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Foram encontradas 345 questões.

3469607 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número correto de preposições presentes no trecho a seguir, retirado do texto. Considere, inclusive, as que aparecem contraídas ou combinadas a outras palavras:

“que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente mesmo”.
 

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3469606 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “efemeridade” (l. 18), analise as assertivas a seguir:

I. Trata-se de um substantivo abstrato.
II. A palavra “efeméride” é um adjetivo cujo sentido é relacionado ao da palavra destacada.
III. Um sinônimo possível para a palavra destacada é “transitoriedade”.

Quais estão corretas?
 

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3469605 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 01 e 11 (primeira e segunda ocorrências).
 

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3469604 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Leia a tirinha a seguir e as assertivas a respeito de sua relação com o texto-base desta prova.

Enunciado 3469604-2

Fonte: https://chargesdodenny.blogspot.com/2014/08/memoria-curta.html

I. Tanto a tirinha quanto o texto-base abordam a questão da memória.

E

II. Ambos abordam a memória sob o mesmo ponto de vista: o problema fisiológico do esquecimento.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

 

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3469603 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A autora tem como elemento disparador de sua reflexão a obra de alguém que acabou de falecer.
II. Segundo o texto, nosso dia a dia é repleto de fatos desagradáveis que dependem de nós para serem alterados.
III. Para a autora, nada, nem ninguém pode alterar a forma como lidamos com os fatos desagradáveis do dia a dia.

Quais estão corretas?
 

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3469602 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Em relação às redes privadas virtuais chamadas VPNs (Virtual Private Networks), são características dessas redes, EXCETO:
 

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3469601 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Existem numerosos dispositivos que funcionam como sistemas intermediários em redes, a maioria das empresas que oferece serviços de Web tem um computador especializado, que filtra todo o tráfego que chega na tentativa de remover pacotes indesejados (por exemplo, pacotes de hackers que estejam tentando invadir a rede) ele está conectado à LAN local, normalmente a um switch Ethernet, que roteia pacotes até o servidor desejado. Assinale a alternativa correta sobre qual dispositivo estamos nos referindo.
 

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3469600 Ano: 2024
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Esse tipo de backup é responsável por salvar os documentos que foram alterados desde a realização do último armazenamento, contendo as diferenças entre a cópia original e a atualizada. Embora esse modelo seja mais rápido do que outros, a longo prazo pode ocupar um espaço maior, uma vez que aumenta o número de cópias a cada atualização. O trecho refere-se a qual tipo de backup?
 

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3469599 Ano: 2024
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Malware é o nome genérico para os programas de software mal-intencionados, que podem ser de vários tipos. Um deles é um programa que se anexa a outros para ser executado normalmente, sem que o usuário perceba e a maioria destes transporta uma carga, que pode não causar grandes danos (apenas mostrando uma mensagem ou imagem, por exemplo), ou ser altamente destrutiva, arruinando programas, dados e até mesmo reformatando o disco rígido, entre outras coisas. O trecho refere-se a qual tipo de malware?
 

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3469598 Ano: 2024
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Em relação aos problemas de segurança das redes que podem ser divididos em áreas interligadas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O sigilo, também chamado de confidencialidade, está relacionado ao ato de manter as informações longe de usuários não autorizados.
( ) A autenticação geralmente cuida do processo de determinar com quem se está comunicando antes de revelar informações sigilosas.
( ) O não repúdio trata da garantia de contratos digitais que não usam assinaturas eletrônicas.
( ) O controle de integridade usa assinaturas digitais em mensagens enviadas para garantir que serão entregues integralmente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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