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Foram encontradas 50 questões.

2388377 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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A equação matricial de um circuito elétrico que possui uma fonte V e duas malhas é:
Enunciado 3539997-1
Onde i1 é a corrente da malha 1 e i2 é a corrente da malha 2, ambas adotadas com o mesmo sentido. O circuito é alterado, resultando na seguinte equação matricial:
Enunciado 3539997-2
A alteração feita no circuito foi
 

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1813108 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Um equipamento elétrico trifásico possui tensão nominal de linha de 100 [V] e potência nominal de 1,0 [kVA]. Quando esse equipamento é energizado há um consumo de corrente equivalente a seis vezes sua corrente nominal durante sua partida. O disjuntor que protege esse equipamento possui a curva tempo vs. corrente ilustrada a seguir.
enunciado 3156855-1
A respeito dessa curva e do comportamento do equipamento, pode-se afirmar que
 

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1748280 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Sabe-se que um sistema trifásico possui as seguintes medidas em componentes simétricas:
Enunciado 1748280-1
Em componentes de fase ABC, com os fasores dados em [V], isso equivale a
 

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1723048 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Assinale a alternativa correta sobre dimensionamento de disjuntores.
 

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1713953 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Segundo o autor, a tese defendida por Elke Stehfest

 

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1710993 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma alternativa para reduzir as perdas ôhmicas durante a distribuição ou transmissão de energia elétrica é a utilização de condutores em feixe (“bundle”). Supondo-se que um circuito de distribuição monofásico, que possui 100 metros de comprimento e alimenta uma carga de 10 [A], seja constituído por dois condutores em feixe, tanto na fase quanto no neutro, assinale a alternativa que apresenta corretamente a perda ativa no sistema de distribuição, dado que a resistência ôhmica de cada condutor é de 0,1 !$ [\Omega/km]. !$
 

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1709154 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma norma referente à segurança em instalações e serviços em eletricidade, aprovada pela Portaria n.º 3.214 de 1978, foi alterada pela Portaria n.º 598 de 07.12.2004 do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa norma “estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade”. Além disso, ela “se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis”.
A norma em questão é
 

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1708969 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Na análise de um evento de curto-circuito, percebe-se na oscilografia de suas correntes uma componente aperiódica de corrente contínua superposta às componentes periódicas de corrente alternada dos períodos subtransitório, transitório e de regime permanente. Essa componente aperiódica
 

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1708629 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as palavras em destaque nas frases são antônimas.

 

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1705642 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma fase de linha de transmissão, de reatância ‘XL’, idealmente transposta é submetida às seguintes tensões entre seus terminais, como mostrado na figura.
Enunciado 1705642-1
Segundo a convenção de corrente adotada na figura, a potência aparente complexa que flui do terminal A para o terminal A’ é:
 

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