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Foram encontradas 60 questões.

3705004 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.
(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
De acordo com o texto, as relações familiares e as interações no teatro são caracterizadas, respectivamente, como
 

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3705003 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.
(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
A observação das semelhanças entre os membros das famílias de amigos de Thalia, esteticamente, contribui para que o texto
 

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3705002 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.
(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
De acordo com o texto, a influência sobre a percepção de Thalia sugere que a origem familiar:
 

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3705001 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.
(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
No trecho Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral, a expressão “e sim” tem como principal objetivo:
 

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3705000 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
No trecho E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los, a palavra forma classifica-se como
 

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3704999 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
O trecho Que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível sugere que a
 

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3704998 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
De acordo com o texto, as pessoas tendem a desistir antes da partida porque
 

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3704997 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
Com base na análise dos conectivos, assinale a alternativa correta:
 

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3704996 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
De acordo com o texto, Desistir se caracteriza como
 

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3704995 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SEDU-ES
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa unificada pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.
(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
Nos segmentos abaixo, o termo “que” é pronome relativo em:
 

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