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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SAAE Alagoinhas-BA
Hoje é consenso que a educação, e o chamado capital humano que ela produz, é fundamental para o desenvolvimento econômico. Crescer com pouco capital humano é possível, mediante a acumulação de capital físico e trabalho não qualificado, mas é difícil a sustentação ao longo do tempo. Essa foi a experiência do Brasil, e em geral da América Latina, no período pós-guerra até o final dos anos 70. Também é possível ter elevados estoques de capital humano e baixas taxas de crescimento, vide os países socialistas, como Cuba, ou ex-socialistas, como a Rússia. Educação é uma condição para o desenvolvimento sustentável, mas não é o suficiente. O progresso tecnológico e o crescimento da concorrência aumentaram os retornos ao capital humano nos últimos anos, ao mesmo tempo banalizando e tornando imprescindível um patamar mínimo de educação. O mercado vem demandando e premiando crescentes anos de escolaridade.
Cláudio Haddad. O desafio da educação. In: Valor Econômico, 26 a 28/1/2001, p. A13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes, relativos ao atual quadro social e econômico brasileiro.
O atual estágio da economia mundial requer trabalhadores em condições de compreender os mecanismos tecnológicos cada vez mais sofisticados presentes na produção.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SAAE Alagoinhas-BA
Hoje é consenso que a educação, e o chamado capital humano que ela produz, é fundamental para o desenvolvimento econômico. Crescer com pouco capital humano é possível, mediante a acumulação de capital físico e trabalho não qualificado, mas é difícil a sustentação ao longo do tempo. Essa foi a experiência do Brasil, e em geral da América Latina, no período pós-guerra até o final dos anos 70. Também é possível ter elevados estoques de capital humano e baixas taxas de crescimento, vide os países socialistas, como Cuba, ou ex-socialistas, como a Rússia. Educação é uma condição para o desenvolvimento sustentável, mas não é o suficiente. O progresso tecnológico e o crescimento da concorrência aumentaram os retornos ao capital humano nos últimos anos, ao mesmo tempo banalizando e tornando imprescindível um patamar mínimo de educação. O mercado vem demandando e premiando crescentes anos de escolaridade.
Cláudio Haddad. O desafio da educação. In: Valor Econômico, 26 a 28/1/2001, p. A13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes, relativos ao atual quadro social e econômico brasileiro.
O texto é claro ao afirmar, categoricamente, que nenhum país se desenvolverá nos dias de hoje se não possuir grande estoque de riquezas naturais e matéria-prima.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SAAE Alagoinhas-BA
Hoje é consenso que a educação, e o chamado capital humano que ela produz, é fundamental para o desenvolvimento econômico. Crescer com pouco capital humano é possível, mediante a acumulação de capital físico e trabalho não qualificado, mas é difícil a sustentação ao longo do tempo. Essa foi a experiência do Brasil, e em geral da América Latina, no período pós-guerra até o final dos anos 70. Também é possível ter elevados estoques de capital humano e baixas taxas de crescimento, vide os países socialistas, como Cuba, ou ex-socialistas, como a Rússia. Educação é uma condição para o desenvolvimento sustentável, mas não é o suficiente. O progresso tecnológico e o crescimento da concorrência aumentaram os retornos ao capital humano nos últimos anos, ao mesmo tempo banalizando e tornando imprescindível um patamar mínimo de educação. O mercado vem demandando e premiando crescentes anos de escolaridade.
Cláudio Haddad. O desafio da educação. In: Valor Econômico, 26 a 28/1/2001, p. A13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes, relativos ao atual quadro social e econômico brasileiro.
A educação sozinha, afirma o texto, é capaz de garantir o desenvolvimento adequado e equilibrado de um país.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SAAE Alagoinhas-BA
Hoje é consenso que a educação, e o chamado capital humano que ela produz, é fundamental para o desenvolvimento econômico. Crescer com pouco capital humano é possível, mediante a acumulação de capital físico e trabalho não qualificado, mas é difícil a sustentação ao longo do tempo. Essa foi a experiência do Brasil, e em geral da América Latina, no período pós-guerra até o final dos anos 70. Também é possível ter elevados estoques de capital humano e baixas taxas de crescimento, vide os países socialistas, como Cuba, ou ex-socialistas, como a Rússia. Educação é uma condição para o desenvolvimento sustentável, mas não é o suficiente. O progresso tecnológico e o crescimento da concorrência aumentaram os retornos ao capital humano nos últimos anos, ao mesmo tempo banalizando e tornando imprescindível um patamar mínimo de educação. O mercado vem demandando e premiando crescentes anos de escolaridade.
Cláudio Haddad. O desafio da educação. In: Valor Econômico, 26 a 28/1/2001, p. A13 (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens seguintes, relativos ao atual quadro social e econômico brasileiro.
Segundo o texto, nenhum país consegue manter seu desenvolvimento econômico para sempre se sua população não tiver acesso à educação.
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O rio São Francisco, que está envolvido com a possível privatização da companhia geradora de energia nele situada, conta com dez grandes e cinco pequenas usinas geradoras de energia. Ele significa para o Nordeste o mesmo que os grandes rios significaram para os mais diversos países. É o rio da integração nacional, que nasce em Minas Gerais e banha quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas.
As águas do São Francisco irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste, saciam a sede de milhões de pessoas e animais, fornecem alimentos, promovem o lazer e a recreação de milhares de famílias, transportam alimentos, pessoas e geram energia para a região. Por tudo isso, o “Velho Chico” não pode ser vendido, retalhado, tem de continuar com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população.
Falta ao Nordeste uma política de uso sustentável da água. Entretanto, as propostas que surgem para resolver o problema da seca são as mais megalomaníacas possíveis, a exemplo do projeto de transposição do Rio São Francisco, sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais e do que acontecerá com os usos múltiplos do rio, principalmente o projeto energético, de abastecimento de água e de irrigação, além da questão do custo/benefícios que um projeto desse porte pode trazer não só para o “Velho Chico”, bem como para as populações ribeirinhas.
Internet:< http://fnucut.org.br/saneamento/terra_agua.> Acesso em 28/10/2003 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes com relação à pontuação e à manutenção das ideias do texto acima.
A transposição do Rio São Francisco sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais, afetará o abastecimento de água e de irrigação, bem como as populações ribeirinhas.
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O rio São Francisco, que está envolvido com a possível privatização da companhia geradora de energia nele situada, conta com dez grandes e cinco pequenas usinas geradoras de energia. Ele significa para o Nordeste o mesmo que os grandes rios significaram para os mais diversos países. É o rio da integração nacional, que nasce em Minas Gerais e banha quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas.
As águas do São Francisco irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste, saciam a sede de milhões de pessoas e animais, fornecem alimentos, promovem o lazer e a recreação de milhares de famílias, transportam alimentos, pessoas e geram energia para a região. Por tudo isso, o “Velho Chico” não pode ser vendido, retalhado, tem de continuar com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população.
Falta ao Nordeste uma política de uso sustentável da água. Entretanto, as propostas que surgem para resolver o problema da seca são as mais megalomaníacas possíveis, a exemplo do projeto de transposição do Rio São Francisco, sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais e do que acontecerá com os usos múltiplos do rio, principalmente o projeto energético, de abastecimento de água e de irrigação, além da questão do custo/benefícios que um projeto desse porte pode trazer não só para o “Velho Chico”, bem como para as populações ribeirinhas.
Internet:< http://fnucut.org.br/saneamento/terra_agua.> Acesso em 28/10/2003 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes com relação à pontuação e à manutenção das ideias do texto acima.
Se o São Francisco for retalhado, não continuará com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população, nem as propostas resolverão o problema da seca.
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O rio São Francisco, que está envolvido com a possível privatização da companhia geradora de energia nele situada, conta com dez grandes e cinco pequenas usinas geradoras de energia. Ele significa para o Nordeste o mesmo que os grandes rios significaram para os mais diversos países. É o rio da integração nacional, que nasce em Minas Gerais e banha quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas.
As águas do São Francisco irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste, saciam a sede de milhões de pessoas e animais, fornecem alimentos, promovem o lazer e a recreação de milhares de famílias, transportam alimentos, pessoas e geram energia para a região. Por tudo isso, o “Velho Chico” não pode ser vendido, retalhado, tem de continuar com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população.
Falta ao Nordeste uma política de uso sustentável da água. Entretanto, as propostas que surgem para resolver o problema da seca são as mais megalomaníacas possíveis, a exemplo do projeto de transposição do Rio São Francisco, sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais e do que acontecerá com os usos múltiplos do rio, principalmente o projeto energético, de abastecimento de água e de irrigação, além da questão do custo/benefícios que um projeto desse porte pode trazer não só para o “Velho Chico”, bem como para as populações ribeirinhas.
Internet:< http://fnucut.org.br/saneamento/terra_agua.> Acesso em 28/10/2003 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes com relação à pontuação e à manutenção das ideias do texto acima.
O “Velho Chico” não pode ser vendido, pois traz muitos benefícios: mata a sede de milhões de pessoas e animais, fornece alimentos, promove o lazer e a recreação de milhares de famílias, transporta alimentos e pessoas e gera energia para a região.
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O rio São Francisco, que está envolvido com a possível privatização da companhia geradora de energia nele situada, conta com dez grandes e cinco pequenas usinas geradoras de energia. Ele significa para o Nordeste o mesmo que os grandes rios significaram para os mais diversos países. É o rio da integração nacional, que nasce em Minas Gerais e banha quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas.
As águas do São Francisco irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste, saciam a sede de milhões de pessoas e animais, fornecem alimentos, promovem o lazer e a recreação de milhares de famílias, transportam alimentos, pessoas e geram energia para a região. Por tudo isso, o “Velho Chico” não pode ser vendido, retalhado, tem de continuar com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população.
Falta ao Nordeste uma política de uso sustentável da água. Entretanto, as propostas que surgem para resolver o problema da seca são as mais megalomaníacas possíveis, a exemplo do projeto de transposição do Rio São Francisco, sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais e do que acontecerá com os usos múltiplos do rio, principalmente o projeto energético, de abastecimento de água e de irrigação, além da questão do custo/benefícios que um projeto desse porte pode trazer não só para o “Velho Chico”, bem como para as populações ribeirinhas.
Internet:< http://fnucut.org.br/saneamento/terra_agua.> Acesso em 28/10/2003 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes com relação à pontuação e à manutenção das ideias do texto acima.
As águas do São Francisco — que nascem em Minas Gerais e banham Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas — irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste.
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O rio São Francisco, que está envolvido com a possível privatização da companhia geradora de energia nele situada, conta com dez grandes e cinco pequenas usinas geradoras de energia. Ele significa para o Nordeste o mesmo que os grandes rios significaram para os mais diversos países. É o rio da integração nacional, que nasce em Minas Gerais e banha quatro estados do Nordeste brasileiro: Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas.
As águas do São Francisco irrigam milhares de hectares das regiões mais áridas do Nordeste, saciam a sede de milhões de pessoas e animais, fornecem alimentos, promovem o lazer e a recreação de milhares de famílias, transportam alimentos, pessoas e geram energia para a região. Por tudo isso, o “Velho Chico” não pode ser vendido, retalhado, tem de continuar com o seu curso normal, trabalhando para o desenvolvimento do Nordeste e da sua população.
Falta ao Nordeste uma política de uso sustentável da água. Entretanto, as propostas que surgem para resolver o problema da seca são as mais megalomaníacas possíveis, a exemplo do projeto de transposição do Rio São Francisco, sem estudos mais profundos a respeito dos impactos ambientais e do que acontecerá com os usos múltiplos do rio, principalmente o projeto energético, de abastecimento de água e de irrigação, além da questão do custo/benefícios que um projeto desse porte pode trazer não só para o “Velho Chico”, bem como para as populações ribeirinhas.
Internet:< http://fnucut.org.br/saneamento/terra_agua.> Acesso em 28/10/2003 (com adaptações).
Julgue os itens seguintes com relação à pontuação e à manutenção das ideias do texto acima.
Apesar da possível privatização da companhia geradora de energia situada no rio São Francisco, esse rio significa, para o Nordeste, o mesmo que grandes rios significaram para os mais diversos países.
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Chuá ... Chuá ...
1 Deixa a cidade formosa morena
Volta pro ameno e doce sertão
Beber a água da fonte que canta
4 Que se levanta do meio do chão
Se tu nasceste cabocla cheirosa
Buscando o gozo do seio da terra
7 Volta pra vida serena da roça
Daquela palhoça do velho sertão
A lua branca de cor prateada
10 Faz a jornada no alto dos céus
Como se fosse uma pomba altaneira
Da cachoeira fazendo escarcéu
13 Quando essa lua na altura distante
Lira ofegante no poente a cair
Dá-me essa trova que o pinho descerra
16 Que eu volto pra serra, que eu quero partir
E a fonte a cantar: chuá... chuá...
E a água a correr: chuê... chuê...
19 Parece que alguém que cheio de mágoa
Deixasse quem há de dizer a saudade
No meio das águas rolando também...
Pedro de Sá Pereira e Ari Pavão. Internet:
<http://www.suacara.com/chua> (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os itens subsequentes.
A forma verbal “há” (v.20) é empregada como verbo auxiliar.
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