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Foram encontradas 50 questões.

1515883 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que ocorrem frases com verbos na voz ativa e passiva, respectivamente.

 

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1225406 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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“Representa o projeto como um todo, em termos de homens hora ou de moeda necessários à sua execução, e também permite visualizar o ritmo de andamento previsto para a sua implementação. O ritmo é definido pelo coeficiente angular da função definida por y = C.e–k.x.x.” O texto refere-se a
 

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1214522 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Desde que não tenha ocorrido perda acentuada na área resistente das armaduras, a fissuração de componentes estruturais de concreto armado proveniente de corrosão de armaduras pode ser eliminada atendendo aos seguintes procedimentos:
I. cura úmida da argamassa com sacos de estopa umedecidos;
II. aplicação de argamassa de cimento e areia bem seca energicamente socada contra as armaduras e a cavidade do concreto;
III. proteção das barras de aço com pintura anticorrosiva com zarcão ou prímer;
IV. remoção de concreto solto nas proximidades das barras corroídas, remoção do óxido de ferro mediante lixamento ou jateamento até atingir o metal.
A sequência correta dos procedimentos é
 

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1156294 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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A NBR 5410:2004 – Instalações elétricas de baixa tensão – especifica os condutores em mm2, conforme padrão IEC. Em um circuito de iluminação (instalação fixa) para o condutor de cobre, admite-se como a menor seção possível
 

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1145819 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Determinada bomba centrífuga está funcionando a 1 200 rpm, com 20 m de altura manométrica e vazão de 15 L/s. A rotação foi alterada para X rpm, de modo que a altura manométrica passou a 80 m. Pela teoria da semelhança, pode-se afirmar que X é igual a
 

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1145798 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as expressões substituem, correta e respectivamente, no contexto, as palavras em destaque nas frases:

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia... Como já se mencionou neste espaço, o País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia.(...)

 

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1082571 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Considere as seguintes alternativas de solução nas alvenarias aparentes, onde é impossível a utilização de telas e bandagens:
I. criação de juntas de movimentação;
II. substituição dos blocos fissurados, introdução de armadura vertical e grauteamento, constituindo-se um pilarete armado na seção originalmente fissurada;
III. substituição dos blocos fissurados, raspagem da argamassa das juntas horizontais e verticais até uma profundidade de aproximadamente 15 mm, limpeza, umedecimento e posterior obturação de junta com nova argamassa.
Relacionando-se I, II e III com
M – trincas pronunciadamente ativas,
N – movimentações consolidadas,
P – paredes sujeitas a variações dimensionais limitadas, obtém-se a sequência
 

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1078160 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Considere os tipos de impermeabilização que devem ser empregados nas partes construtivas sob ação de água de percolação:
I. membrana de poliureia;
II. membrana epoxídica;
III. manta asfáltica;
IV. manta de acetato de etilvinila (EVA).
São classificadas como impermeabilizações flexíveis:
 

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1064754 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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A caixa de derivação para a ligação de um chuveiro elétrico em uma edificação residencial
 

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961274 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Pode-se afirmar que os comentários a respeito da sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA

 

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