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Assinale a opção que preenche as lacunas de forma gramaticalmente correta, coesa e coerente.
O País é considerado no exterior um grande mercado, principalmente a partir da ampliação da distribuição de renda que houve nos últimos anos. Por outro lado, a política do governo, __1__prioridade à expansão do consumo, sem temer o uso de muitos incentivos com esse objetivo, estimulou __2__os interesses externos no nosso mercado doméstico.
Soma-se a isso o fato __3__, na economia mundial atual, são escassas as oportunidades de grandes negócios e existe um excesso de liquidez, o que torna os investidores ainda mais propensos a investir no Brasil. A forma mais simples e direta é a compra de uma empresa nacional já em funcionamento, __4__ uma injeção não muito grande de capital pode aumentar significativamente sua eficiência. Esse tipo de aporte de capital interessa ao Brasil,__5__ representa entrada de divisas que ajudam a cobrir o déficit em transações correntes do balanço de pagamentos.
(Editorial, O Estado de S. Paulo, 2/8/2012)
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Assinale a opção que constitui continuação gramaticalmente correta, coesa e coerente para o texto a seguir.
Apesar do nível de emprego ainda elevado, a situação da indústria brasileira piorou consideravelmente desde o ano passado e hoje destoa muito menos do padrão internacional. As medidas tomadas pelo governo para isolar o País da crise externa, ou para reduzir, pelo menos, o risco de contágio, foram insuficientes, até agora, para impulsionar a indústria de transformação. A manutenção do emprego, a elevação do salário real, a rápida expansão do crédito e a redução de impostos para alguns setores estimularam o consumo, mas a produção manufatureira foi incapaz de acompanhar a demanda interna.
(Editorial, O Estado de S. Paulo, 2/8/2012)
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Assinale a opção que, ao preencher a lacuna do parágrafo, provoca erro gramatical e/ou incoerência na argumentação do texto.
A inflação, que deveria voltar a ser um problema só no ano que vem, vai causar preocupação no curto prazo. , mais uma vez a taxa vai ficar acima do centro, ainda que permaneça dentro da margem de segurança. A alta foi pequena, mas dá uma ideia do pessimismo que anda dominando os mercados.
(Adaptado de Correio Braziliense, de 7 de agosto de 2012)
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
O Brasil tem o terceiro maior spread bancário do mundo. O nosso fechou 2011 em 33% – só perdemos para Quirquistão (34%) e Madagascar (42%). Países mais parecidos com o Brasil, como Chile e México, cobram entre 3% e 4%. Há(a) possíveis explicações para a anomalia(a). A mais controversa é se(b) a competição aqui é mais branda do que em outros mercados. Não funcionam no Brasil mecanismos que, no exterior, fazem com que os bancos disputem(c) clientes de forma mais agressiva. O principal deles é o cadastro positivo, um sistema que permite a troca de informações de quem paga seus empréstimos em dia. Ele foi aprovado há quase um ano, mas até agora não deslanchou. Os bancos dizem que as informações são precárias, porque os clientes(d) precisam autorizar a inclusão de seu nome e retirá-lo se quiserem(d), o que torna o sistema pouco confiável. O spread elevado também se deve a fatores(e) como alta carga tributária e inadimplência – os empréstimos atrelados a garantias(e) são incipientes, o que aumenta o risco de um calote.
(Adaptado de Exame, ano 46, n. 7, 18/4/2012)
Assinale a opção que dá justificativa correta para o uso das estruturas linguísticas no texto.
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
O Brasil tem o terceiro maior spread bancário do mundo. O nosso fechou 2011 em 33% – só perdemos para Quirquistão (34%) e Madagascar (42%). Países mais parecidos com o Brasil, como Chile e México, cobram entre 3% e 4%. Há possíveis explicações para a anomalia. A mais controversa(a) é se a competição aqui é mais branda do que em outros mercados. Não funcionam no Brasil mecanismos(b) que, no exterior, fazem com que os bancos disputem clientes de forma mais agressiva. O principal deles é o cadastro positivo, um sistema(d) que permite a troca de informações(c) de quem paga seus empréstimos em dia. Ele foi aprovado há quase um ano, mas até agora não deslanchou. Os bancos dizem que as informações são precárias, porque os clientes precisam autorizar a inclusão de seu nome e retirá-lo se quiserem, o que torna o sistema pouco confiável. O spread elevado também se deve a fatores como alta carga tributária e inadimplência – os empréstimos atrelados a garantias(e) são incipientes, o que aumenta o risco de um calote.
(Adaptado de Exame, ano 46, n. 7, 18/4/2012)
Preservam-se as relações argumentativas do texto, bem como sua correção gramatical, ao inserir
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
O governo dá sinais de que(a) parece superar a longa fase de negação do problema e está mais perto de formatar uma agenda para enfrentar a deterioração das contas do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
Não estão em pauta medidas juridicamente controversas nem de impacto sobre o orçamento no curto prazo, mas decisões a serem tomadas logo para atenuar, no futuro, a expansão da despesa com a Previdência. Hoje, ela já é da ordem de 10% do PIB (incluindo o setor público), comparável à de países(b) mais ricos e com maior número de idosos.
No caso dos atuais segurados, o fundamental para equilibrar as contas é desencorajar as aposentadorias precoces admitidas pela legislação. A alternativa à mão é a fórmula(d) batizada de 85/95, em que(c) os números(d) se referem à soma da idade com o tempo de contribuição a ser exigida, respectivamente, de mulheres e homens. A regra, fácil de entender, substituiria o fator previdenciário.
Além disso, caberia impor aos futuros participantes do mercado de trabalho, por exemplo, uma idade mínima para a aposentadoria, como nos regimes previdenciários da maioria dos países. Trabalha-se(e) com 60 anos para mulheres e 65 para homens, números que serão objeto de negociação no Congresso. Atualmente, há quem se aposente(e) antes dos 50, com base no tempo de contribuição (30 e 35 anos, respectivamente, para obter o benefício integral). O outro item da agenda, disciplinar as pensões por morte, reúne melhores condições para engendrar uma ação mais imediata, talvez, dadas a dimensão e a obviedade das anomalias por corrigir. Viúvos e órfãos custaram R$ 100 bilhões ao erário no ano passado (cerca de 20% do gasto previdenciário total), dos quais R$ 60 bilhões na carteira do INSS e o restante no regime dos servidores públicos.
Trata-se de um desembolso dos mais liberais no mundo, resultado de uma legislação extravagante. Não leva em conta, por exemplo, o período de contribuição pelo segurado, a idade do beneficiário ou sua capacidade de sustentar-se.
(Editorial, Folha de S. Paulo, 2/8/2012)
Em relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
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Considere o texto abaixo para responder à questão.
O governo dá sinais de que parece superar a longa fase de negação do problema e está mais perto de formatar uma agenda para enfrentar a deterioração das contas do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.
Não estão em pauta medidas juridicamente controversas nem de impacto sobre o orçamento no curto prazo, mas decisões a serem tomadas logo para atenuar, no futuro, a expansão da despesa com a Previdência. Hoje, ela já é da ordem de 10% do PIB (incluindo o setor público), comparável à de países mais ricos e com maior número de idosos.
No caso dos atuais segurados, o fundamental para equilibrar as contas é desencorajar as aposentadorias precoces admitidas pela legislação. A alternativa à mão é a fórmula batizada de 85/95, em que os números se referem à soma da idade com o tempo de contribuição a ser exigida, respectivamente, de mulheres e homens. A regra, fácil de entender, substituiria o fator previdenciário.
Além disso, caberia impor aos futuros participantes do mercado de trabalho, por exemplo, uma idade mínima para a aposentadoria, como nos regimes previdenciários da maioria dos países. Trabalha-se com 60 anos para mulheres e 65 para homens, números que serão objeto de negociação no Congresso. Atualmente, há quem se aposente antes dos 50, com base no tempo de contribuição (30 e 35 anos, respectivamente, para obter o benefício integral). O outro item da agenda, disciplinar as pensões por morte, reúne melhores condições para engendrar uma ação mais imediata, talvez, dadas a dimensão e a obviedade das anomalias por corrigir. Viúvos e órfãos custaram R$ 100 bilhões ao erário no ano passado (cerca de 20% do gasto previdenciário total), dos quais R$ 60 bilhões na carteira do INSS e o restante no regime dos servidores públicos.
Trata-se de um desembolso dos mais liberais no mundo, resultado de uma legislação extravagante. Não leva em conta, por exemplo, o período de contribuição pelo segurado, a idade do beneficiário ou sua capacidade de sustentar-se.
(Editorial, Folha de S. Paulo, 2/8/2012)
Com base nas ideias do texto, assinale a opção correta.
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Com base na leitura do texto abaixo, responda à questão.
No período de 1727 a 1760, auge da produção aurífera, a Coroa havia cunhado(a), em média, 01(um) conto e 1555 mil réis em moedas de ouro por ano, uma fortuna. Daí por diante, porém, a quantidade de dinheiro que circulava na economia sofreu um impacto tremendo. No decênio 1761-1770, a cunhagem anual de moedas de ouro caiu 18%. A queda continuaria no período 1771 a 1790. Ou seja, na penúltima década do século XVIII, a injeção de moedas de ouro que a economia portuguesa recebia anualmente era um quinto do que fora três décadas antes(c). O dinheiro estava desaparecendo.
Num primeiro momento, a reação de funcionários graduados da Coroa foi atribuir(e) a queda nas remessas de ouro para Lisboa a um suposto aumento da sonegação no Brasil.
(...)
Fiando-se que a causa central do problema era a sonegação, a Coroa acochou (ainda mais) a colônia. Logo no primeiro ano em que os mineradores não conseguiram cumprir integralmente a cota do quinto, Lisboa aplicou um instrumento de cobrança fiscal que se tornaria sinônimo de tirania: a derrama. O objetivo da derrama era obrigar os colonos a completarem(b) a parcela do quinto não recolhido. Os meios utilizados iam da pressão à violência física. (...) Havia formas de coleta ainda mais abusivas. Sem nenhum aviso prévio, guardas armados costumavam invadir residências para efetuar o confisco, operações que acabavam em violência e prisões.
A inquietude, é claro, tomou conta das sociedades que viviam em áreas de mineração, mas a Coroa não se importava com isso. A única meta era irrigar as finanças reais. (...)
A intenção era recolher 634 quilos de ouro referentes ao pagamento a menor, ocorrido no período 1769-1771. Mesmo com toda a violência, o resultado da derrama foi pífio: 147 quilos, o que não chegava a um quarto do volume pretendido(d).
(Adaptado de: Figueiredo Lucas, Boa Ventura! A corrida do ouro no Brasil (1697-1810). São Paulo: Record, 2011. Capítulo 15, p.284 e capítulo16, p. 292)
Assinale a opção incorreta a respeito do uso das estruturas linguísticas do texto.
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Com base na leitura do texto abaixo, responda à questão.
No período de 1727 a 1760, auge da produção aurífera(c), a Coroa havia cunhado, em média, 01(um) conto e 1555 mil réis em moedas de ouro por ano, uma fortuna. Daí por diante, porém, a quantidade de dinheiro que circulava na economia sofreu um impacto tremendo. No decênio 1761-1770, a cunhagem anual de moedas de ouro caiu 18%. A queda continuaria no período 1771 a 1790. Ou seja, na penúltima década do século XVIII, a injeção de moedas de ouro que a economia portuguesa recebia anualmente era um quinto do que fora três décadas antes(a). O dinheiro estava desaparecendo.
Num primeiro momento, a reação de funcionários graduados(d) da Coroa foi atribuir a queda nas remessas de ouro para Lisboa a um suposto aumento da sonegação no Brasil.
(...)
Fiando-se que a causa central do problema era a sonegação(b), a Coroa acochou (ainda mais) a colônia. Logo no primeiro ano em que os mineradores não conseguiram cumprir integralmente a cota do quinto, Lisboa aplicou um instrumento de cobrança fiscal que se tornaria sinônimo de tirania: a derrama. O objetivo da derrama era obrigar os colonos a completarem a parcela do quinto não recolhido. Os meios utilizados iam da pressão à violência física. (...) Havia formas de coleta ainda mais abusivas. Sem nenhum aviso prévio, guardas armados costumavam invadir residências para efetuar o confisco, operações que acabavam em violência e prisões.
A inquietude, é claro, tomou conta das sociedades que viviam em áreas de mineração, mas a Coroa não se importava com isso(e). A única meta era irrigar as finanças reais. (...)
A intenção era recolher 634 quilos de ouro referentes ao pagamento a menor, ocorrido no período 1769-1771. Mesmo com toda a violência, o resultado da derrama foi pífio: 147 quilos, o que não chegava a um quarto do volume pretendido.
(Adaptado de: Figueiredo Lucas, Boa Ventura! A corrida do ouro no Brasil (1697-1810). São Paulo: Record, 2011. Capítulo 15, p.284 e capítulo16, p. 292)
Marque a opção que fornece a correta justificativa para as relações de coesão referencial no texto.
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Com base na leitura do texto abaixo, responda à questão.
No período de 1727 a 1760, auge da produção aurífera, a Coroa havia cunhado, em média, 01(um) conto e 1555 mil réis em moedas de ouro por ano, uma fortuna. Daí por diante, porém, a quantidade de dinheiro que circulava na economia sofreu um impacto tremendo. No decênio 1761-1770, a cunhagem anual de moedas de ouro caiu 18%. A queda continuaria no período 1771 a 1790. Ou seja, na penúltima década do século XVIII, a injeção de moedas de ouro que a economia portuguesa recebia anualmente era um quinto do que fora três décadas antes. O dinheiro estava desaparecendo.
Num primeiro momento, a reação de funcionários graduados da Coroa foi atribuir a queda nas remessas de ouro para Lisboa a um suposto aumento da sonegação no Brasil.
(...)
Fiando-se que a causa central do problema era a sonegação, a Coroa acochou (ainda mais) a colônia. Logo no primeiro ano em que os mineradores não conseguiram cumprir integralmente a cota do quinto, Lisboa aplicou um instrumento de cobrança fiscal que se tornaria sinônimo de tirania: a derrama. O objetivo da derrama era obrigar os colonos a completarem a parcela do quinto não recolhido. Os meios utilizados iam da pressão à violência física. (...) Havia formas de coleta ainda mais abusivas. Sem nenhum aviso prévio, guardas armados costumavam invadir residências para efetuar o confisco, operações que acabavam em violência e prisões.
A inquietude, é claro, tomou conta das sociedades que viviam em áreas de mineração, mas a Coroa não se importava com isso. A única meta era irrigar as finanças reais. (...)
A intenção era recolher 634 quilos de ouro referentes ao pagamento a menor, ocorrido no período 1769-1771. Mesmo com toda a violência, o resultado da derrama foi pífio: 147 quilos, o que não chegava a um quarto do volume pretendido.
(Adaptado de: Figueiredo Lucas, Boa Ventura! A corrida do ouro no Brasil (1697-1810). São Paulo: Record, 2011. Capítulo 15, p.284 e capítulo16, p. 292)
Infere-se das ideias do texto lido que:
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