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Foram encontradas 345 questões.

3469617 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Em relação à designação e à contratação temporária prevista na Lei Municipal nº 3.073/2024, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Para suprir a comprovada necessidade de pessoal, poderá haver designação para o exercício de função pública, nos casos de substituição, durante o impedimento do titular do cargo.
( ) Para suprir a comprovada necessidade de pessoal, poderá haver contratação temporária, nos casos de realização de obras e serviços de caráter exclusivamente temporário.
( ) Para suprir a comprovada necessidade de pessoal, poderá haver designação para o exercício de função pública, nos casos de cargo vago, exclusivamente até o seu definitivo provimento, quando não houver candidato aprovado em concurso. Neste caso, a designação não poderá ser superior a 24 meses, permitindo-se uma única prorrogação por igual período.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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3469616 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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A Lei Municipal nº 3.073/2024 prevê a permissão de credenciamento de servidores efetivos, para conduzirem veículos motorizados da frota do SAAE, em apoio ao exercício de sua função, desde que sejam legalmente habilitados e não estejam enquadrados no cargo de motorista ou operador de máquinas. Com base no exposto, analise as assertivas a seguir:

I. Os servidores, condutores credenciados, farão jus a um prêmio motivacional a ser concedido mensalmente em dinheiro, sempre que conduzirem veículos motorizados da frota do SAAE.
II. O servidor nomeado para função comissionada poderá ser credenciado para conduzir veículos motorizados da frota do SAAE, no entanto, não terá direito ao prêmio motivacional.
III. O prêmio motivacional será devido apenas em relação à condução de um único veículo numa mesma jornada.

Quais estão corretas?
 

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3469615 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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A Lei Municipal nº 3.073/2024 prevê que o cargo de Diretor-Presidente do SAAE deverá ter titulação de Ensino Superior, preferencialmente nas seguintes áreas, EXCETO:
 

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3469614 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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A Lei Municipal nº 2.002/2009 refere expressamente os princípios que irão reger os serviços públicos de água, esgotos e manejo de resíduos sólidos. Esses princípios são, EXCETO:
 

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3469613 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Com base na Lei Municipal nº 2.002/2009, são competências exclusivas do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE):

I. Administrar, operar, manter, conservar e explorar, diretamente, os serviços de limpeza pública e o de coleta convencional e/ou seletiva e destinação final de resíduos sólidos exclusivamente residenciais.
II. Disciplinar e fiscalizar, no âmbito municipal, a criação de depósitos de resíduos sólidos em áreas impróprias e/ou irregulares.
III. Varrição e limpeza dos logradouros públicos.

Quais estão corretas?
 

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3469612 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da palavra sublinhada no trecho a seguir:

“Gente para nos mostrar o melhor dos dias”.
 

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3469611 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o mecanismo de coesão referencial, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 08, o pronome pessoal “a” tem como referente o substantivo “coisa”.
II. Na linha 13, o pronome relativo “que” tem como referente o pronome demonstrativo “o”.
III. Na linha 19, o pronome demonstrativo “isso” refere-se a todo o período anterior.

Quais estão corretas?
 

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3469610 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 21, a primeira ocorrência da palavra “para” indica ___________ e poderia ser substituída por ___________, __________ necessárias alterações no período a fim de que se mantenham as corretas relações gramaticais no período.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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Questão presente nas seguintes provas
3469609 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no texto, assinale a alternativa na qual a palavra “se” tenha sido empregada como conjunção adverbial condicional.
 

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Questão presente nas seguintes provas
3469608 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: SAAE-Viçosa
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Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori


Aprender a sublimar dores

Por Tríssia Ordovás Sartori

Leio maravilhada ___ história da carta de Cícero que Gaudêncio guardou intacta por décadas,

até conseguir aprender a ler. A palavra que resta, de Stênio Gardel, revela uma história de amor,

daquelas que não se acabam — se é que alguma história de amor chega mesmo ao fim.

Coincidentemente, logo depois de terminar o livro, fico sabendo da morte de Antonio Cícero,

o erudito poeta popular que decidiu por um final assistido. E, com isso, um dos poemas icônicos

escritos por ele, “Guardar”, ganhou bastante visibilidade em posts e jornais.

Um dos trechos de que mais gosto diz:

“Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela

iluminado”.

Não é exatamente isso que devemos/deveríamos fazer com a vida? Vivê-la e celebrá-la, da

ida ___ padaria da esquina ___ descoberta de um novo amor? “Estar vivo é ser palavra na boca

de alguém”, versa Socorro Acioli, em “Oração para Desaparecer”. É a lógica do poeta erudito:

é para guardar algo que se escreve, se diz, se publica. A gente guarda o que tem coragem e

disposição de contar, o que a gente divide.

Nenhuma memória, mesmo as mais importantes, sobrevivem sem serem revisitadas. E, se

não forem, acabam dissipando-se.

Depois de um tempo, a gente precisa aprender a sublimar as dores. Em um único dia do

noticiário dá para termos ideia da efemeridade da vida, da maldade humana, da incapacidade

de diálogo, da banalização dos problemas, das soluções que não resolvem. E isso não dá para

mudar.

O que muda é a gente se esforçar para achar sentido e motivos para seguir. Coisas e pessoas

para guardar. Gente para nos mostrar o melhor dos dias, gente que não tenha medo de dizer

que gosta ou de enfrentar as próprias idiossincrasias.

Daquele que é palavra boa na boca de alguém, que provoca um sorriso de canto de lábio

quando um nome é proferido, que ajuda a guardar o caminho na vida — na dele e na da gente

mesmo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova)




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/10/aprender-a-sublimar-dores-cm2p71r6a00m2013ebx7ng40p.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra ou a expressão que poderia substituir o vocábulo “sublimar”, na linha 17, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre é:
 

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