Foram encontradas 110 questões.
Trata-se de um exemplo de Equipamento de Proteção Individual (EPI):
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A NR-06 estabelece que toda empresa é obrigada a fornecer gratuitamente o equipamento de proteção individual (EPI) completo aos seus trabalhadores.
O EPI deve ser aprovado pelo órgão nacional competente e estar de acordo com o risco que o profissional se submete, em perfeito estado de conservação e funcionamento.
O objetivo do EPI é:
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As mudanças climáticas geram consequências ambientais graves, muitas até já podem ser observadas atualmente. Uma das consequências do aumento da temperatura do planeta é o aumento do nível do mar, que ocorre em virtude do degelo das geleiras. Isso pode resultar na inundação e na submersão de áreas costeiras, causando diversos prejuízos às pessoas que vivem nessas áreas; as altas temperaturas também podem causar grandes secas, que afetam ativamente a agricultura, ocasionando diversos problemas em relação à produção de alimentos. (adaptado Brasil Escola).
São exemplos de ações do homem que causam essas mudanças climáticas:
I- queima de combustíveis fósseis (derivados do petróleo, carvão mineral e gás natural) para geração de energia, atividades industriais e transportes, contribuindo para o aquecimento global.
II- fenômenos como El Niño e La Niña causam alterações na temperatura média das águas dos oceanos Atlântico e Índico, modificando as condições climáticas das áreas em que atuam.
III- poluição do solo e dos recursos hídricos, o que altera o equilíbrio ambiental.
IV- o desmatamento e a degradação florestal são atividades que emitem gases causadores do efeito estufa (GEE), sobretudo gás carbônico (CO2), que causa a mudança do clima.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
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O 46º presidente dos Estados Unidos eleito tomou posse em 20/1/2021. Trata-se de:
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O Painel de Controle do Windows oferece uma série de ferramentas para controle e configuração do Windows. Dentre as opções abaixo, aquela em que é possível encontrar a opção para modificar a “proteção de tela” é:
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Roberta mora em uma cidade do interior e trabalha na capital. Ela faz o deslocamento para o trabalho de carro de segunda a sexta. Considerando que ela mantenha uma velocidade de 60km/h e gaste 45 minutos no trajeto entre as duas cidades, independente do sentido, quantos quilômetros ela percorre de carro por semana?
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O dia depois de amanhã é quatro dias antes de segunda-feira. Que dia é hoje?
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Luana faz aniversário no dia 12 de setembro e seu irmão Diogo no dia 25 de julho. Em determinado ano, Diogo fez uma grande festa pois fez aniversário num sábado. Luana decidiu que se o seu aniversário fosse no fim de semana ela também faria uma festa no dia do seu aniversário, logo:
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Considere a sequência abaixo:
5, 10, 7, 14, 11, ...
A opção que corresponde ao próximo valor da sequência é:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
Nos recortes do texto:
“...precisa carregar guarda-chuva...
Mas aí, tac, tac, tac ...
...me mostrado orgulhosamente...”,
as palavras grifadas foram formadas, respectivamente, pelo seguinte processo:
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