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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
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levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
"E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido: o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras."
Sobre os recursos de pontuação empregados nesse trecho (em especial as vírgulas e os dois-pontos), analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
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Meu dia em cadeiras
Como em todos os meus dias úteis, o despertador tocou
às cinco e quarenta da manhã. Dei uma enrolada na
cama, rolei a tela do celular, até que, às seis horas, me
levantei. Fui para a cozinha preparar meu café da
manhã, que possui quase sempre a mesma composição:
uma fatia de pão integral, com dois ovos, uma clara, e
meio mamão papaia com leite em pó. Levo o meu
pratinho para a sala de estar e me sento na cadeira da
mesa central. Cadeira branca, de madeira, que fica de
frente para a janela. É o lugar em que posso contemplar
a simplicidade desse horário das seis da manhã. Tomar
meu café, ver o Sol ainda tímido, o rosto sonolento das
pessoas, os funcionários das padarias e restaurantes
abrindo seus estabelecimentos, e o baixo movimento da
avenida, que cresce aos poucos.
Em um piscar de olhos, percebo que estou atrasada,
como sempre. E vou correndo pegar o ônibus 715M
sentido Largo da Pólvora, que está sempre lotado, nunca
tem uma mísera cadeira livre para sentar-se. E olha que
eu pego no começo da linha. Naquele dia, por algum
milagre, eu consegui uma cadeira para mim. Com vista
para janela, ainda! Geralmente, os quarenta minutos que
fico naquele ônibus, às vezes chegam a cinquenta
minutos, dependendo do trânsito, eu passo estressada,
doida para chegar no serviço logo, com a cabeça falando
"não aguento mais!" a toda hora. Naquele dia, eu percebi
que meu mau humor, em grande parte, estava
relacionado com a falta de uma cadeira para se sentar
no ônibus. Tudo bem que ela não é das mais
confortáveis, mas sentada naquela cadeira, com vista
para a janela, o tempo passou voando. Minha mente se
fixou em todos os acontecimentos da cidade. Quando fui
ver, eu tinha chegado.
No trabalho, a primeira coisa que eu faço é ir para minha
mesa no escritório. Deixo minhas coisas em cima, mas
por incrível que pareça, a minha cadeira nunca está na
minha mesa. As pessoas que chegam antes de mim
sempre pegam minha cadeira, oferecem para alguém
que está visitando o escritório ou usam para colocar
alguma tralha em cima, bolsa, marmita, aparelhos de
câmera, ou simplesmente para apoiar o pé. É muita
folga, né? Eu sempre tenho que ir lá, pegar outra
cadeira, me acostumar com o novo acolchoado e com a
ergonomia que é diferente. Que raiva!
E foi assim, refletindo sobre a disputa de cadeiras no
meu trabalho, que me veio um pensamento meio doido:
o nosso dia é, em boa parte, feito de cadeiras. Quando a
gente está cansado, a falta dela nos estressa e traz até
dor física. No ônibus lotado, pode reparar, está todo
mundo em busca de uma cadeira para sentar-se. Ao
mesmo tempo, ficar nela por muito tempo também pode
causar uma baita de um desconforto. Passar horas no
trabalho, sentada toda torta na cadeira, somado ao
estresse do cotidiano, resulta em uma tensão dos
músculos extremamente desagradável. E você, como
seria se você contasse como foi o seu dia a partir de
uma cadeira?
Texto Adaptado
BARROS, Maria Fernanda. Meu dia em cadeiras. In: MALULY,
Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso
eletrônico]. n. 5. São Paulo: ECA-USP, 2025. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1
512/1378/5380 . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Questão presente nas seguintes provas
Durante um serviço de reparo em uma tubulação de
esgoto subterrânea que sofreu uma ruptura, o encanador
precisa utilizar luvas de correr para restabelecer a
estanqueidade sem a necessidade de desmontar toda a
rede. Sobre a técnica correta de aplicação desse
componente de reparo, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A luva de correr possui anéis de borracha nas extremidades que permitem o deslizamento sobre o tubo, dispensando o uso de adesivo plástico na sua instalação.
(__)Para facilitar o encaixe, deve-se remover os anéis de borracha da luva de correr e preencher o espaço com adesivo plástico e serragem, criando uma vedação rígida.
(__)É fundamental chanfrar as pontas dos tubos e aplicar pasta lubrificante nos anéis de vedação para evitar que a borracha seja "mordida" ou deslocada durante o deslizamento da luva.
(__)O reparo com luva de correr exige que o trecho danificado seja substituído por um niple (pedaço de tubo) com comprimento exato da distância entre as pontas, sem folga alguma.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A luva de correr possui anéis de borracha nas extremidades que permitem o deslizamento sobre o tubo, dispensando o uso de adesivo plástico na sua instalação.
(__)Para facilitar o encaixe, deve-se remover os anéis de borracha da luva de correr e preencher o espaço com adesivo plástico e serragem, criando uma vedação rígida.
(__)É fundamental chanfrar as pontas dos tubos e aplicar pasta lubrificante nos anéis de vedação para evitar que a borracha seja "mordida" ou deslocada durante o deslizamento da luva.
(__)O reparo com luva de correr exige que o trecho danificado seja substituído por um niple (pedaço de tubo) com comprimento exato da distância entre as pontas, sem folga alguma.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
As caixas de inspeção são elementos fundamentais nas
redes de esgoto externas, permitindo o acesso para
manutenção e limpeza das tubulações. A localização e a
construção desses dispositivos devem seguir critérios
rigorosos para garantir a operabilidade do sistema.
Considerando as diretrizes da norma ABNT NBR 8160,
analise as afirmativas a seguir:
I.As caixas de inspeção devem ser instaladas em todas as mudanças de direção, de declividade e de diâmetro das tubulações externas de esgoto, ou a cada trecho reto de no máximo 25 metros.
II.O fundo da caixa de inspeção deve ser construído de forma a manter o escoamento fluido, utilizando canaletas com profundidade adequada e declividade que direcione o fluxo para a saída.
III.É permitido instalar caixas de inspeção no interior de reservatórios de água potável ou em locais de difícil acesso, desde que sejam hermeticamente fechadas com dupla tampa de concreto.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.As caixas de inspeção devem ser instaladas em todas as mudanças de direção, de declividade e de diâmetro das tubulações externas de esgoto, ou a cada trecho reto de no máximo 25 metros.
II.O fundo da caixa de inspeção deve ser construído de forma a manter o escoamento fluido, utilizando canaletas com profundidade adequada e declividade que direcione o fluxo para a saída.
III.É permitido instalar caixas de inspeção no interior de reservatórios de água potável ou em locais de difícil acesso, desde que sejam hermeticamente fechadas com dupla tampa de concreto.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
A execução de juntas soldáveis (adesivo plástico) em
tubulações de Policloreto de Vinila (PVC) marrom para
água fria exige um processo químico de fusão a frio para
garantir a continuidade estrutural e a estanqueidade do
sistema. O sucesso dessa operação depende
criticamente da preparação das superfícies a serem
unidas. Com base no procedimento padrão descrito na
norma técnica aplicável, assinale a alternativa
CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
A instalação de redes de esgoto sanitário exige cuidados
especiais com a geometria das conexões para garantir o
escoamento por gravidade e evitar obstruções. Ao
realizar uma mudança de direção horizontal de 90 graus
em uma tubulação primária de esgoto, o encanador deve
escolher a conexão adequada conforme as normas
técnicas. Assinale a alternativa CORRETA sobre a
escolha dessa conexão.
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Questão presente nas seguintes provas
O encanador utiliza diversas ferramentas mecânicas,
como as máquinas desentupidoras rotativas com cabos
espirais, que entram em contato direto com efluentes
sanitários agressivos e corrosivos durante a operação.
Para garantir a vida útil do equipamento e a segurança
sanitária do operador, é necessário realizar um
procedimento rigoroso de limpeza e manutenção após
cada uso. Considerando as boas práticas de
conservação de ferramentas expostas a esgoto, assinale
a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
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