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Baudrillard (2005, p. 22) criou uma expressão constantemente utilizada hoje, que é a “sociedade de consumo”. Conforme Baudrillard, nas circunstâncias da sociedade atual, o consumo irrompe na vida das pessoas como por impulso. As relações de consumo permeiam e envolvem toda a sociedade; a realização pessoal é basicamente balizada através e por ele. Nas últimas décadas, principalmente pela sofisticação e pelo amplo acesso das tecnologias midiáticas pela população, o consumismo tem se alargado significativamente, logicamente servindo aos interesses e patrocinado pela burguesia industrial. No contexto atual, há um apelo engenhoso e todo tipo de pirotecnias ideológicas pelo individualismo e ao egoísmo, tornando o interesse pela política social local e mundial muito reduzida, é visível a descrença na militância política e nos movimentos sociais tão fortes nos anos 1960 e 1980.
(Disponível em: https://1library.org/article/cidadania-e-consumocidadania-e-participa%C3%A7%C3%A3o-algumas.q5ml2nvw.)
Na atualidade, as pessoas traçam seus planos e sonhos em aquisições e consumos para satisfazer os seus desejos. Muitas vezes, a função da mídia é justamente criar desejos e que esses desejos se tornem necessidades no homem. Nessa conjuntura, em sua maioria capitalista:
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O Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) baseia-se no Código de Ética da International Sociological Association, da qual a SBS é sócia, orientando-se por tais princípios e padrões de conduta. Não é um código exaustivo, nem rígido. Nele foram priorizadas as atividades de pesquisa e de comunicação dos seus resultados. O fato de um determinado comportamento não ter sido previsto pelo código de ética da SBS não significa que ele seja ético ou destituído de ética. Parte das atividades de sociólogos consiste em elaborar um corpo válido de conhecimento científico baseado em pesquisas, contribuindo para o desenvolvimento da condição humana. Essas atividades compreendem a interação com outros profissionais da mesma área ou de outras, estudantes, técnicos, administradores, assessores, patrocinadores, bem como membros da sociedade que procuram estudar.
(Disponível em: https://www.sbsociologia.com.br/wpcontent/uploads/2021/04/2019-Codigo-de-etica-SBS1.pdf. Adaptado.)
Especificamente no que tange ao “consentimento informado”, uma questão bem prioritária na atuação ética do sociólogo, é correto afirmar que:
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Violência contra mulheres
A desigualdade de gênero é a base de onde todas as formas de violência e privação contra mulheres estruturam-se, legitimam-se e perpetuam-se.
(Euler Ribeiro – 10/10/2022 às 22:43)
“Violência contra a mulher” foi expressão cunhada pelo movimento social feminista há pouco mais de vinte anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o Brasil está em quinto lugar na posição de homicídios de mulheres numa lista de 83 países, com 4,8 homicídios por 100 mil mulheres, estando abaixo apenas de El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia. A expressão refere-se a situações tão diversas como a violência física, sexual e psicológica cometida por parceiros íntimos, o estupro, o abuso sexual de meninas, o assédio sexual no local de trabalho, a violência contra a homossexualidade, o tráfico de mulheres, o turismo sexual, a violência étnica e racial, a violência cometida pelo Estado, por ação ou omissão, a mutilação genital feminina, a violência e os assassinatos ligados ao dote, o estupro em massa nas guerras e conflitos armados.
(Disponível em: https://emtempo.com.br/98956/opiniao/violencia-contra-mulheres/.)
Quando se fala em violência, não apenas contra a mulher, mas qualquer tipo de violência, temos que ter em mente que não nos referimos apenas aos aspectos físicos da situação. Pierre Bourdieu, considerado um grande pensador das ciências humanas do século XX, filósofo por formação, desenvolveu importantes trabalhos de etnologia, no campo da antropologia, e conceitos de profunda relevância no campo da sociologia; ele relata sobre a “violência simbólica”, ou seja:
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Estado, sociedade e indivíduo
Base constitucional
A Constituição Federal de 1934 aborda o tema da educação em dois artigos ao afirmar que é função do Estado “traçar as diretrizes da educação nacional” (Art. 5º, inc. XIV) e “difundir a instrução pública em todos os seus graus” (Art. 10º, inc. VII). Promulgada seguindo o contexto de reforço do papel do Estado na sociedade e das demandas da sociedade por educação formal, há um reconhecimento oficial de que a formação dos indivíduos é tarefa do Estado.
A Constituição de 1988, elaborada no contexto da redemocratização política e da incorporação dos valores de defesa da infância e da adolescência, recupera e amplia esses princípios apontando a educação como direito social. Dessa forma, o Art. 6º preleciona que “são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição”.
(Marialice M. Sociologia e sociedade: leitura e introdução à Sociologia. Rio de Janeiro: LTC, 1977.)
Uma das questões importantes na sociedade contemporânea diz respeito ao papel da sociedade e do Estado no desenvolvimento pleno dos indivíduos como seres sociais. A socialização é um processo que envolve instituições sociais como a família, a escola, a Igreja e o Estado, dentre outras. No caso específico do Estado:
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Weber trabalha com o conceito de “casta”, tipo de estratificação social, ao lado da classe e do estamento. Entretanto, a casta, para Weber, representa um caso especial e extremo de estamento – um estamento “fechado”, que se torna hereditário e, ao mesmo tempo, leva ao paroxismo, o exclusivismo e o distanciamento social estamental, proibindo, com frequência, o casamento entre pessoas de grupos diferentes e, também, assiduamente, jungindo os membros de um grupo a uma “profissão” ou atividade específica, transmitida hereditariamente.
(Disponível em: https://pt.scribd.com/doc/92756524/Teoria-daEstratificacao-Social.)
Nas diversas esferas da sociedade e nos diferentes processos de interação, grupos e indivíduos ocupam posições sociais associadas a diferentes graus de prestigio, poder, direitos e deveres. Na teoria de Weber, o status refere-se, dentre outros fatores:
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Resumo: O Cravo e a Rosa: último capítulo de 30/09/2022
(29/09/2022 –11:32 Arthur Marinho.)
Leia agora o resumo da novela O Cravo e a Rosa, em reprise na TV Globo (de 26/09 a 30/09/2022), e saiba o que vai acontecer nos próximos capítulos do folhetim. Escrita por Walcyr Carrasco, em 221 capítulos, a trama é protagonizada por Adriana Esteves, Eduardo Moscovis e antagonizada por Drica Moraes.
Capítulo 206 – segunda, 26 de setembro
Joaquim manda Januário se aconselhar com Petruchio. Dinorá afirma que foi coagida pelo irmão, quando inventou a doença de Bianca. Cornélio resolve lhe dar uma chance e os dois se reconciliam. Calixto e Mimosa se casam. Petruchio dá as alianças de presente. Januário conta para Petruchio que Lindinha está na casa de Kiki. Bianca ouve e conta a Catarina. [...]
(Resumo: O Cravo e a Rosa: último capítulo de 30/09/2022. Disponível em: resumodasnovelas.online.)
No Brasil, uma das principais expressões da indústria cultural são as telenovelas. Foi na televisão que esse gênero consolidou-se como um modo específico de entretenimento de massa. Por conta da importância que adquiriram no cotidiano, as novelas são objeto de debate em diferentes esferas da sociedade e também nas Ciências Sociais. Na sociologia, a interpretação das novelas, cinema e a influência da TV apresentam algumas visões, sendo que na perspectiva crítica desenvolvida por Adorno e Horkheimer, mesmo que não especificamente desenvolvida acerca das novelas, mas a cultura de massa de uma forma mais ampla:
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Aquarela do Brasil, que inicialmente recebeu o nome de Aquarela Brasileira, foi composta pelo mineiro Ary Barroso no final dos anos 30, durante a Era Vargas. A música é considerada a fundadora do samba-exaltação:
Brasil, meu Brasil brasileiro
Mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
Brasil, samba que dá
Bamboleio que faz gingar
O Brasil do meu amor
Terra de nosso Senhor
Abre a cortina do passado
Tira a mãe preta do cerrado
Bota o rei congo no congado
Canta de novo o trovador
A merencória luz da lua
Toda a canção do seu amor
(Disponível em: https://www.letras.mus.br/ary-barroso/163032/.)
Até então o samba era voltado à malandragem. A partir daí, o Estado Novo investiu pesado no uso da música como veículo de sua ideologia exaltando o trabalho, chegando a distribuir verbas a escolas de samba, com a condição de que trocassem temas que evocassem a malandragem por temas nacionalistas e patriotas incentivando ao trabalho. Vários autores da sociologia se debruçam no estudo da ideologia, seu significado e presença na história, sendo que:
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Todas as sociedades industriais modernas se encontram em uma encruzilhada, encarando duas dimensões diferentes do desenvolvimento técnico. Elas podem permanecer no nível da instrumentalização primária, intensificando a exploração de seres humanos e da natureza, ou seguir em outra direção na qual as tendências tecnológicas integrativas apoiam aplicações emancipatórias. A escolha é essencialmente política.
(FEENBERG, 1991: 195. Disponível em: https://1library.org/article/ateoria-da-tecnologia-de-andrew-feenberg.ye3e0n1q.)
O movimento ambientalista vem discutindo as implicações do avanço tecnológico sobre o ecossistema planetário. Através da noção de impactos e riscos ambientais, a sociologia ambiental tem apontado os diversos efeitos das modernas tecnologias sobre o meio ambiente. Sobre esse viés da sociologia, é correto afirmar que:
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Ansiedade, perda de contato com pessoas próximas, sentir-se mais feliz na vida virtual que na realidade, se preocupar com as curtidas e compartilhamentos de uma foto, e deixar de aproveitar os momentos da vida para postar uma selfie são alguns dos sinais de que você está passando do limite. Uso abusivo do celular pode se tornar um transtorno psicológico, chamado nomofobia, que pode desencadear em depressão, alertam os especialistas. De acordo com a psicóloga do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo) Dora Goes, o abuso do uso de celular pode se tornar um transtorno, conhecido como nomofobia, do inglês “no mobile phobia” (medo de ficar sem o celular). O excesso não está relacionado ao tempo em que a pessoa fica no aparelho, mas aos prejuízos que o uso acarreta na vida.
(Disponível em: https://noticias.r7.com/saude/nomofobia-usoexcessivo-de-celular-pode-levar-a-ansiedade-tremor-e-ate-depressao19072015.)
Além dos fatores pessoais, psicológicos, internos, não só o uso exacerbado do celular, mas das mídias de uma maneira geral, afetam gravemente grande parte da sociedade, com mais especificidade em jovens, adolescentes e até crianças. Vivendo em um mundo paralelo ao real, muitas vezes o que resta é a alienação em relação à própria vida. É no mundo dos jovens urbanos principalmente que são visíveis algumas características ocasionalmente desconcertantes da sociedade contemporânea, tais como:
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Entre o povo Bororo, que vive no estado de Mato Grosso, um homem deve mudar para a residência da esposa ao se casar. No entanto, ele continua pertencendo à sua linhagem, que é sempre matrilinear (ou seja, o pertencimento de cada indivíduo é definido pela linhagem de sua mãe). Em cada casa, portanto, há cerca de três famílias nucleares, de diferentes linhagens e clãs. As metades [da aldeia] eram exógamas, ou seja, os cônjuges tinham de ser escolhidos sempre na metade oposta; além disso, havia relações de casamento preferenciais entre determinados clãs. Pertencer às metades, aos clãs e aos subclãs era uma herança materna. Os homens de todos os clãs, no entanto, passavam boa parte de sua vida na casa dos homens comuns, na qual a tradição era cultivada e também os privilégios dos clãs eram expressados materialmente. Os clãs, entre os quais havia ricos e pobres, eram, na verdade, os proprietários de mitos a partir dos quais eram deduzidos os direitos a determinadas cerimônias, tarefas sociais e nomes próprios, mas também a forma de objetos de uso cotidiano. Através da antropologia, muitos mistérios e conhecimentos sobre variados povos são, de uma certa forma, desmistificados. A etnografia é o método criado pela antropologia para descrever de modo sistemático e detalhado o cotidiano de um grupo social com base no ponto de vista de seus membros. Nesse caso, o etnógrafo:
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