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Em algumas obras de Platão, como O banquete, O político, Timeu e Fédon , há a presença de mitos. Com relação às características e funções do mito, julgue o item subsequente.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
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Em algumas obras de Platão, como O banquete, O político, Timeu e Fédon , há a presença de mitos. Com relação às características e funções do mito, julgue o item subsequente.
Assim como o discurso filosófico, o mito, nas obras de Platão, é um método para a busca da verdade.
Assim como o discurso filosófico, o mito, nas obras de Platão, é um método para a busca da verdade.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Karl Popper defende a existência de uma objetividade nas ciências sociais, entendendo por isso a presença de elementos psicológicos nas explicações científicas do domínio social.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Para Karl Popper, o método da análise situacional é individualista, logo subjetivista.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Segundo Karl Popper, sendo a análise situacional racional a base de uma ciência social objetiva, isso significará uma racionalidade dessa ciência.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Karl Popper apresenta a crítica com base em elementos empíricos como um dos aspectos centrais da racionalidade nas ciências sociais.
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As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática
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As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática
A partir do texto acima e com relação a conhecimento e linguagem, julgue o item a seguir.
A intuição e a linguagem comum são um bom ponto de partida para o conhecimento, mas não são suficientes para provar um conhecimento científico teórico.
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Corresponde a estrutura da ciência experimental o conhecimento histórico que permite, no século XVII, a emergência da nova física, stricto sensu, à ciência empírica. Tal situação histórica exige que o projeto teórico e o sentido da validade empírica se fundem em uma perspectiva técnica; posteriormente a direção da pesquisa científica estaria vinculada aos interesses do agente da produção. (...) A mecânica de Galileu vê a natureza tendo como referencial o domínio técnico que plantara suas raízes nas novas manufaturas e, por sua vez, sujeito à análise e decomposição do processo do trabalho manual em funções simples. O intento de ajuste do conhecimento às exigências de determinados padrões técnicos levou a visão mecanicista do processo da natureza analogamente ao processo de trabalho estruturado nas empresas manufatureiras.
Jürgen Habermas, Teoria analítica da ciência e dialética (com adaptações).
O autor faz uma crítica ao positivismo científico.
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Corresponde a estrutura da ciência experimental o conhecimento histórico que permite, no século XVII, a emergência da nova física, stricto sensu, à ciência empírica. Tal situação histórica exige que o projeto teórico e o sentido da validade empírica se fundem em uma perspectiva técnica; posteriormente a direção da pesquisa científica estaria vinculada aos interesses do agente da produção. (...) A mecânica de Galileu vê a natureza tendo como referencial o domínio técnico que plantara suas raízes nas novas manufaturas e, por sua vez, sujeito à análise e decomposição do processo do trabalho manual em funções simples. O intento de ajuste do conhecimento às exigências de determinados padrões técnicos levou a visão mecanicista do processo da natureza analogamente ao processo de trabalho estruturado nas empresas manufatureiras.
Jürgen Habermas, Teoria analítica da ciência e dialética (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue os próximos itens.
Para o autor, a ciência é isenta de interesses extracientíficos, portanto pode-se falar em ciência livre de ideologias.
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