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Canto de regresso à Pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)
O eu lírico aspira terra natal, não se esquece. Está ansioso voltar São Paulo para contemplar Rua 15.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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Canto de regresso à Pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)
Assinale a alternativa em conformidade com a norma-padrão de pontuação.
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Canto de regresso à Pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
(Oswald de Andrade, Canto de regresso à Pátria)
No poema, é correto afirmar que o eu lírico
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Aflições paulistanas
Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.
Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.
Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.
Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.
Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
No 5º parágrafo do texto, a expressão destacada estabelece circunstância de “modo”, assim como o termo:
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Aflições paulistanas
Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.
Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.
Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.
Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.
Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir das informações do texto, está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Aflições paulistanas
Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.
Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.
Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.
Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.
Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)
Sem prejuízo de sentido ao texto original, na frase do 2º parágrafo – Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha... –, o trecho destacado pode ser substituído por:
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Aflições paulistanas
Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.
Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.
Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.
Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.
Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)
Quanto ao sentido, a frase do 3º parágrafo – Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações. – está corretamente reescrita em:
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Aflições paulistanas
Complexa e multifatorial, a percepção de insegurança em uma sociedade combina experiências pessoais e de seu círculo próximo; estereótipos e preconceitos sobre regiões e classes sociais; a amplitude do noticiário sobre violência na mídia; e, por óbvio, a constatação matemática dos atos criminosos.
Esse amálgama difuso está no cerne da pesquisa Datafolha que apontou a violência como a maior preocupação dos paulistanos. Para 22% deles, a segurança pública é o maior problema da capital. São 10 pontos percentuais a mais em relação ao último levantamento, de 2020, e 6 pontos à frente da saúde – tema que liderou as aflições dos moradores nos últimos 11 anos. Vêm na sequência transporte coletivo (8%), educação (6%) e buracos na rua (6%). A margem de erro é de três pontos percentuais.
Estatísticas recentes da violência, embora não peremptórias, apontam possíveis explicações.
Dados do governo paulista sobre homicídios dolosos (alta de 2,3%) e roubos (queda de 2,4%) na capital mostram certa estabilidade entre o primeiro semestre deste ano e o de 2022. Já os latrocínios tiveram redução expressiva de 26,7%. Furtos (alta de 6,9%) e estupros (26%) são contraponto relevante – registre-se que este último delito é sempre passível de subnotificações.
Não à toa, o receio com a violência é ainda maior na região central, marcada nos últimos meses por tumultos, saques, protestos e recordes de furtos e roubos – notadamente de telefones celulares, prática disseminada por quadrilhas especializadas e que afeta, inclusive, as camadas mais pobres.
Há muito o que a prefeitura possa fazer. A situação urbana, com iluminação pública precária e proliferação da população de rua, reduz o ir e vir e amplia a sensação de medo.
Para os que almejam comandar a capital a partir de 2025, resta observar que os paulistanos seguem resilientes – 9 em 10 estão satisfeitos por morar na cidade –, mas apreensivos em relação a sua integridade física e de seus familiares.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 04.09.2023. Adaptado)
Dados da pesquisa Datafolha revelam que a população paulistana se sente
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Leia a tira para responder à questão.

(Galvão Bertazzi, “Vida besta”. Folha de S.Paulo, 01.09.2023. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão, a lacuna da frase – O cheiro da minha infância nesta casa e marcas que o tempo fizera questão de acentuar certamente num templo sagrado de lembranças inestimáveis. – deve ser preenchia com:
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Leia a tira para responder à questão.

(Galvão Bertazzi, “Vida besta”. Folha de S.Paulo, 01.09.2023. Adaptado)
A frase proferida no último quadro – Demolir essa porcaria e fazer estacionamento. Tragam as máquinas, rapazes! – expressa
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