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984967 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle
O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram-se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou-se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.
Internet: http://www.ibamendes.com/ (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
Na sociedade tecnológica contemporânea, os corpos e as mentes, ou seja, os sujeitos, são seduzidos pelos aparatos tecnológicos que são apresentados diariamente como facilitadores do exercício de sua função, cargo ou trabalho. Esses aparelhos carregam em si dispositivos de dominação e acabam levando o controle para dentro das casas das pessoas.
 

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984966 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle
O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram-se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou-se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.
Internet: http://www.ibamendes.com/ (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
A socialização é um dos espaços de efetivação do controle social. O processo de socialização começa com o trabalho realizado pelo segundo grupo social ao qual o ser humano tem acesso: a escola.
 

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984965 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle
O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram-se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou-se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.
Internet: http://www.ibamendes.com/ (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
Para Foucault, as formas de controle social visam à construção de um indivíduo dócil, útil ao meio social e submisso e se dão por meio de processos e instituições disciplinadoras, como a escola e o quartel.
 

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984964 Ano: 2018
Disciplina: Sociologia
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle
O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram-se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou-se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.
Internet: http://www.ibamendes.com/ (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
As sociedades pautadas no mercado e herdeiras da Revolução Industrial buscaram a evolução da produtividade industrial e a ordenação de seus espaços sociais e comportamentos, gerenciamentos alinhados ao ideal positivista.
 

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984950 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Quanto aos elementos constitutivos da música, julgue o item seguinte.

Intervalo é um espaço de tempo entre um som e outro.

 

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984949 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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A música popular das cidades mostrava-se mais vulnerável às influências internacionais que poderiam atrapalhar o processo de nacionalização. Além disso, nem toda música popular parecia ser de criação estritamente popular; parte dela soava como versão facilitada da música culta: por exemplo, as canções calcadas em árias de óperas famosas, com textos de poetas locais. Outra parte soava como cópia da música folclórica: por exemplo, as toadas e os poemas sertanejos de Catulo da Paixão Cearense, mal-vistos pelos modernistas.
Elizabeth Travassos. Modernismo e música brasileira.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. p. 51.
A partir do texto acima, julgue os itens subsequentes.
A modinha não se popularizou por ser extremamente erudita.
 

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984948 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Com relação às funções harmônicas estabelecidas pelo campo harmônico da tonalidade maior, julgue o próximo item.

A função dominante é a mais importante de todas, pois resume a tonalidade, representando repouso, relaxamento e estabilidade tonal.
 

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984947 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Com base na origem da música popular brasileira, em seus estilos e em sua aplicabilidade no contexto social, julgue o item que se segue.

A marchinha de carnaval Ó Abre Alas, de Chiquinha Gonzaga, foi considerada como a primeira composição do gênero.
 

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984946 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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Quanto aos elementos constitutivos da música, julgue o item seguinte.

Harmonia pressupõe a combinação de sons “agradáveis ao ouvido”, que transmitem uma sensação de repouso e tranquilidade.

 

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984945 Ano: 2018
Disciplina: Música
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
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A estética é a área da filosofia que estuda as concepções de forma e beleza e a maneira como o ser humano enxerga, ouve e percebe o meio em que vive. Tem-se visto a música como uma expressão da estrutura social, um elemento político, que trata da relação entre o homem e o tempo.

L. B. Meyer. Emotion and Meaning in Music. 1956.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir acerca de estética musical.

Visa compreender como as formas sonoras agem no ser humano, como um discurso melódico influencia na vida de quem o ouve e como a melodia e a expressão se relacionam.
 

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