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Foram encontradas 180 questões.

1724920 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Num sistema predial de água fria, a canalização abaixo do reservatório superior, provida de registros de gaveta que comandam toda a distribuição de água, é denominada
 

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1723435 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Dados os tipos de alvenaria de vedação e suas características:
I. tijolo comum
II. bloco de concreto celular
III. tijolo furado
x. produto laminado ou extrudado que apresenta no seu interior pequenos canais prismáticos;
y. excelente isolante térmico e pode ser aplicado como proteção contra fogo;
z. deve ser molhado antes do assentamento para evitar a absorção da água da argamassa; pode-se afirmar que a relação correta é
 

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1723048 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Assinale a alternativa correta sobre dimensionamento de disjuntores.
 

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1722840 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

A questão baseia-se no texto de Ruy Castro.

O caso da coxinha envenenada

RIO DE JANEIRO – Na semana passada, em Conchal (172 km de São Paulo), uma mulher serviu um prato de coxinhas ao marido. Este salivou profusamente e atacou uma delas com disposição. Mas, na primeira engolida, sentiu um gosto estranho e comentou que o quitute não estava nos padrões a que ela o acostumara. A mulher deu um sorriso amarelo e disse que devia ser a pimentado- reino.

O homem fez “Grmff!” e repassou as coxinhas a seu cachorro, que o olhava com ar súplice, debaixo da mesa. O animal, fraco em etiqueta e de paladar menos sofisticado, devorou a porção quase de uma bocada. Ato contínuo, deu um ganido grosso, irreal, como se dublasse a si mesmo, revirou os olhos e estatelou-se, morto, na sala.

Desconfiado, o marido correu para o pronto-socorro, onde o velho clister entrou em ação. Diante da suspeita de envenenamento, a mulher confessou tudo ao delegado. Tinha desviado R$ 15 mil da conta de ambos e temia que ele descobrisse.

(Folha de S.Paulo, 11.03.2009)

O cachorro olhava seu dono com olhar súplice. Isso significa que o animal

 

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1713953 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Segundo o autor, a tese defendida por Elke Stehfest

 

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1710993 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma alternativa para reduzir as perdas ôhmicas durante a distribuição ou transmissão de energia elétrica é a utilização de condutores em feixe (“bundle”). Supondo-se que um circuito de distribuição monofásico, que possui 100 metros de comprimento e alimenta uma carga de 10 [A], seja constituído por dois condutores em feixe, tanto na fase quanto no neutro, assinale a alternativa que apresenta corretamente a perda ativa no sistema de distribuição, dado que a resistência ôhmica de cada condutor é de 0,1 !$ [\Omega/km]. !$
 

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1710955 Ano: 2009
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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“No processo diagnóstico utilizam-se, prioritariamente, instrumentos tais como os testes de força muscular e o goniômetro”. Essa descrição corresponde a uma intervenção fundamentada no modelo
 

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1709154 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Uma norma referente à segurança em instalações e serviços em eletricidade, aprovada pela Portaria n.º 3.214 de 1978, foi alterada pela Portaria n.º 598 de 07.12.2004 do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa norma “estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade”. Além disso, ela “se aplica às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades, observando-se as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes e, na ausência ou omissão destas, as normas internacionais cabíveis”.
A norma em questão é
 

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1708969 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP
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Na análise de um evento de curto-circuito, percebe-se na oscilografia de suas correntes uma componente aperiódica de corrente contínua superposta às componentes periódicas de corrente alternada dos períodos subtransitório, transitório e de regime permanente. Essa componente aperiódica
 

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1708629 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAP-SP

Leia o texto para responder à questão.

O boi e a ovelha, ora, quem diria...

Há alguns dias a Internet se abarrotou de comentários, a maioria jocosos ou debochativos, a respeito de uma sugestão da Agência de Proteção Ambiental dos EUA de que se passe a taxar criações de animais que em seu processo de ruminação de alimentos produzam arrotos e flatulência (digamos assim), como bois e ovelhas principalmente, numa tentativa de reduzir as emissões de metano, gás cerca de 23 vezes mais danoso que o dióxido de carbono para o efeito estufa e as mudanças de clima.

Um dos países onde a taxação parece perto de ocorrer é a Nova Zelândia, que tem quase 35 milhões de ovelhas e quase 10 milhões de bois, num território pouco maior que o Estado de São Paulo. Mas esses animais emitem quase metade de todo o metano e o óxido nitroso produzido no país e a previsão é de que produzam o dobro até meados do século. Além de estar testando vários caminhos para reduzir as emissões na ruminação do gado, não falta também quem proponha baixar o consumo de carne e leite, campanhas em favor do vegetarianismo ou até mesmo a substituição das ovelhas por cangurus, que não geram metano por aqueles caminhos.

Deveríamos, apesar dos ângulos chistosos da questão, levá-la mais a sério por aqui, porque não faltarão, em breve, pressões também sobre o Brasil no que toca à emissão de metano pelo gado bovino. O País tem hoje um rebanho de mais de 200 milhões de cabeças, que cresce principalmente em áreas desmatadas da Amazônia. (...)

A bióloga e cientista ambiental holandesa Elke Stehfest, em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, enumera, entre os caminhos para baixar as emissões no mundo, a redução no consumo de carne de 400 gramas por pessoa – tese polêmica, ainda mais num momento de crise econômica e com as exportações brasileiras de carne acentuadas. De qualquer forma, ela acha indispensável que cesse a multiplicação de rebanhos em áreas desmatadas, como na Amazônia.

O tema se coloca a cada dia com mais gravidade, principalmente com o temor de que a imensa quantidade de metano estocada sob os gelos polares seja liberada com o derretimento desses gelos. Hoje é raro o dia em que não apareça na comunicação alguma notícia sobre o derretimento de gelos nos polos, na Groenlândia, nos Andes sul-americanos. (...)

As previsões para as próximas décadas também são complicadas, inclusive as do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que teme uma redução na produção de alimentos no mundo em 25% até 2050, por “degradações ambientais” e mudanças climáticas. Faz até várias sugestões, entre elas, redução de subsídios, maior uso de biocombustíveis gerados por resíduos (para reduzir a competição por terras). No Brasil, é preciso dar muito estímulo a pesquisas como as da Embrapa, que tenta produzir variedades de capim para pastos que produzem menos metano. Este é um tema muito difícil entre nós, mas não há como fugir dele.

(O Estado de S.Paulo, 13.03.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as palavras em destaque nas frases são antônimas.

 

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