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Foram encontradas 30 questões.

2261914 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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Marque a alternativa que apresenta uma oração sem sujeito.

 

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2261913 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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Marque a alternativa que NÃO apresenta a flexão de gênero e/ou número corretamente.

 

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2261912 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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A frase: “Cecília estava ansiosa para conhecer a pinacoteca”, apresenta o coletivo de:

 

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2261911 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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A xícara e o bule

Após o café da tarde, sobre a mesa da varanda, a Xícara disse para o velho Bule:

– Ah… eu sou a mais bela peça da copa!

A qual respondeu o Bule:

– Tu? Ora essa!

– Sim! Sou a mais bela peça, e a mais importante também! – retrucou a xícara indignada.

– É mesmo? – perguntou o Bule, com ironia.

– Podes rir bule velho! – disse a Xícara, fechando a cara.

– Ora, não me leve a mal. Tu sabes que eu gosto muito de ti – disse amigavelmente o Bule cheio de chá.

Mas dona Xícara, ignorando o senhor Bule, continuou a discorrer amorosamente sobre as suas qualidades admiráveis:

– Pois então. É a mim que os senhores levam à boca, todos os dias, e me cobrem de beijos enquanto bebem o chá. Sou feita de porcelana delicada, com belas florezinhas pintadas de dourado, que refletem a luz e brilham como num sonho. Não é qualquer um da casa que pode me tocar.

O Bule, muito sensato, tentou transmitir uma lição:

– Mas, minha amiga, o que realmente importa é o nosso destino. O que disseste sobre tuas florezinhas é somente vaidade, mas ir à boca dos senhores é o teu dever. E sou eu que fervo a água e preparo o chá no meu interior, o qual é servido por ti. Tal é o meu destino. Tu percebes que nós dois, juntos, temos um sentido na vida?

Dona Xícara riu-se, e disse com desprezo:

– Oh, sim! Então não sou diferente dos copos de vidro grosseiro que as crianças usam para beber? Escuta, filósofo, serei franca contigo: tu tens inveja…

– Inveja? – perguntou o Bule.

– Sim! – respondeu a Xícara – pois eu estou sempre cheirosa e doce, e tu tens cheiro de bule velho e borra de chá. Lavam-me cuidadosamente, e guardam-me no armário de vidro, junto com as louças finas e os cristais, para embelezar a casa; enquanto tu és lavado com palha de aço e te escondem dentro da pia, para que não te vejam. Sou estimada, e quanto mais velha eu me torno, mais valiosa fico. E tu? És velho, manchado, cheio de amassadinhos, e és feito de metal ordinário…

O Bule ia responder alguma coisa, porém desistiu. Como poderia argumentar com uma xícara vaidosa e cabeçuda?

Nesse momento o gato da casa, inesperadamente, pulou em cima da mesa da varanda tentando caçar um besouro. O gato foi tão rápido e desastrado que nem escutou os gritos do senhor Bule e da dona Xícara:

– Cuidado!

Mas era tarde demais, e os dois caíram no chão. O velho Bule, que tinha uma base pesada, caiu e rodou como um pião, ficando em pé quando parou. E a bela Xícara, pobrezinha, espatifou-se nas lajes da varanda.

Uma lágrima de chá deslizou suavemente pela fronte do senhor Bule, enquanto observava a pequena luz de vida que aos poucos desaparecia dos caquinhos de porcelana.

– Minha amiga – disse o Bule, entristecido – escarneceste dos meus amassadinhos. Pois são as marcas da experiência, dos muitos tombos que levei na vida…

E a Xícara, definhando, respondeu num fio de voz:

– Sem essa, convencido! Se não fosse eu, tu não terias a oportunidade de ficar aí, fazendo pose de sábio!

(A xícara e o bule – Eduardo Cândido)

Disponível em: https://marijanemartins.wordpress.com/2009/04/12/a-xicara-e-o-bule/

Do trecho “O Bule, muito sensato, tentou transmitir uma lição” – Mas, minha amiga, o que realmente importa é o nosso destino.

Podemos afirmar que:

 

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2261909 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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A xícara e o bule

Após o café da tarde, sobre a mesa da varanda, a Xícara disse para o velho Bule:

– Ah… eu sou a mais bela peça da copa!

A qual respondeu o Bule:

– Tu? Ora essa!

– Sim! Sou a mais bela peça, e a mais importante também! – retrucou a xícara indignada.

– É mesmo? – perguntou o Bule, com ironia.

– Podes rir bule velho! – disse a Xícara, fechando a cara.

– Ora, não me leve a mal. Tu sabes que eu gosto muito de ti – disse amigavelmente o Bule cheio de chá.

Mas dona Xícara, ignorando o senhor Bule, continuou a discorrer amorosamente sobre as suas qualidades admiráveis:

– Pois então. É a mim que os senhores levam à boca, todos os dias, e me cobrem de beijos enquanto bebem o chá. Sou feita de porcelana delicada, com belas florezinhas pintadas de dourado, que refletem a luz e brilham como num sonho. Não é qualquer um da casa que pode me tocar.

O Bule, muito sensato, tentou transmitir uma lição:

– Mas, minha amiga, o que realmente importa é o nosso destino. O que disseste sobre tuas florezinhas é somente vaidade, mas ir à boca dos senhores é o teu dever. E sou eu que fervo a água e preparo o chá no meu interior, o qual é servido por ti. Tal é o meu destino. Tu percebes que nós dois, juntos, temos um sentido na vida?

Dona Xícara riu-se, e disse com desprezo:

– Oh, sim! Então não sou diferente dos copos de vidro grosseiro que as crianças usam para beber? Escuta, filósofo, serei franca contigo: tu tens inveja…

– Inveja? – perguntou o Bule.

– Sim! – respondeu a Xícara – pois eu estou sempre cheirosa e doce, e tu tens cheiro de bule velho e borra de chá. Lavam-me cuidadosamente, e guardam-me no armário de vidro, junto com as louças finas e os cristais, para embelezar a casa; enquanto tu és lavado com palha de aço e te escondem dentro da pia, para que não te vejam. Sou estimada, e quanto mais velha eu me torno, mais valiosa fico. E tu? És velho, manchado, cheio de amassadinhos, e és feito de metal ordinário…

O Bule ia responder alguma coisa, porém desistiu. Como poderia argumentar com uma xícara vaidosa e cabeçuda?

Nesse momento o gato da casa, inesperadamente, pulou em cima da mesa da varanda tentando caçar um besouro. O gato foi tão rápido e desastrado que nem escutou os gritos do senhor Bule e da dona Xícara:

– Cuidado!

Mas era tarde demais, e os dois caíram no chão. O velho Bule, que tinha uma base pesada, caiu e rodou como um pião, ficando em pé quando parou. E a bela Xícara, pobrezinha, espatifou-se nas lajes da varanda.

Uma lágrima de chá deslizou suavemente pela fronte do senhor Bule, enquanto observava a pequena luz de vida que aos poucos desaparecia dos caquinhos de porcelana.

– Minha amiga – disse o Bule, entristecido – escarneceste dos meus amassadinhos. Pois são as marcas da experiência, dos muitos tombos que levei na vida…

E a Xícara, definhando, respondeu num fio de voz:

– Sem essa, convencido! Se não fosse eu, tu não terias a oportunidade de ficar aí, fazendo pose de sábio!

(A xícara e o bule – Eduardo Cândido)

Disponível em: https://marijanemartins.wordpress.com/2009/04/12/a-xicara-e-o-bule/

De acordo com o texto pode-se afirmar:

 

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2261934 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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“O Governo Federal sancionou, em janeiro de 2022, a Lei 14.289/2022, que tem por objetivo garantir o direito humanitário básico do sigilo a condição de pessoa que esteja acometida de certas doenças. A lei prevê a proibição de divulgação de informações que identifiquem a condição de pessoas com as referidas doenças, quer no âmbito dos serviços de saúde, nos estabelecimentos de ensino, nos locais de trabalho, na administração pública, na segurança pública, em processos judiciais, e mesmo em mídias escritas e audiovisuais. Este sigilo apenas poderá ser quebrado quando determinado por lei, por justa causa ou por autorização expressa da pessoa acometida ou quando se tratar de criança, mediante assinatura de termo de consentimento assinado por seu representante legal”.

Disponível em: https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/noticias/2022/janeiro/. Acesso em 21 fev. 2022. Adaptado.

Assinale a única alternativa que apresenta uma doença que NÃO está relacionada à lei citada no texto anterior.

Questão Anulada

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2261930 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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“A geração solar distribuída atingiu a marca de 9 gigawatts (GW) de capacidade instalada no Brasil, informou a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A entidade prevê que 2022 poderá ser o melhor ano da energia solar já registrado no País desde 2012, com o maior crescimento do mercado e do setor na última década. O Brasil possui atualmente mais de 828 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados. Desde 2012, foram mais de R$ 48 bilhões em novos investimentos, que geraram cerca de 270 mil empregos acumulados no período, espalhados em todas as regiões do Brasil. Ao todo, a tecnologia solar fotovoltaica está presente em mais de 5.541 municípios e em todos os estados brasileiros. Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar, seguidos de perto pelos pequenos negócios dos setores de comércio e serviços”.

Disponível em: https://www.istoedinheiro.com.br/geracao-solar-distribuida-atinge-9-gw-espalhados-em-5-541-municipios/. Acesso em 10 fev. 22, com adaptações.

A expansão recente da utilização da energia solar em nosso país está relacionada, principalmente:

Questão Anulada

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2261925 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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Alfredo é um vendedor de rua, que tem a estratégia da venda ativa, ou seja, aborda as pessoas na praça com o intuito de mostrar seu produto e vender depois.

Como é atento aos números, percebeu que faz 03 (três) vendas para cada 20 (vinte) abordagens das pessoas que passam pela praça. Alfredo traçou uma meta de 18 (dezoito) vendas diárias.

Então, seguindo a proporção de vendas por abordagens, quantas pessoas ele deve abordar por dia para atingir sua meta?

Questão Anulada

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2261919 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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A tirinha de Armandinho a abaixo fala que nas diferenças podemos construir algo positivo como seres humanos. Na matemática, a diferença corresponde à subtração e pode ter também o resultado positivo, mas nem sempre.

Enunciado 3340145-1

Disponível: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/142984409209/tirinha-original Acesso em 10 de fevereiro de 2022.

Caso seja feita a subtração entre dois números inteiros (-5)-(a), para que o resultado seja positivo é necessário que o valor de “a” seja

Questão Anulada

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2261910 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: SAGAZ
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A xícara e o bule

Após o café da tarde, sobre a mesa da varanda, a Xícara disse para o velho Bule:

– Ah… eu sou a mais bela peça da copa!

A qual respondeu o Bule:

– Tu? Ora essa!

– Sim! Sou a mais bela peça, e a mais importante também! – retrucou a xícara indignada.

– É mesmo? – perguntou o Bule, com ironia.

– Podes rir bule velho! – disse a Xícara, fechando a cara.

– Ora, não me leve a mal. Tu sabes que eu gosto muito de ti – disse amigavelmente o Bule cheio de chá.

Mas dona Xícara, ignorando o senhor Bule, continuou a discorrer amorosamente sobre as suas qualidades admiráveis:

– Pois então. É a mim que os senhores levam à boca, todos os dias, e me cobrem de beijos enquanto bebem o chá. Sou feita de porcelana delicada, com belas florezinhas pintadas de dourado, que refletem a luz e brilham como num sonho. Não é qualquer um da casa que pode me tocar.

O Bule, muito sensato, tentou transmitir uma lição:

– Mas, minha amiga, o que realmente importa é o nosso destino. O que disseste sobre tuas florezinhas é somente vaidade, mas ir à boca dos senhores é o teu dever. E sou eu que fervo a água e preparo o chá no meu interior, o qual é servido por ti. Tal é o meu destino. Tu percebes que nós dois, juntos, temos um sentido na vida?

Dona Xícara riu-se, e disse com desprezo:

– Oh, sim! Então não sou diferente dos copos de vidro grosseiro que as crianças usam para beber? Escuta, filósofo, serei franca contigo: tu tens inveja…

– Inveja? – perguntou o Bule.

– Sim! – respondeu a Xícara – pois eu estou sempre cheirosa e doce, e tu tens cheiro de bule velho e borra de chá. Lavam-me cuidadosamente, e guardam-me no armário de vidro, junto com as louças finas e os cristais, para embelezar a casa; enquanto tu és lavado com palha de aço e te escondem dentro da pia, para que não te vejam. Sou estimada, e quanto mais velha eu me torno, mais valiosa fico. E tu? És velho, manchado, cheio de amassadinhos, e és feito de metal ordinário…

O Bule ia responder alguma coisa, porém desistiu. Como poderia argumentar com uma xícara vaidosa e cabeçuda?

Nesse momento o gato da casa, inesperadamente, pulou em cima da mesa da varanda tentando caçar um besouro. O gato foi tão rápido e desastrado que nem escutou os gritos do senhor Bule e da dona Xícara:

– Cuidado!

Mas era tarde demais, e os dois caíram no chão. O velho Bule, que tinha uma base pesada, caiu e rodou como um pião, ficando em pé quando parou. E a bela Xícara, pobrezinha, espatifou-se nas lajes da varanda.

Uma lágrima de chá deslizou suavemente pela fronte do senhor Bule, enquanto observava a pequena luz de vida que aos poucos desaparecia dos caquinhos de porcelana.

– Minha amiga – disse o Bule, entristecido – escarneceste dos meus amassadinhos. Pois são as marcas da experiência, dos muitos tombos que levei na vida…

E a Xícara, definhando, respondeu num fio de voz:

– Sem essa, convencido! Se não fosse eu, tu não terias a oportunidade de ficar aí, fazendo pose de sábio!

(A xícara e o bule – Eduardo Cândido)

Disponível em: https://marijanemartins.wordpress.com/2009/04/12/a-xicara-e-o-bule/

Marque a alternativa que apresenta a divisão silábica correta.

Questão Anulada

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