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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: QUADRIX
Orgão: SEE-DF
Direito à Literatura
Em comparação a eras passadas, chegamos a um máximo de racionalidade técnica e de domínio sobre a natureza. Isso permite imaginar a possibilidade de resolver grande número de problemas materiais do homem. No entanto, a irracionalidade do comportamento é também máxima, servida frequentemente pelos meios que deveriam realizar os desígnios da racionalidade. Assim, com a energia atômica, podemos ao mesmo tempo gerar força criadora e destruir a vida pela guerra; com o incrível progresso industrial, aumentamos o conforto até alcançar níveis nunca sonhados, mas excluímos dele as grandes massas que condenamos à miséria. E aí entra o problema dos direitos humanos.
Chamarei de literatura, da maneira mais ampla possível, todas as criações de toque poético, ficcional ou dramático em todos os níveis de uma sociedade, em todos os tipos de cultura, desde o que chamamos folclore, lenda, chiste, até as formas mais complexas e difíceis da produção escrita das grandes civilizações. Vista deste modo, a literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação.
Acabei de focalizar a relação da literatura com os direitos humanos de dois ângulos diferentes. Primeiro, a literatura corresponde a uma necessidade universal que deve ser satisfeita sob pena de mutilar a personalidade, porque, pelo fato de dar forma aos sentimentos e à visão de mundo, ela nos organiza, nos liberta do caos e, portanto, nos humaniza. Negar a fruição da literatura é mutilar a nossa humanidade. Em segundo lugar, a literatura pode ser um instrumento consciente de desmascaramento, pelo fato de focalizar as situações de restrição dos direitos, ou de negação deles. Uma sociedade justa pressupõe o respeito dos direitos humanos, e a fruição da arte e da literatura em todas as modalidades e em todos os níveis é um direito inalienável.
Antonio Candido. Vários Escritos. Rio de Janeiro: Ouro
Sobre Azul, 2011, p. 171 a 193 (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, de Antonio Candido, julgue o item, relativos à teoria literária e à literatura brasileira.
Com proximidade tanto cronológica quanto ideológica do projeto estético do Parnasianismo de Olavo Bilac, a linguagem de Antonio Candido, em Direito à Literatura, revela-se erudita e em defesa da fruição da literatura para que todos tenham direito a textos literários bem escritos e, assim, escrevam melhor.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
O último período do texto é composto por coordenação e subordinação.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
Dado o sentido da palavra “mundo” no texto, é correto afirmar que este vocábulo foi empregado em sentido denotativo.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
A forma verbal “são” concorda em número com o sujeito “as nossas organizações contemporâneas”.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
São admitidas na gramática duas formas de separação silábica para a palavra “necessária”: ne-ces-sá-ria e ne-ces-sá-ri-a.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
A preposição “em” foi empregada em razão da regência do verbo “descubra”.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
No trecho “o que é, o que pensa, o que quer”, o vocábulo “o” corresponde a um pronome demonstrativo.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
O período que forma o segundo parágrafo, que é composto tanto por coordenação quanto por subordinação, apresenta uma oração subordinada adjetiva restritiva.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
Manteria a correção do texto a colocação do pronome “nos” logo após o verbo “modificamos”, da seguinte forma: modificamos-nos.
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Todo ato de escrita pertence a uma prática social. Não se escreve por escrever. A escrita tem um sentido e uma função. Toda a nossa civilização ocidental é regulada pela escrita. Para nós, vale o escrito. Pela escrita, estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz. Pelo texto escrito, modificamos o nosso contexto e nos modificamos simultaneamente.
Assim, a redação escolar, isolada, desvinculada do que o indivíduo realmente pensa, defende e quer compartilhar ou expor ao outro como forma de interação, não pode ser considerada escrita, mas apenas uma forma de demonstração das habilidades gramaticais.
A produção de textos é uma forma de reorganização do pensamento e do universo interior da pessoa. A escrita não é apenas uma oportunidade para que a pessoa mostre, comunique o que sabe, mas também para que descubra o que é, o que pensa, o que quer, em que acredita.
A escrita é muito necessária no mundo moderno, uma vez que as práticas sociais que estruturam as nossas organizações contemporâneas são mediadas por textos escritos. Dependemos da escrita para existir efetivamente e atuar no mundo.
Lucília H. do Carmo Garcez. Técnica de redação: o que é preciso
saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes,
2012, 3.a ed., p. 8-10 (com adaptações).
Com base na estrutura linguística e textual e nas ideias do texto, julgue o item.
O pronome “nos” é um complemento verbal direto do verbo “modificamos”.
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