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TEXTO 3

What’s Good For IBM...

...is as good as it gets for America.

Enunciado 1333843-1

Brands Born in Bad Times From FedEx to Microsoft, a look at the companies that were created in recessionary times and managed to thrive.

By Zachary Karabell | NEWSWEEK Published Aug 15, 2009 From the magazine issue dated Aug 31, 2009

The financial crisis is producing many warnings that globalization is dead, as trade and investment slow. Nothing could be further from the truth. In fact, global companies have rarely been in a stronger position, and if you want to get a sense of where such businesses are heading, look no further than IBM.

The company was a titan of American industry in the 20th century, an innovator in computer technology, and an icon of efficient sales. Today, it is radically different. No longer primarily a hardware maker, the company, still officially known as International Business Machines, ought to be renamed IBS— International Business Services. Over the past decade, and in the past two years in particular, IBM has become a global services company that helps multinational businesses to focus more on international markets and to depend less on any one country, including the United States.

Those changes began out of necessity in the 1990s as IBM lagged behind New Economy tech upstarts. But only in the past few years, under the leadership of CEO Samuel Palmisano, has that transformation really taken hold. He has articulated a vision of a world that is becoming more connected and smarter. The role of IBM is to be a "globally integrated enterprise" that, in turn, helps other companies become smarter and better able to seize opportunities. What that means is that IBM no longer conceives of companies as a series of units defined by their geography but as a series of units defined by their purpose (sales, research and development, production) and located anywhere on the planet where those tasks can be done most efficiently.

IBM's world view has meant that hardware is an increasingly small portion of its revenue. It no longer makes personal computers, having sold its ThinkPad division to China's Lenovo; higher-end servers now constitute only a quarter of its business. The rest is in software and consulting, which are increasingly based outside the U.S., making IBM less sensitive to the U.S. economy even as it remains—technically—an American company. IBM remains highly profitable. In the first six months of 2009, it earned nearly $6 billion in profits, even as the U.S. economy contracted sharply. This past quarter, about two thirds of its revenue came from outside the U.S., and that percentage is growing.

Some of the effects are undoubtedly negative for the U.S. Thousands of IBM employees have recently been offered a choice between losing their jobs in America or moving abroad to stay employed. Companies that once were icons of American power—like IBM and General Motors—will thrive only if they become more wedded to the world and less to the U.S. GM itself is a perfect example of what works and what doesn't, with a U.S. division that failed and a Chinese division that is wildly successful. A world with more strong foreign markets means less money spent on labor and operations in the U.S., and more spent elsewhere. Companies like Intel and Microsoft are investing billions in R&D facilities in China because they believe that is where their future is.

But some consequences are more positive. For instance, IBM has been a leader in green business practices for the simple reason that if you're a global business dealing with a labyrinth of different environmental regulations, it pays to harmonize your supply chain to take those different regimes into account. And to the extent that a corporation domiciled in the United States profits because of global business, some of that will bolster the domestic American economy. The fact that IBM is headquartered in Armonk, New York, matters much less than it did, but it still contributes. The company employs more than 100,000 people in America, close to 30 percent of its workforce, though that is down from 35 percent two years ago.

IBM is hardly the only example of global business detaching from the U.S. Other technology and consulting companies such as HP and Accenture are charting similar paths. Firms in other industries have moved away from the U.S. altogether, most notably oil-services company Halliburton. Having been reviled in the U.S. for allegedly overcharging the U.S. military in Iraq, it decamped to Dubai, where no one cares. In fact, there is hardly an industry other than utilities that is not seeing its most significant growth outside the U.S. That was true before the crisis, but it is even more clear in financial results this year. In 2006 about 43 percent of the profits of the S&P 500 came from outside the U.S. In 2009 that percentage is poised to surpass 50 percent.

This is the new world of global business, one in which the U.S. becomes simply a market among markets, and not even the most interesting one. IBM is one of the multinationals that propelled America to the apex of its power, and it is now emblematic of the process of creative destruction pushing America to a new, less dominant, and less comfortable position.

Karabell is president of River Twice Research and the author of Superfusion: How China and America Became One Economy and Why the World’s Prosperity Depends on It, to be published by Simon & Schuster in October.

Tome como referência o texto 3 para responder a questão a seguir.

De acordo com Karabell, Presidente da Empresa River Twice Research, como o mercado americano é visto atualmente no mundo dos negócios globais?

 

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1333788 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Analise as afirmações a respeito do SAMBA.

I – Com o servidor SAMBA é possível autenticar usuários do Windows.

II – O SAM (Security Account Manager) é um banco de dados que contém informações sobre os usuários do domínio Windows e suas respectivas senhas.

III – O comando smbcontrol exibe informações sobre os computadores de uma rede.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1333649 Ano: 2009
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Assinale a alternativa que mostra que de acordo com o Código Ambiental do Estado do Amapá, fica proibido pescar

 

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1333623 Ano: 2009
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Sobre projetos orientados a objetos, julgue as seguintes afirmativas:

I - Um objeto num sistema possui três propriedades: estado, comportamento e identidade.

II - Um objeto é uma abstração que representa uma entidade do mundo real.

III - Cada objeto em um sistema não deve ser único.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1333100 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Biodiversidade

Todos sabem do incontável número de astros que com a Terra povoam o universo. Temos noção da grandeza deste número, mas não sabemos precisá-lo ao certo, apesar dos esforços dos estudiosos deste campo da ciência. Em semelhante dimensão sabemos que existem inúmeros seres vivos na Terra além de nós, seres humanos. E também aqui temos noção da grandeza deste número, apesar dos esforços dos cientistas em nomear as diferentes espécies que aqui habitam. Alguns falam que na Terra existem aproximadamente 10 milhões de espécies diferentes, já outros arriscam 50 milhões, mas conhecidas atéhoje só são 1,5 milhões.

A variedade/pluralidade dos seres vivos do nosso planeta é expressa pelo termo diversidade biológica ou biodiversidade. Esta variedade se manifesta em todos os níveis de organização dos seres vivos – das células aos ecossistemas – e diz respeito a todas as espécies – as vegetais, os animais e os microrganismos. A variedade dos seres vivos é fundamental para que se possa enfrentar as modificações ambientais. Quanto maior a diversidade, maior a opção de respostas da natureza. Mas é bom lembrarmos que a distribuição dos seres vivos no planeta não é homogênea nem estática. Segundo Ross (1998:110) “Ao longo do tempo, os organismos se movimentaram na superfície da Terra expandindo ou contraindo sua área de distribuição, substituindo ou sendo substituídos por novas formas”.

Também não são homogêneas nem estáticas a composição e forma da Terra. Nosso planeta sofre constante e permanentemente a ação de dois tipos de forças: as endógenas e as exógenas. E essas forças atuam sobre ele de forma antagônica. As forças endógenas, ou seja, aquelas que provêm da própria Terra, são exercidas pelo núcleo sobre a crosta terrestre e criam as diferentes formas de relevo.

Contrariamente, as forças exógenas – que vêm de fora da Terra – atuam sobre a mesma, modificando seu relevo. Neste caso, é a energia solar que, agindo por meio da atmosfera, desgasta e esculpe novas formas de relevo na Terra. Ross lembra que “A complexidade desse jogo de forças opostas permitiu e continua permitindo que os diversos componentes do estrato geográfico terrestre, (...), representados pela superfície terrestre (subsolo, relevo e solo), pela hidrosfera (oceanos, rios e lagos) e pela atmosfera, ao interagirem nos mecanismos de troca de energia e matéria, desse suporte ao aparecimento e à evolução da vida vegetal e animal na Terra.” (1998:18). São os terrenos, climas e águas que condicionam fortemente a vida na Terra, segundo o mesmo autor.

A distribuição dos organismos na superfície da Terra não depende apenas das características do ambiente físico, depende também da história evolutiva da região e, consequentemente, de eventos passados, às vezes, há milhões de anos. Entende-se que um dos condicionantes da distribuição dos seres vivos na Terra foi a separação dos continentes – ou deriva continental.

Esta teoria diz que os continentes atuais não tinham a configuração e a distribuição que hoje observamos. Havia um único continente – Pangea, que se separou em dois blocos – Gondwana e Laurasia. O primeiro incluía o que hoje denominamos Austrália, América do Sul, África e Antártida. Já o segundo reuniria a América do Norte, a Europa e a Ásia. Mais tarde estes dois blocos (ou placas tectônicas) também sofreram alterações, resultando no desenho dos continentes que hoje conhecemos.

[...] O clima também não foi sempre constante no planeta Terra. Há cerca de 4,5 bilhões de anos ocorreram várias alterações no clima da Terra, passíveis de reconhecimento e estudo graças aos registros deixados pelos fósseis, pelas geleiras, pelas rochas, pelos polens e troncos das árvores. Mais recentemente, há cerca de 2 milhões de anos, teriam ocorrido períodos glaciários e interglaciários.

[...] Essas circunstâncias provocaram a expansão e retração de florestas a pequenos núcleos mais ou menos isolados (ilhas). Os organismos que dependiam destas florestas tinham que se refugiar nestas ilhas, por exemplo. Aquelas regiões da Terra, mais distantes do Equador (zonas temperadas e frias) foram as que sofreram mais com este avanço e recuo das geleiras. Já as zonas tropicais guardaram condições climáticas tais que permitiram a existência destes núcleos ou “refúgios”. Além do ambiente físico e da história evolutiva da região, a distribuição dos seres vivos no planeta também é condicionada por seus limites de tolerância. Os limites de tolerância, por sua vez, estão ligados à bagagem genética de uma população.

Esta bagagem define a capacidade de sobrevivência e sucesso de uma determinada espécie ou de uma população em função da inexistência, escassez ou abundância de um determinado recurso (a água, por exemplo). Também as relações entre os indivíduos como a competição, predação, simbiose, por exemplo, podem definir o território ocupado por uma determinada população. A evolução das espécies também vem definindo a variedade e pluralidade de seres vivos que encontramos hoje. Sabemos que, por meio desse processo, os atributos dos seres vivos mudam ao longo do tempo. Para Ricklefs, todos os seres vivos da Terra “descendem de um número muito menor (talvez um único) [de espécies] que existiu em algum tempo remoto no passado”.

[...] A mudança nas características de subpopulações isoladas (ou a divergência ecológica) é explicada por dois fatos. O primeiro diz respeito à diferença de hábitats que pressionam as espécies de forma desigual. O segundo fato diz respeito às relações dentro de um mesmo hábitat como a adaptação, por exemplo, que ao exercer pressão provoca mudança evolutiva em outras espécies.

Neste ponto, é importante lembrar que a história do planeta Terra não foi feita apenas do surgimento de novas espécies. A diversidade de espécies tem mantido certa estabilidade ou no máximo tem registrado um crescimento lento. Mas o desaparecimento de espécies também tem ocorrido naturalmente.

O planeta Terra já teria sofrido cinco grandes eventos de extinção em massa, além de, em menor grau, incontáveis outros episódios locais e regionais de extinção. Mas depois de cada declínio de espécies, o planeta voltou a recuperar seu nível original de diversidade, num período estimado de dezenas de milhões de anos (Wilson, 1994). Alguns cientistas consideram que a humanidade equivale ao sexto grande evento de extinção da diversidade biológica do planeta. Sabe-se que hoje, diferentemente dos cinco eventos naturais que teriam ocorrido no passado, a ação da espécie humana sobre os seres vivos do planeta acelerou o ritmo e intensidade do processo de perda de espécies.[...].

Maria Cecília Wey de Brito/ PROGRAMA TV ESCOLA - SALTO PARA O FUTURO www.mec br. (Texto com adaptações)

A leitura do texto permite compreender que

 

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1333062 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Sobre o protocolo SMTP, que é um protocolo de aplicação para o funcionamento do correio eletrônico, analise as afirmativas:

I - Uma vez estabelecida a conexão TCP, cliente e servidores de email entram em uma fase de apresentação mútua (handshaking), antes de enviarem as mensagens eletrônicas entre si.

II - Para enviar uma mensagem, o cliente SMTP estabelece uma conexão TCP, na porta 125, com o servidor SMTP.

III - As mensagens trocadas pelo protocolo SMTP são mensagens em caracteres ASCII.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1332677 Ano: 2009
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Sabendo-se que dentre as metodologias de detecção de intrusão, destaca-se a detecção por assinaturas, analise as afirmações:

I – Essa metodologia tem esse nome, pois o invasor deixa, propositalmente, sua assinatura por escrito, ao invadir uma máquina.

II – consiste em analisar uma base de dados que possui informações sobre padrões de ataques e comparar com o possível ataque em andamento.

III – Essa metodologia não é mais utilizada.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1332387 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Com relação ao aplicativo Packet Sniffer, analise as afirmações:

I – é usado para capturar pacotes que saem de uma conexão Ethernet.

II - uma das maiores ameaças é o roubo de identidade de um usuário.

III – redes sem fio estão mais sujeitas a ataques.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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1332280 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Tendo como base a função Routing/Forwarding, avalie as afirmativas seguintes, em que as Redes de Datagrama(RD) são comparadas às Redes de Circuitos Virtuais(RCV).

I - O controle de tráfego em ambas redes é difícil.

II - Ao contrário do que ocorre na RCV, os PDUs são encaminhados de forma independente entre si na RD.

III - Informação de estado é necessária para RD.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1332246 Ano: 2009
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UNIFAP
Orgão: SEAD-AP
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Analise as afirmações sobre o NFS (Network File System).

I – É usado exclusivamente para compartilhar arquivos com o Windows.

II – pode também ser usado para autenticar usuários.

III - Um computador pode ser ao mesmo tempo um servidor e um cliente NFS.

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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