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Foram encontradas 1.045 questões.

984999 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Em uma unidade de alimentação e nutrição (UAN), o nutricionista colocou ovo cozido (300 porções) em seu cardápio. Em sua ficha técnica de preparação, recomendava submeter o ovo à cocção, em temperatura de ebulição, por dez minutos (tempo ideal para a cocção de ovos naquela região). Porém, naquele dia, o nutricionista não acompanhou seus funcionários na produção. Na hora do almoço, uma consumidora chegou ao local e chamou o nutricionista para dizer que a preparação estava com odor desagradável e gema de coloração esverdeada e que ela achava que estava estragada.
Com base nesse caso hipotético, julgue o item subsequente.
Os ovos apresentaram coloração esverdeada porque já estavam armazenados há muito tempo e estavam velhos.
 

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984998 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
No que diz respeito à contaminação e à alteração de alimentos, julgue o item subsequente.
Na produção de alimentos, quando a higienização não ocorre apropriadamente, podem se formar biofilmes a partir da adesão de microrganismos a resíduos orgânicos e inorgânicos presentes na superfície de equipamentos e utensílios. Como consequência, pode haver a redução da eficiência e da vida útil de equipamentos, em função do fenômeno denominado de corrosão microbiologicamente induzida. Contudo, o fato mais alarmante é a possibilidade de contaminação dos alimentos que entram em contato com a superfície onde está formado o biofilme, uma vez que são mais resistentes ao processo de desinfecção, resultando em surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTA).
 

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984997 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
No que diz respeito à contaminação e à alteração de alimentos, julgue o item subsequente.
A deterioração de alimentos pode ser explicada por reações resultantes do crescimento microbiano, que produzem compostos voláteis, sensíveis ao olfato e ao paladar humano. Sendo assim, envolvem alterações que tornam o alimento impróprio para o consumo humano, podendo gerar surto de DTA, como no caso da toxina produzida pela bactéria Staphylococcus aureus.
 

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984996 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
A nutrição adequada durante todo o ciclo vital é essencial para a manutenção da saúde. Durante os processos de rápida multiplicação celular, como na vida uterina e nos primeiros anos de vida, ela se torna ainda mais importante, favorecendo o pleno crescimento e desenvolvimento da criança. Quanto à saúde e à nutrição nessa fase da vida, julgue os itens a seguir.
O método BLW (baby-led weaning) sugere que bebês, a partir do sexto mês de vida, têm capacidade motora para guiar a própria ingestão, pegando os alimentos com as próprias mãos e estando aptos a iniciar o consumo de alimentos em pedaços.
 

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984995 Ano: 2018
Disciplina: Nutrição
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Acerca das legislações pertinentes a alimentos e serviços de nutrição e das Boas Práticas em Serviços de Alimentação, julgue o item.
O primeiro passo para a implementação das Boas Práticas em Serviços de Alimentação é a realização do diagnóstico situacional, que deve incluir um plano de ação. O plano de ação, por sua vez, deve contemplar as não conformidades observadas, as medidas corretivas, os prazos e os responsáveis pelas ações, priorizando sempre a realidade local, ou seja, as condições do proprietário para o cumprimento das normas.
 

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984994 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
O que é participação política?
A participação política envolve a possibilidade de influenciar, de forma efetiva, as políticas locais, regionais, nacionais e internacionais. Calcada a partir da ação intencional, visa a impactar na agenda pública, na participação legal do sistema representativo, a partir do voto,nas campanhas, nas eleições e na estrutura legislativa. A participação política ocorre, também, pela participação nas estruturas, nas atividades e no trabalho partidário, em grupos organizados e em manifestações orientadas a exercer influência na pauta dos atores políticos e institucionais dos governos.
É muito comum se ouvir comentários de que a juventude hoje não se interessa por política, que é uma geração apática, alienada e consumista que passa a maior parte do seu tempo na frente da TV. Além disso, há inúmeras comparações da atual geração de jovens com aqueles que viveram os anos de ditadura no Brasil na década de 1960 e 1970. Com um tom de saudosismo, se diz que a juventude já não é como antes, que saía às ruas para protestar contra a repressão do governo e se arriscava em associações clandestinas para lutar pela liberdade de expressão e pela democracia.
Aqueles que estão convencidos de que isso é verdade podem se surpreender. Em novembro de 2005, o IBASE e o Instituto Polis lançaram o resultado da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas, que ajuda a desmistificar essa apatia da juventude. Foram entrevistados oito mil jovens em sete regiões metropolitanas brasileiras.
Alguns dados interessantes: 28,1% dos oito mil jovens entrevistados faziam parte de algum grupo; 85,8% dos jovens afirmaram se informar sobre o que acontece no mundo; 89% dos jovens acreditam que as pessoas devem se unir para defender seus interesses; e 85% dos entrevistados disseram que é preciso abrir canais de diálogo entre cidadãos e governo.
É fato que muitos jovens que desejam participar mais não sabem como fazer. Participação política pode ser bem mais do que votar em uma eleição. Esta é apenas uma das formas, por isso é muito importante tornar público quais os espaços já existentes e de que maneiras é possível participar!
Internet: http://www.infojovem.org.br/ (com adaptações).

Desde a Grécia Antiga, o conceito de participação política vem sendo discutido no Ocidente. A participação política é um dos aspectos fundantes das democracias atuais, hoje sendo uma referência indentitária do modo de vida social no Ocidente. Tendo o texto apresentado e os conceitos de participação política, democracia e identidade como referências iniciais, julgue os próximos itens.
É uma participação política de todos, ou, pelo menos, da maioria, que pode superar o individualismo e as práticas que garantem vantagens materiais e poder para alguns, quase sempre uma minoria, em detrimento de outros, quase sempre a maioria.
 

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984993 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Barbie: uma imagem que aprisiona
Enunciado 984993-1
Barbie prometeu a todas as meninas, de várias gerações, um mundo cor de rosa repleto de acessórios e acabou nos aprisionando nesse sonho. No final dos anos 1950, o casal Ruth e Elliot Handler, fundadores da fábrica de brinquedos Mattel, encontraram um nicho de mercado, ainda não explorado, ao observar as brincadeiras de sua filha Barbara, de sete anos de idade, com bonecas de papel. Nessa época, não existia uma boneca tridimensional de corpo adulto com a qual a criança pudesse fantasiar e realizar seus sonhos. Foi nesse momento que Ruth criou a Barbie e seu mundo pink, revolucionando para sempre as brincadeiras das meninas que, até então, brincavam exclusivamente com bebês, como um exercício para a maternidade. Desde a chegada da Barbie nas prateleiras, garotas do mundo todo passaram então a experimentar, em suas brincadeiras, a falsa ideia, no contexto de então, de que as mulheres adultas podiam ser o que desejassem: médicas; astronautas; bailarinas, mas, claro, desde que fossem magras e belas. Assim, a boneca virou o jogo e passou não só a ditar as regras da brincadeira, mas também os desejos da garotada, por esgotar, em seu corpo magro, oco e de plástico, as possibilidades de ser, pois passava valores que priorizavam o ter.
Barbie, hoje com mais de cinquenta anos de idade, continua sendo a boneca mais amada e vendida no mundo todo e acabou conquistando um fã-clube de mais de dezoito milhões de membros, desfiles inspirados em seus modelos de roupa, exposições em museus mundo afora e até mais de 36 cirurgias plásticas em um único corpo. A estética da Barbie é hoje imposta pela cultura da moda e, principalmente, pelas imagens publicitárias, mobilizando milhões de meninas e adolescentes a fazer de tudo para conquistar o corpo ideal, vendido como passaporte para a felicidade.
Esse fato é tão verdadeiro que, na semana passada (julho/2012), um exemplo chegou à maioria dos jornais brasileiros, chocando a todos: duas adolescentes inglesas de dezesseis anos de idade, da cidade de Crewkerne, chegaram ao baile de formatura do colégio empacotadas dentro de caixas da Barbie em tamanho natural, como verdadeiras bonecas de plástico, encenando uma entrada triunfal. As caixas de papelão de 1,80 m X 0,60, com flores pintadas à mão, foram feitas por uma das mães, que gastou 250 libras para realizar o sonho das meninas. Bom, se a intenção era roubar a cena, elas conseguiram. A cidade toda parou para vê-las passar, aprisionadas em seu sonho de infância. Onde vamos parar? No baile de formatura! Agora, vale a reflexão... Se, de alguma maneira, nós mulheres nos libertamos dos espartilhos de nossas bisavós, as adolescentes da atualidade continuam aprisionadas ao culto do corpo perfeito, em uma busca incansável pela magreza e felicidade que não lhes dá sossego.
Internet: http://www.consumismoeinfancia.com/ (com adaptações).

O consumismo e os reflexos dessa prática de consumir são uma realidade evidente nas sociedades alicerçadas no mercado. Tendo essa perspectiva e o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.
A criança se identifica com a boneca Barbie por ela ser uma boneca adulta e adaptada às mudanças sociais que a criança fantasia viver no futuro.
 

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984991 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
O que é participação política?
A participação política envolve a possibilidade de influenciar, de forma efetiva, as políticas locais, regionais, nacionais e internacionais. Calcada a partir da ação intencional, visa a impactar na agenda pública, na participação legal do sistema representativo, a partir do voto,nas campanhas, nas eleições e na estrutura legislativa. A participação política ocorre, também, pela participação nas estruturas, nas atividades e no trabalho partidário, em grupos organizados e em manifestações orientadas a exercer influência na pauta dos atores políticos e institucionais dos governos.
É muito comum se ouvir comentários de que a juventude hoje não se interessa por política, que é uma geração apática, alienada e consumista que passa a maior parte do seu tempo na frente da TV. Além disso, há inúmeras comparações da atual geração de jovens com aqueles que viveram os anos de ditadura no Brasil na década de 1960 e 1970. Com um tom de saudosismo, se diz que a juventude já não é como antes, que saía às ruas para protestar contra a repressão do governo e se arriscava em associações clandestinas para lutar pela liberdade de expressão e pela democracia.
Aqueles que estão convencidos de que isso é verdade podem se surpreender. Em novembro de 2005, o IBASE e o Instituto Polis lançaram o resultado da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas, que ajuda a desmistificar essa apatia da juventude. Foram entrevistados oito mil jovens em sete regiões metropolitanas brasileiras.
Alguns dados interessantes: 28,1% dos oito mil jovens entrevistados faziam parte de algum grupo; 85,8% dos jovens afirmaram se informar sobre o que acontece no mundo; 89% dos jovens acreditam que as pessoas devem se unir para defender seus interesses; e 85% dos entrevistados disseram que é preciso abrir canais de diálogo entre cidadãos e governo.
É fato que muitos jovens que desejam participar mais não sabem como fazer. Participação política pode ser bem mais do que votar em uma eleição. Esta é apenas uma das formas, por isso é muito importante tornar público quais os espaços já existentes e de que maneiras é possível participar!
Internet: http://www.infojovem.org.br/ (com adaptações).

Desde a Grécia Antiga, o conceito de participação política vem sendo discutido no Ocidente. A participação política é um dos aspectos fundantes das democracias atuais, hoje sendo uma referência indentitária do modo de vida social no Ocidente. Tendo o texto apresentado e os conceitos de participação política, democracia e identidade como referências iniciais, julgue os próximos itens.
Os desafios políticos e sociais próprios da sociedade brasileira contemporânea exigem que a participação política se fixe na representação e decisão por meio do voto, pois este é o canal formal e ativo de possível efetiva ação do cidadão brasileiro.
 

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984990 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Barbie: uma imagem que aprisiona
Enunciado 984990-1
Barbie prometeu a todas as meninas, de várias gerações, um mundo cor de rosa repleto de acessórios e acabou nos aprisionando nesse sonho. No final dos anos 1950, o casal Ruth e Elliot Handler, fundadores da fábrica de brinquedos Mattel, encontraram um nicho de mercado, ainda não explorado, ao observar as brincadeiras de sua filha Barbara, de sete anos de idade, com bonecas de papel. Nessa época, não existia uma boneca tridimensional de corpo adulto com a qual a criança pudesse fantasiar e realizar seus sonhos. Foi nesse momento que Ruth criou a Barbie e seu mundo pink, revolucionando para sempre as brincadeiras das meninas que, até então, brincavam exclusivamente com bebês, como um exercício para a maternidade. Desde a chegada da Barbie nas prateleiras, garotas do mundo todo passaram então a experimentar, em suas brincadeiras, a falsa ideia, no contexto de então, de que as mulheres adultas podiam ser o que desejassem: médicas; astronautas; bailarinas, mas, claro, desde que fossem magras e belas. Assim, a boneca virou o jogo e passou não só a ditar as regras da brincadeira, mas também os desejos da garotada, por esgotar, em seu corpo magro, oco e de plástico, as possibilidades de ser, pois passava valores que priorizavam o ter.
Barbie, hoje com mais de cinquenta anos de idade, continua sendo a boneca mais amada e vendida no mundo todo e acabou conquistando um fã-clube de mais de dezoito milhões de membros, desfiles inspirados em seus modelos de roupa, exposições em museus mundo afora e até mais de 36 cirurgias plásticas em um único corpo. A estética da Barbie é hoje imposta pela cultura da moda e, principalmente, pelas imagens publicitárias, mobilizando milhões de meninas e adolescentes a fazer de tudo para conquistar o corpo ideal, vendido como passaporte para a felicidade.
Esse fato é tão verdadeiro que, na semana passada (julho/2012), um exemplo chegou à maioria dos jornais brasileiros, chocando a todos: duas adolescentes inglesas de dezesseis anos de idade, da cidade de Crewkerne, chegaram ao baile de formatura do colégio empacotadas dentro de caixas da Barbie em tamanho natural, como verdadeiras bonecas de plástico, encenando uma entrada triunfal. As caixas de papelão de 1,80 m X 0,60, com flores pintadas à mão, foram feitas por uma das mães, que gastou 250 libras para realizar o sonho das meninas. Bom, se a intenção era roubar a cena, elas conseguiram. A cidade toda parou para vê-las passar, aprisionadas em seu sonho de infância. Onde vamos parar? No baile de formatura! Agora, vale a reflexão... Se, de alguma maneira, nós mulheres nos libertamos dos espartilhos de nossas bisavós, as adolescentes da atualidade continuam aprisionadas ao culto do corpo perfeito, em uma busca incansável pela magreza e felicidade que não lhes dá sossego.
Internet: http://www.consumismoeinfancia.com/ (com adaptações).

O consumismo e os reflexos dessa prática de consumir são uma realidade evidente nas sociedades alicerçadas no mercado. Tendo essa perspectiva e o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.
Nas sociedades baseadas no mercado, o corpo se tornou objeto de consumo na busca pelo modelo ideal, ora respondendo às necessidades da saúde, ora às necessidades dos padrões estéticos de hegemonia eurocêntrica.
 

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984989 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Barbie: uma imagem que aprisiona
Enunciado 984989-1
Barbie prometeu a todas as meninas, de várias gerações, um mundo cor de rosa repleto de acessórios e acabou nos aprisionando nesse sonho. No final dos anos 1950, o casal Ruth e Elliot Handler, fundadores da fábrica de brinquedos Mattel, encontraram um nicho de mercado, ainda não explorado, ao observar as brincadeiras de sua filha Barbara, de sete anos de idade, com bonecas de papel. Nessa época, não existia uma boneca tridimensional de corpo adulto com a qual a criança pudesse fantasiar e realizar seus sonhos. Foi nesse momento que Ruth criou a Barbie e seu mundo pink, revolucionando para sempre as brincadeiras das meninas que, até então, brincavam exclusivamente com bebês, como um exercício para a maternidade. Desde a chegada da Barbie nas prateleiras, garotas do mundo todo passaram então a experimentar, em suas brincadeiras, a falsa ideia, no contexto de então, de que as mulheres adultas podiam ser o que desejassem: médicas; astronautas; bailarinas, mas, claro, desde que fossem magras e belas. Assim, a boneca virou o jogo e passou não só a ditar as regras da brincadeira, mas também os desejos da garotada, por esgotar, em seu corpo magro, oco e de plástico, as possibilidades de ser, pois passava valores que priorizavam o ter.
Barbie, hoje com mais de cinquenta anos de idade, continua sendo a boneca mais amada e vendida no mundo todo e acabou conquistando um fã-clube de mais de dezoito milhões de membros, desfiles inspirados em seus modelos de roupa, exposições em museus mundo afora e até mais de 36 cirurgias plásticas em um único corpo. A estética da Barbie é hoje imposta pela cultura da moda e, principalmente, pelas imagens publicitárias, mobilizando milhões de meninas e adolescentes a fazer de tudo para conquistar o corpo ideal, vendido como passaporte para a felicidade.
Esse fato é tão verdadeiro que, na semana passada (julho/2012), um exemplo chegou à maioria dos jornais brasileiros, chocando a todos: duas adolescentes inglesas de dezesseis anos de idade, da cidade de Crewkerne, chegaram ao baile de formatura do colégio empacotadas dentro de caixas da Barbie em tamanho natural, como verdadeiras bonecas de plástico, encenando uma entrada triunfal. As caixas de papelão de 1,80 m X 0,60, com flores pintadas à mão, foram feitas por uma das mães, que gastou 250 libras para realizar o sonho das meninas. Bom, se a intenção era roubar a cena, elas conseguiram. A cidade toda parou para vê-las passar, aprisionadas em seu sonho de infância. Onde vamos parar? No baile de formatura! Agora, vale a reflexão... Se, de alguma maneira, nós mulheres nos libertamos dos espartilhos de nossas bisavós, as adolescentes da atualidade continuam aprisionadas ao culto do corpo perfeito, em uma busca incansável pela magreza e felicidade que não lhes dá sossego.
Internet: http://www.consumismoeinfancia.com/ (com adaptações).

O consumismo e os reflexos dessa prática de consumir são uma realidade evidente nas sociedades alicerçadas no mercado. Tendo essa perspectiva e o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.
A boneca Barbie, representante do modelo adulto ideal de mulher e produzida com plástico, foi criada em 1959 e, desde então, nunca deixou de ser alvo de críticas dos movimentos feminista e ambientalista, que a apontam como um modelo de beleza inalcançável.
 

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