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Dois compradores compraram os produtos X e Y em um mesmo lugar, com a mesma condição de preço pago. O primeiro comprador comprou 12 unidades do produto X e 15 unidades do produto Y, pagando o total de R$ 405,00, enquanto que o segundo comprou 10 unidades do produto X e menos de 20 unidades do produto Y, pagando o total de R$ 346,00. A diferença entre o preço unitário pago no produto Y e o preço unitário pago no produto X, por esses compradores, foi de
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Em um condomínio de indústrias, sinais sonoros de mesma duração são disparados por duas delas como indicativos para alguns de seus processos. De uma indústria A, a cada 5 horas, é disparado um sinal sonoro, enquanto que de outra indústria, B, um sinal sonoro é disparado a cada 8 horas, ambos de forma contínua. Às 8h do dia 1º.09.2023, os sinais sonoros de ambas as indústrias foram disparados. Isso significa que, durante aquele mês de setembro, o número de vezes, incluindo a do dia 1º, em que os sinais sonoros de ambas as indústrias foram disparados ao mesmo tempo foi igual a
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O gráfico apresenta algumas informações sobre a quantidade de colaboradores que ingressaram em uma repartição pública, por meio dos concursos realizados nos anos 2020 a 2022:
Número de ingressantes

Sabendo-se que o ângulo central do setor que indica o número de colaboradores ingressantes no concurso de 2021 tem medida de 150º, é correto afirmar que o número de colaboradores ingressantes no ano de 2022 é igual a
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Em um grupo de trabalhadores, 12 exercem suas funções em empresas do setor público, e os demais, em empresas do setor privado. Sabendo-se que não há trabalhador, nesse grupo, que exerce funções ao mesmo tempo em ambos os setores, e que a razão dos números de trabalhadores que exercem suas funções no setor público e de trabalhadores que exercem suas funções no setor privados é !$ \dfrac 4 9 !$, é correto afirmar que o número de trabalhadores que exercem suas funções no setor privado excede o número de trabalhadores que exercem suas funções no setor público em
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Um octógono tem todos os ângulos retos. Dois vértices desse octógono e um ponto sobre um de seus lados determinam um triângulo de área 9 cm2, de acordo com a figura, que também indica, em cm, a medida de alguns lados em função de uma constante x.

Se a área desse octógono é 72 cm2, seu perímetro é igual a
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O cansaço excessivo se deve hábitos de vida modernos que se sobrepõem necessidade humana de repouso e reflexão. Isso faz com que muitas pessoas recorram medicações que prometem aumentar ainda mais a produtividade.
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
Está em sentido próprio, no contexto em que foi empregado, o termo destacado em:
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Em 1974, o psicólogo alemão Herbert Freudenberger usou o termo burnout para descrever o crescente número de casos de colapso físico ou mental causado pelo excesso de trabalho e pelo estresse. Nos anos seguintes, a sensação de profunda exaustão parece ter passado, gradativamente, a tomar conta da sociedade.
Ao mesmo tempo, houve uma progressiva ampliação do conjunto de circunstâncias culturais que potencializam os avanços de quadros de cansaços crônicos. Nesse contexto, o perene estado de exaustão pode ser pensado como o produto de um protesto interno contra todas as exigências que nos rodeiam tanto dentro quanto fora do mundo do trabalho.
As listas intermináveis de tarefas, por exemplo, podem levar a uma angustiante sensação de impotência na alocação do tempo. No meio de tantas prioridades, aquilo que, de fato, é prioridade, como os cuidados básicos com a saúde, acaba ficando em segundo plano. Priorizar o que não é prioridade é uma das marcas da sociedade contemporânea e isso tem gerado um mal-estar que tem o potencial de afetar negativamente as escolhas individuais em várias dimensões.
O estresse provocado pelo agitado mundo moderno costuma gerar quadros de irritabilidade, insônia, alcoolismo e transtornos alimentares e ter diversos desdobramentos negativos sobre a qualidade de vida. Dar o melhor de si passou a não ser suficiente quando a realidade do cotidiano vai minando o ímpeto de alcançar as crescentes demandas e expectativas do que é visto socialmente como o ideal.
O incessante barulho narcisístico das redes sociais sequestrou os momentos que antes eram usados para contemplação e reflexão. Em certo sentido, o celular se tornou uma ferramenta de perseguição implacável. Não é só a rotina do trabalho que está sobrecarregando nossas mentes. A sociedade atual forjou uma cultura sem interruptor para desligar.
(Michael França. Exaustão crônica reflete o mal-estar contemporâneo. Folha de S. Paulo. 18.09.2023. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto concluir que o burnout
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