A poesia, às vezes, é como aquele bordão do Chacrinha, não veio para explicar, mas para confundir. Quando acerta, é por acaso, como na vida. Ficar confuso é o normal, relaxe e aproveite.

Selecionamos alguns trechos de poemas que provavelmente falam das respostas que você anda procurando em livros de autoajuda. Tomara que ajudem.

O próprio pai da Psicanálise, Sigmund Freud [...], admitiu que, aonde quer que ele fosse ou olhasse, um poeta já havia passado por ali. Então, venha junto com os poetas que indicamos aqui.

O sábio poeta Mário Quintana já dizia que um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele.

[...] Poesia está mais para lição de vida que lição de casa. E depois vá em frente. Procure outros poetas. Estão todos na livraria, biblioteca ou página da internet mais próxima.

Você nunca mais estará tão sozinho a ponto de achar que precisa de um livro de autoajuda para mostrar o caminho das pedras.

TAVARES, Ulisses. Discutindo Literatura. Escala Educacional.

São Paulo, ano 2, n. 8. p. 20-21. Adaptado.

O trecho “Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer.” está reescrito em uma única sentença, sem alteração do sentido, e pontuada de acordo com a norma-padrão, em:

 

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Questão presente nas seguintes provas
76955 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: PROMINP

Poesia: a melhor autoajuda

Calma, esperançoso leitor, iludida leitora, não fiquem bravos comigo, mas ler autoajuda geralmente só é bom para os escritores de autoajuda. Pois não existe receita para ser feliz ou dar certo na vida.

Sabe por quê?

Porque, na maior parte das vezes, apenas você sabe o que é bom e serve para você. O que funciona para um nem sempre funciona para outro.

Os únicos livros de autoajuda que merecem respeito, e são úteis mesmo, são aqueles que ensinam novas receitas de bolo, como consertar objetos quebrados em casa ou como operar um computador. Ou seja, lidar com as coisas concretas, reais, exige um conhecimento também real, tintim por tintim, item por item.

Com gente é diferente. Gente não vem com manual de instruções quando nasce. Nem para viver nem para morrer.

E se você precisa de conforto ou conselhos, existem caminhos bem mais fáceis, boa parte deles de graça: igrejas, templos, botecos, amigos ou parentes… Lembrou? Se alguém anda necessitado de regras, palavras de ordem e comandos enérgicos sobre o que fazer, melhor entrar para o exército. Mas, se você não quer deixar ninguém mandar em você, tenha coragem e encare-se de frente. Não adianta fugir de seus medos, suas dores, suas fragilidades, suas tristezas. Elas sempre correm juntinho, coladas em você. Tentar ser perfeito, fazer o máximo, transformar-se em outro dói mais ainda. Colar um sorriso no rosto, enquanto chora por dentro, é para palhaço de circo.

Portanto, entregue-se, seja apenas um ser humano cheio de dúvidas e certezas, alegrias e aflições. Aproveite e use algo que, isso sim, com certeza é igual em todos nós: a capacidade de imaginar, de voar, se entregar. Se nem Freud explica, tente a poesia.

A poesia vai resolver seus problemas existenciais? Provavelmente, não. A poesia, às vezes, é como aquele bordão do Chacrinha, não veio para explicar, mas para confundir. Quando acerta, é por acaso, como na vida. Ficar confuso é o normal, relaxe e aproveite.

Selecionamos alguns trechos de poemas que provavelmente falam das respostas que você anda procurando em livros de autoajuda. Tomara que ajudem.

O próprio pai da Psicanálise, Sigmund Freud [...], admitiu que, aonde quer que ele fosse ou olhasse, um poeta já havia passado por ali. Então, venha junto com os poetas que indicamos aqui.

O sábio poeta Mário Quintana já dizia que um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente… e não a gente a ele.

[...] Poesia está mais para lição de vida que lição de casa. E depois vá em frente. Procure outros poetas. Estão todos na livraria, biblioteca ou página da internet mais próxima.

Você nunca mais estará tão sozinho a ponto de achar que precisa de um livro de autoajuda para mostrar o caminho das pedras.

TAVARES, Ulisses. Discutindo Literatura. Escala Educacional.

São Paulo, ano 2, n. 8. p. 20-21. Adaptado.

Na sentença “Sabe por quê?” (Texto I), a palavra destacada é um pronome interrogativo.

Em qual das sentenças há também pronome interrogativo?

 

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