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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Sobre os termos destacados em “A sua cadeira vai matar você.” e “[...] a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida.”, assinale a alternativa correta.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Sobre o título do texto, “Não senta lá, Cláudia”, assinale a alternativa INCORRETA.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Considerando o excerto “[...] o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé.”, assinale a alternativa correta.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Assinale a alternativa em que o verbo auxiliar em destaque expressa futuridade.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
A respeito da expressão destacada em “[...] acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo [...]”, assinale a alternativa INCORRETA.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Sobre as ocorrências de aspas no texto, assinale a alternativa correta.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Os termos “assento” e “acento” são palavras
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A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta.
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NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia.
Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
Sobre os termos destacados em “[...] muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado [...]” e “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade [...]”, assinale a alternativa correta.
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LAR AMARGO
Empregada doméstica, Val trabalha numa casa paulistana de classe média há dez anos e escuta repetidas vezes que é praticamente da família. Dorme num quartinho quente e abafado nos fundos da casa, perto da cozinha, onde passa boa parte de seu tempo. Adora seus patrões e cuida do filho deles como se fosse seu. No entanto, sua filha biológica, Jéssica, foi criada pela irmã em Recife, com a ajuda financeira que Val lhe enviava todos os meses. Quando Jéssica vai a São Paulo para prestar vestibular e fica hospedada com Val (ou seja, na casa dos patrões), questiona a subserviência da mãe – que mora na casa dos patrões, mas não come na mesma mesa que eles e nunca colocou os pés na piscina da residência. [...] Essa é a história de Que horas ela volta?, longa brasileiro que fez sucesso nos cinemas do país. Val (interpretada por Regina Casé) não é negra, mas lida com um cotidiano que mistura afeto e poder por parte dos patrões – tal como Gilberto Freyre relatou no livro Casa-Grande & Senzala. “Nas coletivas de imprensa para o lançamento do filme, os jornalistas europeus queriam saber se a situação descrita era real ou fictícia”, conta a diretora, Anna Muylaert. “Quando dizia que era real, ficavam em choque.” Nem sempre percebemos, mas situações como a vivida por Val são resquícios da escravidão abolida há mais de 125 anos no Brasil e podem ser encontradas em muitos lugares – inclusive dentro de casa.
Contar com a ajuda de empregadas domésticas e diaristas é visto com naturalidade no Brasil. É assim também com a existência de casas e apartamento com quarto e banheiro de empregada e a distinção entre elevadores. [...] Quando isso é comparado com outras culturas que desconhecem esses hábitos, como a norte-americana e a europeia, essas peculiaridades sociais e arquitetônicas ganham um caráter segregacionista. “Fazer com que a doméstica fique disponível 24 horas por dia, uma vez que ela dorme em casa, e separar os espaços de convivência é imitar as relações escravistas”, afirma o sociólogo Emerson Ricardo Girardi, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo.
(Adaptado de: BORELLI, Bruna. Lar amargo. Revista Galileu. Nov. 2015)
Considerando a diferença entre dígrafo e encontro consonantal, assinale a alternativa que apresenta apenas palavras que contêm o primeiro.
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