Foram encontradas 60 questões.
Um Agente de Suporte de uma Secretaria da Educação explica para seus colegas de equipe, corretamente, que o
Google Sala de Aula
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Na Secretaria da Educação de um Estado, os servidores são orientados a utilizar ferramentas de colaboração
online para otimizar o trabalho em equipe e a gestão de projetos. Um dos principais aplicativos recomendados é o
Google Drive, devido às suas funcionalidades de compartilhamento e edição simultânea de documento. Descreve,
corretamente, uma dessas funcionalidades do Google Drive:
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Em uma planilha Google, em português e funcionando em condições ideais, um Agente de Suporte da Secretaria
da Educação digitou nas células A1 até A7, na sequência, os números 1, 2, 5, 98, 0, 35 e 42. Após executar uma
função de soma condicional cujo critério era somar os números maiores ou iguais a 5, ele obteve o valor 180. A
função executada, corretamente, foi
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- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresRansomware
- Backup e RecuperaçãoConceitos e Fundamentos de Backup
- Backup e RecuperaçãoRestauração de Dados
- GestãoGestão de Continuidade de Negócios
Uma Secretaria da Educação possui um sistema centralizado para a gestão de informações acadêmicas, incluindo
dados de alunos, professores e currículos escolares. Recentemente, essa secretaria foi alvo de um ataque de
ransomware, que criptografou todos os dados do sistema, tornando-os inacessíveis. Felizmente, a secretaria tinha
um plano de backup em vigor.
Nessa situação, a ação mais adequada que a equipe de TI da Secretaria deve tomar é
Nessa situação, a ação mais adequada que a equipe de TI da Secretaria deve tomar é
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Em uma Secretaria da Educação, os professores utilizam o Google Documentos para criar, compartilhar e
colaborar em documentos. Um colaborador está esclarecendo a seus colegas, corretamente, que o Google
Documentos
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A escrita criativa pode ser ensinada?
É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque
se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de
histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas
vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica
automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se
num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em
que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é
um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está
sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria
sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a
escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei
cometendo uma fraude criminosa.
(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer
escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A escrita criativa pode ser ensinada?
É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque
se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de
histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas
vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica
automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se
num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em
que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é
um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está
sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria
sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a
escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei
cometendo uma fraude criminosa.
(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer
escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A escrita criativa pode ser ensinada?
É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque
se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de
histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas
vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica
automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se
num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em
que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é
um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está
sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria
sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a
escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei
cometendo uma fraude criminosa.
(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer
escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
A escrita criativa pode ser ensinada?
É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque
se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de
histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas
vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica
automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se
num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em
que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é
um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está
sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria
sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a
escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei
cometendo uma fraude criminosa.
(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer
escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo
Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente
circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de
carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período
escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém
mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram
sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma
encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos
depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente
familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos
como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade
um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não
conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca,
até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos
num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças
de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.
(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
No trecho, a palavra furtivos pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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