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Foram encontradas 80 questões.

2865708 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR
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Considere o fragmento de texto abaixo para a questão.

Galinhas

RAFAEL BARRETT

Enquanto não possuía nada além da minha cama e dos meus livros, eu estava feliz. Agora eu possuo nove galinhas e um galo, e minha alma está perturbada. A propriedade me tornou cruel.
Sempre que comprava uma galinha, amarrava-a por dois dias a uma árvore, para impor a minha morada, destruindo em sua memória frágil o amor a sua antiga residência. Remendei a cerca do meu quintal, a fim de evitar a evasão das minhas aves e a invasão de raposas de quatro e dois pés.
Eu me isolei, fortifiquei a fronteira, tracei uma linha diabólica entre mim e meu vizinho. Dividi a humanidade em duas categorias: eu, dono das minhas galinhas, e os outros que podiam tirá-las de mim.
Eu defini o crime. O mundo encheu-se para mim de alegados ladrões, e pela primeira vez eu lancei do outro lado da cerca um olhar hostil. [...]
Texto original: “Galinhas”, de Rafael Barrett (Paraguai, 1910). Texto traduzido para o português acessado em: https://viladeutopia.com.br/galinhas/ (com alterações)
Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2865707 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR
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Considere o fragmento de texto abaixo para a questão.

Galinhas

RAFAEL BARRETT

Enquanto não possuía nada além da minha cama e dos meus livros, eu estava feliz. Agora eu possuo nove galinhas e um galo, e minha alma está perturbada. A propriedade me tornou cruel.
Sempre que comprava uma galinha, amarrava-a por dois dias a uma árvore, para impor a minha morada, destruindo em sua memória frágil o amor a sua antiga residência. Remendei a cerca do meu quintal, a fim de evitar a evasão das minhas aves e a invasão de raposas de quatro e dois pés.
Eu me isolei, fortifiquei a fronteira, tracei uma linha diabólica entre mim e meu vizinho. Dividi a humanidade em duas categorias: eu, dono das minhas galinhas, e os outros que podiam tirá-las de mim.
Eu defini o crime. O mundo encheu-se para mim de alegados ladrões, e pela primeira vez eu lancei do outro lado da cerca um olhar hostil. [...]
Texto original: “Galinhas”, de Rafael Barrett (Paraguai, 1910). Texto traduzido para o português acessado em: https://viladeutopia.com.br/galinhas/ (com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação semântica INCORRETA.
 

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2865706 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR
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Considere o fragmento de texto abaixo para a questão.

Galinhas

RAFAEL BARRETT

Enquanto não possuía nada além da minha cama e dos meus livros, eu estava feliz. Agora eu possuo nove galinhas e um galo, e minha alma está perturbada. A propriedade me tornou cruel.
Sempre que comprava uma galinha, amarrava-a por dois dias a uma árvore, para impor a minha morada, destruindo em sua memória frágil o amor a sua antiga residência. Remendei a cerca do meu quintal, a fim de evitar a evasão das minhas aves e a invasão de raposas de quatro e dois pés.
Eu me isolei, fortifiquei a fronteira, tracei uma linha diabólica entre mim e meu vizinho. Dividi a humanidade em duas categorias: eu, dono das minhas galinhas, e os outros que podiam tirá-las de mim.
Eu defini o crime. O mundo encheu-se para mim de alegados ladrões, e pela primeira vez eu lancei do outro lado da cerca um olhar hostil. [...]
Texto original: “Galinhas”, de Rafael Barrett (Paraguai, 1910). Texto traduzido para o português acessado em: https://viladeutopia.com.br/galinhas/ (com alterações)
Assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente CORRETA.
 

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2865705 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR
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Considere o fragmento de texto abaixo para a questão.

Galinhas

RAFAEL BARRETT

Enquanto não possuía nada além da minha cama e dos meus livros, eu estava feliz. Agora eu possuo nove galinhas e um galo, e minha alma está perturbada. A propriedade me tornou cruel.
Sempre que comprava uma galinha, amarrava-a por dois dias a uma árvore, para impor a minha morada, destruindo em sua memória frágil o amor a sua antiga residência. Remendei a cerca do meu quintal, a fim de evitar a evasão das minhas aves e a invasão de raposas de quatro e dois pés.
Eu me isolei, fortifiquei a fronteira, tracei uma linha diabólica entre mim e meu vizinho. Dividi a humanidade em duas categorias: eu, dono das minhas galinhas, e os outros que podiam tirá-las de mim.
Eu defini o crime. O mundo encheu-se para mim de alegados ladrões, e pela primeira vez eu lancei do outro lado da cerca um olhar hostil. [...]
Texto original: “Galinhas”, de Rafael Barrett (Paraguai, 1910). Texto traduzido para o português acessado em: https://viladeutopia.com.br/galinhas/ (com alterações)
Considerando o conteúdo do fragmento dado, assinale a alternativa que explicita a temática central do texto e sumariza a perspectiva subjetiva defendida.
 

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2865704 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR
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Considere o fragmento de texto abaixo para a questão.

Galinhas

RAFAEL BARRETT

Enquanto não possuía nada além da minha cama e dos meus livros, eu estava feliz. Agora eu possuo nove galinhas e um galo, e minha alma está perturbada. A propriedade me tornou cruel.
Sempre que comprava uma galinha, amarrava-a por dois dias a uma árvore, para impor a minha morada, destruindo em sua memória frágil o amor a sua antiga residência. Remendei a cerca do meu quintal, a fim de evitar a evasão das minhas aves e a invasão de raposas de quatro e dois pés.
Eu me isolei, fortifiquei a fronteira, tracei uma linha diabólica entre mim e meu vizinho. Dividi a humanidade em duas categorias: eu, dono das minhas galinhas, e os outros que podiam tirá-las de mim.
Eu defini o crime. O mundo encheu-se para mim de alegados ladrões, e pela primeira vez eu lancei do outro lado da cerca um olhar hostil. [...]
Texto original: “Galinhas”, de Rafael Barrett (Paraguai, 1910). Texto traduzido para o português acessado em: https://viladeutopia.com.br/galinhas/ (com alterações)
Considerando o contexto de produção e circulação do texto cujo fragmento é apresentado acima, bem como suas características composicionais e estilísticas, observáveis no recorte dado, assinale a alternativa integralmente CORRETA.
 

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2865703 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR

“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"

Marcos Bagno

Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.

Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.

Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.

Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão adequadamente separadas e classificadas.

 

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2865702 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR

“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"

Marcos Bagno

Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.

Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.

Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.

Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.

Assinale a alternativa que apresenta uma classificação INADEQUADA em relação à flexão dos substantivos e adjetivos presentes neste fragmento:

“Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo”.

 

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2865701 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR

“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"

Marcos Bagno

Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.

Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.

Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.

Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.

Assinale a alternativa que apresenta uma descrição integralmente ADEQUADA em relação aos elementos empregados neste fragmento:

“Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil”.

 

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2865700 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR

“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"

Marcos Bagno

Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.

Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.

Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.

Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.

Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao 1º parágrafo do texto:

“Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado””.

 

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2865699 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: SAMAE Abatiá-PR

“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"

Marcos Bagno

Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.

Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.

Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.

Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.

Assinale a alternativa CORRETA em relação à pontuação empregada no último parágrafo do texto.

 

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