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Leia o texto para responder a questão.
Se a mera promulgação de novas leis fosse capaz de transformar a realidade, o Brasil não seria o país que é. Embora óbvia, a constatação é frequentemente ignorada pelos legisladores.
O país assiste a uma verdadeira profusão de leis – muitas delas, a rigor, desnecessárias. São produzidas todos os dias pelos Legislativos federal, estadual e municipal, sem falar na imensa quantidade de atos normativos, decretos, portarias, circulares...
O problema não se restringe à confusão que esse emaranhado costuma provocar. Às novas leis correspondem novas obrigações para o poder público, que deve monitorar sua implementação, fiscalizar seu cumprimento e punir eventuais desvios.
Antes de promulgar leis, legisladores de países mais previdentes realizam estudos de impacto e testes de custo/benefício para avaliar os efeitos das normas. Não no Brasil, onde a regra é o voluntarismo.
O mais recente exemplo disso é o projeto de lei que regulamenta o peso a ser transportado por estudantes em suas mochilas – o texto foi aprovado pelo Senado e deve seguir para avaliação da Câmara.
Se a mera promulgação de novas leis fosse capaz de transformar a realidade, o Brasil não seria o país que é. Embora óbvia, a constatação é frequentemente ignorada pelos legisladores.
O país assiste a uma verdadeira profusão de leis – muitas delas, a rigor, desnecessárias. São produzidas todos os dias pelos Legislativos federal, estadual e municipal, sem falar na imensa quantidade de atos normativos, decretos, portarias, circulares...
O problema não se restringe à confusão que esse emaranhado costuma provocar. Às novas leis correspondem novas obrigações para o poder público, que deve monitorar sua implementação, fiscalizar seu cumprimento e punir eventuais desvios.
Antes de promulgar leis, legisladores de países mais previdentes realizam estudos de impacto e testes de custo/benefício para avaliar os efeitos das normas. Não no Brasil, onde a regra é o voluntarismo.
O mais recente exemplo disso é o projeto de lei que regulamenta o peso a ser transportado por estudantes em suas mochilas – o texto foi aprovado pelo Senado e deve seguir para avaliação da Câmara.
(Folha de S.Paulo, 23.11.2013)
O advérbio frequentemente expressa circunstância de
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Leia o texto para responder à questão.
Era uma vez o sonho de morar na grande cidade. O paraíso das oportunidades, do emprego bem remunerado, do hospital equipado e do acesso mais amplo aos serviços públicos. O centro do lazer cultural e do bem-estar. A promessa da mobilidade social e funcional.
A metrópole virou megalópole e, hoje, São Paulo e Rio de Janeiro se tornaram ambientes hostis ao cidadão de qualquer classe social que precise se deslocar da casa para o trabalho. As “viagens” diárias dificultam conciliar família e profissão.
Hoje, mais da metade da população (54%) tem algum carro. O Brasil privilegiou a indústria automobilística, facilitou a compra de veículos, e a classe média aumentou em tamanho e poder de consumo. Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. Ficaram presos no congestionamento.
Quem mais fica engarrafada nas ruas é a classe média, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A pesquisa, com base em dados de 2012, revela que os muito pobres e os muito ricos gastam menos tempo no deslocamento casa-trabalho do que a classe média. Os ricos, porque podem morar perto do trabalho – sem contar os milionários, que andam de helicóptero. Os muito pobres, sem dinheiro para a passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô – muito menos em sistemas inteligentes de transporte –, estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.
A classe média vai ao inferno
Era uma vez o sonho de morar na grande cidade. O paraíso das oportunidades, do emprego bem remunerado, do hospital equipado e do acesso mais amplo aos serviços públicos. O centro do lazer cultural e do bem-estar. A promessa da mobilidade social e funcional.
A metrópole virou megalópole e, hoje, São Paulo e Rio de Janeiro se tornaram ambientes hostis ao cidadão de qualquer classe social que precise se deslocar da casa para o trabalho. As “viagens” diárias dificultam conciliar família e profissão.
Hoje, mais da metade da população (54%) tem algum carro. O Brasil privilegiou a indústria automobilística, facilitou a compra de veículos, e a classe média aumentou em tamanho e poder de consumo. Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. Ficaram presos no congestionamento.
Quem mais fica engarrafada nas ruas é a classe média, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A pesquisa, com base em dados de 2012, revela que os muito pobres e os muito ricos gastam menos tempo no deslocamento casa-trabalho do que a classe média. Os ricos, porque podem morar perto do trabalho – sem contar os milionários, que andam de helicóptero. Os muito pobres, sem dinheiro para a passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô – muito menos em sistemas inteligentes de transporte –, estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.
(Época, 28.10.2013. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Era uma vez o sonho de morar na grande cidade. O paraíso das oportunidades, do emprego bem remunerado, do hospital equipado e do acesso mais amplo aos serviços públicos. O centro do lazer cultural e do bem-estar. A promessa da mobilidade social e funcional.
A metrópole virou megalópole e, hoje, São Paulo e Rio de Janeiro se tornaram ambientes hostis ao cidadão de qualquer classe social que precise se deslocar da casa para o trabalho. As “viagens” diárias dificultam conciliar família e profissão.
Hoje, mais da metade da população (54%) tem algum carro. O Brasil privilegiou a indústria automobilística, facilitou a compra de veículos, e a classe média aumentou em tamanho e poder de consumo. Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. Ficaram presos no congestionamento.
Quem mais fica engarrafada nas ruas é a classe média, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A pesquisa, com base em dados de 2012, revela que os muito pobres e os muito ricos gastam menos tempo no deslocamento casa-trabalho do que a classe média. Os ricos, porque podem morar perto do trabalho – sem contar os milionários, que andam de helicóptero. Os muito pobres, sem dinheiro para a passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô – muito menos em sistemas inteligentes de transporte –, estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.
A classe média vai ao inferno
Era uma vez o sonho de morar na grande cidade. O paraíso das oportunidades, do emprego bem remunerado, do hospital equipado e do acesso mais amplo aos serviços públicos. O centro do lazer cultural e do bem-estar. A promessa da mobilidade social e funcional.
A metrópole virou megalópole e, hoje, São Paulo e Rio de Janeiro se tornaram ambientes hostis ao cidadão de qualquer classe social que precise se deslocar da casa para o trabalho. As “viagens” diárias dificultam conciliar família e profissão.
Hoje, mais da metade da população (54%) tem algum carro. O Brasil privilegiou a indústria automobilística, facilitou a compra de veículos, e a classe média aumentou em tamanho e poder de consumo. Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. Ficaram presos no congestionamento.
Quem mais fica engarrafada nas ruas é a classe média, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A pesquisa, com base em dados de 2012, revela que os muito pobres e os muito ricos gastam menos tempo no deslocamento casa-trabalho do que a classe média. Os ricos, porque podem morar perto do trabalho – sem contar os milionários, que andam de helicóptero. Os muito pobres, sem dinheiro para a passagem, tendem a se restringir a trabalhar bem perto de onde moram ou acordam às 4 horas da manhã para evitar congestionamento. Como não se investiu em trem e metrô – muito menos em sistemas inteligentes de transporte –, estouramos os limites da civilidade. E que se lixem os impactos ambientais, a poluição e a rinite.
(Época, 28.10.2013. Adaptado)
– A classe média vai ao inferno. (título)
– Todos acreditaram que chegariam ao paraíso. (terceiro parágrafo)
Os termos destacados nos enunciados estão empregados em sentido
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Os ministros de 159 países concluíram ontem em conferência
em Bali, na Indonésia, o primeiro acordo comercial global
em quase 20 anos. É um pacote modesto quando comparado
com as ambições iniciais da Rodada Doha e abrange
menos de 10% do que estava previsto. Ainda assim, representa
um fôlego importante para a credibilidade da Organização
Mundial do Comércio (OMC).
(Folha de S. Paulo, 8.12.2013)
Um dos maiores impasses da negociação ocorrida em Bali se deu entre
(Folha de S. Paulo, 8.12.2013)
Um dos maiores impasses da negociação ocorrida em Bali se deu entre
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- Anos2014
- MundoGuerras, Terrorismo, Conflitos e Narcotráfico
- BrasilPolítica Brasileira
- Questões SociaisMovimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade
Morre Nelson Mandela, ícone da luta
pela igualdade racial
Presidente da África do Sul entre 1994 e 1999, ele tinha 95 anos e liderou a transição que encerrou a política do apartheid em seu país.
(G1, 5.12.2013)
Apesar do fim do apartheid, uma das marcas negativas da presidência de Nelson Mandela na África do Sul foi
Presidente da África do Sul entre 1994 e 1999, ele tinha 95 anos e liderou a transição que encerrou a política do apartheid em seu país.
(G1, 5.12.2013)
Apesar do fim do apartheid, uma das marcas negativas da presidência de Nelson Mandela na África do Sul foi
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Jogadores cruzam braços e fazem silêncio
em protesto do Bom Senso FC
Em protesto contra a falta de ação da CBF para atender as reivindicações do Bom Senso FC, os jogadores dos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro estão cruzando os braços, literalmente, e fazendo um minuto de silêncio antes das partidas da 34.ª rodada da competição, que começou nesta quarta-feira.
(Estadão, 13.11.2013)
Entre as principais reivindicações desse movimento, é correto identificar:
Em protesto contra a falta de ação da CBF para atender as reivindicações do Bom Senso FC, os jogadores dos clubes da Série A do Campeonato Brasileiro estão cruzando os braços, literalmente, e fazendo um minuto de silêncio antes das partidas da 34.ª rodada da competição, que começou nesta quarta-feira.
(Estadão, 13.11.2013)
Entre as principais reivindicações desse movimento, é correto identificar:
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Após mais de 18 horas de trabalho, a exumação dos restos
mortais do ex-presidente João Goulart foi concluída por volta
das 2h desta quinta-feira (14 de novembro) em São Borja,
na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. O trabalho teve
início pouco antes das 8h da manhã anterior no mausoléu da
família de Jango no cemitério Jardim da Paz. Com honras
militares e coberto por bandeiras do Brasil e de São Borja, a
urna com os restos mortais do ex-presidente foi colocada em
um caminhão da Defesa Civil gaúcha por volta das 2h 30. Às
6h, o corpo deve ser transportado até Brasília em um avião
da Força Aérea Brasileira.
(G1, 14.11.2013)
A exumação do corpo de João Goulart se deveu
(G1, 14.11.2013)
A exumação do corpo de João Goulart se deveu
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Preço da gasolina sobe 4% a partir de sábado
A Petrobras informou nesta sexta-feira que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados nas refinarias a partir da 0h deste sábado, dia 30 de novembro. Para a gasolina, o aumento é de 4% e para o diesel, 8%. O reajuste foi decidido hoje durante a reunião do conselho de administração da estatal. Para o consumidor final, o aumento da gasolina deve representar uma alta de 2% a 2,5% no preço na bomba.
(Estadão, 29.11.2013)
Um dos argumentos utilizados pela Petrobras para justificar o aumento de preços dos combustíveis é:
A Petrobras informou nesta sexta-feira que os preços da gasolina e do diesel serão reajustados nas refinarias a partir da 0h deste sábado, dia 30 de novembro. Para a gasolina, o aumento é de 4% e para o diesel, 8%. O reajuste foi decidido hoje durante a reunião do conselho de administração da estatal. Para o consumidor final, o aumento da gasolina deve representar uma alta de 2% a 2,5% no preço na bomba.
(Estadão, 29.11.2013)
Um dos argumentos utilizados pela Petrobras para justificar o aumento de preços dos combustíveis é:
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De acordo com o art. 14 da Constituição Federal de 1988,
que trata da soberania popular, exercida por meio do voto
direto e secreto, são consideradas outras formas de participação
cidadã:
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Essa modalidade de licitação é obrigatória para obras e
serviços de engenharia de valor superior a um milhão e
quinhentos mil reais:
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