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1620867 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
What has come to be termed the “New Literacy Studies” (NLS) (Gee, 1991; Street, 1996) represents a new tradition in considering the nature of literacy, focusing not so much on acquisition of skills, as in dominant approaches, but rather on what it means to think of literacy as a social practice (Street, 1985). This entails the recognition of multiple literacies, varying according to time and space, but also contested in relations of power.
[ ]
To address these issues ethnographically, literacy researchers have constructed a conceptual apparatus that both coins some new terms and gives new meanings to some old ones. My own work, for instance, begins with the notion of multiple literacies, which makes a distinction between “autonomous” and “ideological” models of literacy (Street, 1985) [ ]. The standard view in many fields, from schooling to development programs, works from the assumption that literacy in itself—autonomously—will have effects on other social and cognitive practices. Introducing literacy to poor, “illiterate” people, villages, urban youth etc. will have the effect of enhancing their cognitive skills, improving their economic prospects, making them better citizens, regardless of the social and economic conditions that accounted for their “illiteracy” in the first place. I refer to this as an “autonomous” model of literacy. The model, I suggest, disguises the cultural and ideological assumptions that underpin it so that it can then be presented as though they are neutral and universal and that literacy as such will have these benign effects.
Research in NLS challenges this view and suggests that in practice literacy varies from one context to another and from one culture to another and so, therefore, do the effects of the different literacies in different conditions. The autonomous approach is simply imposing western conceptions of literacy on to other cultures or within a country those of one class or cultural group onto others.
The alternative, ideological model of literacy, offers a more culturally sensitive view of literacy practices as they vary from one context to another. This model starts from different premises than the autonomous model- it posits instead that literacy is a social practice, not simply a
technical and neutral skill; that it is always embedded in socially constructed epistemological principles. It is about knowledge: the ways in which people address reading and writing are themselves rooted in conceptions of knowledge, identity, and being. It is also always embedded in social practices, such as those of a particular job market or a particular educational context and the effects of learning that particular literacy will be dependent on those particu- lar contexts. Literacy, in this sense, is always contested, both its meanings and its practices, hence particular versions of it are always “ideological”, they are always rooted in a particular world-view and in a desire for that view of literacy to dominate and to marginalize others (Gee, 1991; Besnier & Street, 1994). The argument about social literacies (Street, 1995) suggests that engaging with literacy is always a social act even from the outset. The ways in which teachers or facilitators and their students interact is already a social practice that affects the nature of the literacy being learned and the ideas about literacy held by the participants, especially the new learners and their position in relations of power. It is not valid to suggest that “literacy” can be “given” neutrally and then its “social” effects only experienced afterwards.
STREET, B. What’s ‘new’ in New Literacy Studies: Critical Approaches to Literacy in theory and practice.
Current Issues in Comparative Education, Teachers College, Columbia University, Vol. 5(2), pp. 77-91.
De acordo com o Texto, NÃO pode ser considerado um argumento contrário ao modelo autônomo de letramento:
 

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No que diz respeito à navegação na internet por meio dos aplicativos Internet Explorer, Google Chrome e Firefox Mozilla, a execução do atalho de teclado Ctrl + P tem por objetivo:
 

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O texto a seguir foi digitado no Word do pacote MSOffice BR, no qual se pode observar que a letra A aparece em destaque, resultado do uso de um recurso do editor de textos.
Enunciado 1611848-1
O recurso utilizado é conhecido por:
 

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1606950 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Evaluation refers to procedures for gathering data on the dynamics, effectiveness, acceptability, and efficiency of a language program for the purposes of decision making.
Basically, evaluation addresses whether the goals and objectives of a language program are being attained, that is, whether the program is effective (in absolute terms). In cases where a choice must be made between two possible program options geared to the same objectives, a
secondary focus may be on the relative effectiveness of the program. In addition, evaluation may be concerned with how teachers, learners, and materials interact in classrooms, and how teachers and learners perceive the program’s goals, materials, and learning experiences. The relatively short life span of most language teaching methods and the absence of a systematic approach to language program development in many language teaching institutions is largely attributable to inadequate allowance for program evaluation in the planning process. In the absence of a substantial database informing decisions about how effective a language program is or how its results are achieved, chance and fashion alone often determine program adoption and adaptation. Consequently, much has been written about the design of language teaching courses, methods, syllabuses, and materials, but little has been published about the impact on learners of programs, approaches, methods, instructional strategies, and materials.
RICHARDS, J. C.; RODGERS, T.S. Approaches and Methods in Language
Teaching. Cambridge: Cambrige University Press, 1986.
No Texto, a palavra “geared” tem o mesmo significado que o termo:
 

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1575296 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No título, sugere-se uma ideia que é desconstruída ao longo do texto. Essa desconstrução se baseia na premissa de que escrever:
 

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1571850 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
From the 1980s on [ ], the community of researchers and teachers interested in the context of regular schools started reviewing the assumptions and logic of English Language Teaching (ELT). Recognizing that each and every school discipline needs to justify its presence in the curriculum socially and educationally, this movement identified the skill of reading as the most relevant one for the students attending the majority of Brazilian regular schools. [ ] This movement reached its climax with the publication of the Brazilian National Curricular Parameters (PCN) for the teaching of foreign languages at basic education level by the end of the 1990s. The document recommended the focus on the teaching of reading within a view of language as discourse. However, it did not close the door on the teaching of any other skill, as long as the context made it possible and relevant.
It is important at this point to clarify a few things about the emergence of this educational policy. First of all, it was not formulated apart from the community of teachers and researchers and then imposed upon them. On the contrary, great names in Brazilian Applied Linguistics, such as Luiz Paulo da Moita Lopes and Maria Antonieta Celani among others, were involved in the
formulation of the Parameters. Even more important than that, a lot of teachers, individually or collectively, with or without supervision, were already trying the focus on reading as an alternative to the failure of previous practices before the Parameters were elaborated. [ ]
Another important characteristic of the Parameters that should not be overlooked is their emphasis on teacher’s autonomy. This emphasis can be seen clearly in the fact that no content or method is imposed upon the teachers. What one can find are suggestions and relevant information for teachers to make their own decisions, taking into consideration the context within which they work. In other words, the Parameters do not force any teacher to limit their focus on the teaching of reading, if they believe they can go further than that.
ALMEIDA, R. L. T. de. The teaching of English as a Foreign Language in the Context of Brazilian Regular Schools: a
Retrospective and Prospective View of Policies and Practices.
RBLA, Belo Horizonte, v. 12, n. 2, 2012, pp. 331-348.
No Texto, pode-se afirmar que os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Estrangeira:
 

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1564769 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No primeiro parágrafo, o uso dos dois-pontos marca a seguinte relação entre as partes da frase:
 

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1562371 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
Para o autor, a produção de textos orais ou escritos supõe principalmente o seguinte aspecto:
 

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O processo educativo e formativo que se vivencia por meio da prática do trabalho permite ao ser humano a autotransformação e a transformação do meio em que vive. Por essas razões, o trabalho tem em si um princípio educativo.
Trabalho como princípio educativo tornou-se, no Brasil, um conceito teórico e prático de educação profissional integral que traz entre seus fundamentos as premissas do modelo de educação:
 

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1537814 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
Escrever é fácil?
Via de regra, nosso pensamento é caótico: funciona para alimentar nossas decisões cotidianas, mas não funciona se for expresso, em voz alta ou por escrito, tal qual se encontra na cabeça. Para entender o nosso próprio pensamento, precisamos expressá-lo para outra pessoa. Ao fazê-lo, organizamos o pensamento segundo um código comum e então, finalmente, o entendemos, isto é, nos entendemos.
Todo professor conhece este segredo: você entende melhor o seu assunto depois de dar sua aula sobre ele, e não antes. Ao falar sobre o meu tema, tentando explicá-lo a quem o conhece pouco, aumento exponencialmente a minha própria compreensão a respeito. Motivado pelas expressões de dúvida e até de estupor dos alunos, refino minhas explicações e, ao fazê-lo, entendo bem melhor o que queria dizer. Costumo dizer que, passados tantos anos de profissão, gosto muito de dar aula, principalmente porque ensinar ainda é o melhor método de estudar e compreender.
Ora, do mesmo jeito que ensino me dirigindo a um grupo de alunos que não conheço, pelo menos no começo dos meus cursos, quem escreve o faz para ser lido por leitores que ele potencialmente não conhece e que também não o conhecem. Mesmo quando escrevo um diário secreto, o faço imaginando um leitor futuro: ou eu mesmo daqui a alguns anos, ou quem sabe a posteridade. Logo, preciso do outro e do leitor para entender a mim mesmo e, em última análise, para ser e saber quem sou.
Exatamente porque esta relação com o outro, aluno ou leitor, é tão fundamental, todo professor sente um frio na espinha quando encontra uma turma nova, não importa há quantos anos exerça o magistério. Pela mesmíssima razão, todo aluno não quer que ninguém leia sua redação enquanto a escreve ou faz questão de colocá-la debaixo da pilha de redações na mesa do professor, não importa se suas notas são boas ou não na matéria.
Escrever definitivamente não é fácil, porque nos expõe no momento mesmo de fazê-lo. Quem escreve sente de repente todas as suas hesitações, lacunas e omissões, percebendo como o seu próprio pensamento é incompleto e o quanto ainda precisa pensar. Quem escreve
de repente entende o quanto a sua própria pessoa é incompleta e fraturada, o quanto ainda precisa se refazer, se inventar, enfim: se reescrever.
Gustavo Bernardo (Adaptado de Conversas com um
professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco, 2013)
No quarto parágrafo, a menção a uma prática considerada corrente entre os alunos reforça uma característica do autor já discutida no texto. Essa característica se constrói por:
 

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