Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

3108983 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

O eu lírico aspira terra natal, não se esquece. Está ansioso voltar São Paulo para contemplar Rua 15.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108982 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

Assinale a alternativa em conformidade com a norma-padrão de pontuação.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108981 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Canto de regresso à Pátria

Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo

(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)

No poema, é correto afirmar que o eu lírico

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108980 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

No 5º parágrafo do texto, a expressão destacada estabelece circunstância de “modo”, assim como o termo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108979 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir das informações do texto, está em conformidade com a norma-padrão de concordância.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108978 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Sem prejuízo de sentido ao texto original, na frase do 2º parágrafo – Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha... –, o trecho destacado pode ser substituído por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108977 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Quanto ao sentido, a frase do 3º parágrafo – Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações. – está corretamente reescrita em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108976 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Aflições paulistanas

Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.

Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.

Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.

Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.

Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.

Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.

Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)

Dados da pesquisa Datafolha revelam que a população paulistana se sente

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108975 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3435737-1

(Galvão Bertazzi, “Vida besta”. Folha de S.Paulo, 01.09.2023. Adaptado)

Em conformidade com a norma-padrão, a lacuna da frase – O cheiro da minha infância nesta casa e marcas que o tempo fizera questão de acentuar certamente num templo sagrado de lembranças inestimáveis. – deve ser preenchia com:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3108974 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Regula SP

Leia a tira para responder à questão.

Enunciado 3435736-1

(Galvão Bertazzi, “Vida besta”. Folha de S.Paulo, 01.09.2023. Adaptado)

A frase proferida no último quadro – Demolir essa porcaria e fazer estacionamento. Tragam as máquinas, rapazes! – expressa

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas