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Foram encontradas 50 questões.

1745981 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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No serviço de alargamento da base de tubulões, esta deve ter a forma de tronco de cone (com base circular ou de falsa elipse), superposto a um cilindro de no mínimo X cm de altura, sendo X igual a
Enunciado 1745981-1
 

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1741626 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Segundo a NBR 9050:2004 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos – as escadas fixas devem ter, no mínimo, um patamar a cada X m de desnível e sempre que houver mudança de direção. Neste caso, X é igual a
 

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1724920 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Num sistema predial de água fria, a canalização abaixo do reservatório superior, provida de registros de gaveta que comandam toda a distribuição de água, é denominada
 

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1723435 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Dados os tipos de alvenaria de vedação e suas características:
I. tijolo comum
II. bloco de concreto celular
III. tijolo furado
x. produto laminado ou extrudado que apresenta no seu interior pequenos canais prismáticos;
y. excelente isolante térmico e pode ser aplicado como proteção contra fogo;
z. deve ser molhado antes do assentamento para evitar a absorção da água da argamassa; pode-se afirmar que a relação correta é
 

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1713953 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Segundo o autor, a tese defendida por Elke Stehfest

 

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1708629 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as palavras em destaque nas frases são antônimas.

 

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1707299 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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O processo de recebimento de serviços e obras públicas de engenharia e arquitetura
 

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1703475 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Conforme a NBR 9050:2004 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos – os lavatórios dos sanitários devem ser suspensos, respeitando uma altura livre mínima de 0,73 m na sua parte frontal inferior, sendo que sua borda superior deve estar a uma altura do piso acabado de
 

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1697008 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Com o início da retirada da terra que envolve a fundação, deixam-se descobertas as faces laterais e a superior. Em encostas, deve-se escorar a estrutura antes do início dos trabalhos. Limpam-se as superfícies expostas e segue-se o apicoamento. Para melhorar a aderência entre o concreto base e o concreto de reforço, podem ser feitos furos perpendicularmente às faces da fundação e em todo o seu perímetro onde serão colocados vergalhões de aço após o seu preenchimento com resina epóxi fluida. A nova fundação é concretada com concreto estrutural. Esse trabalho de reforço se aplica a
 

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1688688 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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A localização dos tanques sépticos deve obedecer à distância horizontal mínima de X m de construções, limites de terrenos, sumidouros, valas de infiltração e ramal predial de água a partir da face externa mais próxima, de acordo com a NBR 7229:1993 – Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos. Quando o elemento considerado são poços freáticos ou corpos d’água de qualquer natureza, a distância horizontal mínima passa a Y m. X e Y são, respectivamente,
 

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