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Las secretarías de Economía (SE) y de Hacienda (SH) acordaron otorgar más beneficios arancelarios en la importación de insumos a la industria maquiladora de exportación, principalmente al sector eléctrico-electrónico, informó Rocío Ruiz Chávez, subsecretaria de Comercio Interior (SI) de la SE. Dentro del Programa de Competitividad para la Electrónica _ que se dará a conocer en los próximos días en Tijuana, Baja California_, indicó, se prevé integrar a los Programas de Promoción Sectorial (Prosec) 200 fracciones con arancel cero y disminuir la tarifa de 150 incorporadas al International Tecnology Agreement (ITA).
Con esas acciones, destacó, las maquiladoras del ramo podrán importar el mayor número de sus componentes con una tasa cero; y adelantó que los otros programas sectoriales que presentará la Secretaría de Economía (SE) antes de que concluya este mes serán el de la industria del software, y el automotriz , y para lo que resta del año "quisiéramos sacar el de textil-confección".
La funcionaria admitió que la SI le cargó la mano a las maquiladoras en 2001, principalmente a las del ramo textil, pues se sospechaba que por ahí estaban entrando los mayores volúmenes de contrabando. Se eliminaron muchos de sus privilegios y se establecieron trámites y requisitos, por lo que estuvieron a punto de cargarse al sector. La recesión de la economía estadounidense, nuestro principal mercado de exportación, y la fortaleza del peso frente al dólar, hicieron que la industria del ensamble perdiera competitividad durante 2001 y registrara su peor año, señaló.
La subsecretaria afirmó que al gobierno le interesa retener la maquila en el mercado doméstico. Acotó que les causó alarma el inicio de la emigración de empresas de confección y todavía más las del sector electrónico, que derraman tecnología. Consideró
lógica la salida de las firmas de confección dadas la falta de competitividad en mano de obra y la insuficiencia de los incentivos, que se restringen a la cuestión arancelaria.
El financiero (México) 23.07.02
Según el texto, la emigración de empresas de maquila:
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Em artigo publicado na década de noventa, o professor Paul Krugman explicava que todos aqueles países que falavam inglês haviam tido um desempenho econômico acima da média de seus vizinhos e que o inglês estava se tornando rapidamente a língua franca dos negócios, do turismo e da internet. Assim, os processos de fusão de empresas, tão comuns naquele tempo, só teriam sucesso se utilizassem o inglês como língua de integração das corporações.
Essa visão nos preocupou quando resolvemos integrar todas as áreas de consultoria espalhadas pela América Latina em uma
única divisão de consultoria. Mas ficou uma pergunta no ar: "que língua oficial adotar"? O espanhol ou o português acirraria a rivalidade que já era bastante grande no campo dos esportes. Adotar o inglês teria a vantagem da neutralidade e da facilidade de interação com nossos colegas de outras regiões, mas com perda significativa na agilidade da comunicação e no andamento das reuniões. Foi adotada então uma postura única: haveria três línguas oficiais. Essa pequena sutileza significava, na verdade, que todos eram obrigados a entender as três línguas, mas poderiam se expressar no idioma em que se sentissem mais à vontade. Hoje, cinco anos depois, sentimos que essa decisão foi fundamental para o nosso processo de integração, e a lição aprendida é que muitas vezes a criatividade local pode ser mais efetiva que verdades importadas.
(José Luiz Rossi, Integração cultural na América Latina, CLASSE ESPECIAL, 89/2001, com adaptações)
Marque a opção em que, de acordo com as idéias do texto, existe uma relação de condição do tipo
Se X então Y
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Se a participação societária da Cia. Ita na Cia. Itacolomi for de 20% do capital total, a participação dessa empresa na Cia. Itajubá é:
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Assinale a opção em que o trecho está gramaticalmente correto.
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O percentual de participação indireta da Cia. Itararé na Cia. Itaipu é:
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