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Foram encontradas 60 questões.

986810 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia o texto para responder à questão.

Memorial monta exposição com
grandes nomes das artes brasileiras

da Folha Online

Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
“São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

enunciado 986810-1

(http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)

O texto __________ e a frase colocada abaixo da ilustração é _________ .
 

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986809 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
enunciado 986809-1

Sobre esse texto, pode-se dizer que
 

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986808 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia o texto para responder à questão.

Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.

A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.

Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!

(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
Sobre o poema, é possível dizer que:
 

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986807 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia os textos para responder à questão.

I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.

(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)

II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.

(Veja, 17.06.2009)

III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.

(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
IV. O estudo “Violência e Convivência nas Escolas”, realizado por pesquisadores da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. “Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral”, afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.

(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
Assinale a alternativa que contém trechos de reportagens.
 

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986806 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Em geral, a leitura por prazer associa-se à leitura de literatura. É natural que isso aconteça, pois os textos literários, cada um em seu nível e no nível adequado dos alunos poderão “enganchá-los” com maior probabilidade. Entretanto, também é muito frequente que a leitura de um texto literário seja associada ao trabalho sobre esses textos – questionários de comentário de textos, análise da prosa etc. – que, por outro lado, é totalmente necessário.

(Isabel Solé, Estratégias de leitura, 1998)

Segundo a autora,
 

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986805 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A Edição 204, de agosto de 2007, da revista Nova Escola, publicou uma matéria que tinha por título “Vou alfabetizar todos eles até o fim do ano’‘, para divulgar práticas bem sucedidas de uma professora alfabetizadora.

Leia os comentários transcritos do site da revista a esse respeito, para responder à questão.

Comentário 1

Apesar de essa matéria ser antiga gostaria de compartilhar minha experiência. Trabalho com essa fundamentação didática há alguns anos e traz resultados formidáveis na aprendizagem da leitura e da escrita. ALÉM DE SER DIVERTIDO! Um abraço.
M.S.A.P. Postado em 15/06/2009 23:58:26.

Comentário 2

Parabenizo a professora pela atitude de ensino com as crianças, é um modelo para todos outros educadores, como mãe de um aluno de 1ª série irá ajudar mais ainda no ensino dele, e junto com a professora que está seguindo a mesma meta com os alunos está dando bons resultados. S.H.P.S. . Postado em 15.05.2009 14:20:45.


(http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/vou-alfabetizar-todos-eles-fim-ano-423796.shtml?comments=yes#mostrar Acesso em 03.11.2009)
No comentário 1, minha e há alguns anos referem-se, respectivamente, a
 

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986804 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia o texto para responder à questão.

Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.

A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.

Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!

(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
O título – “Sem barra” – aliado a outros recursos, tais como a repetição enfática do verbo cantar nos versos – “a cigarra canta, / canta o dia inteiro” –, é demonstrativo do seguinte ponto de vista do eu lírico:
 

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986803 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Observe a escrita.

enunciado 986803-1

(Emília Ferreiro. Reflexões sobre alfabetização, 1996)

Segundo Emília Ferreiro, a escrita produzida por essa criança de 6 anos é
 

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986802 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Leia os textos para responder à questão.

I. Um sujeito ao enunciar presume uma espécie de “ritual social da linguagem” implícito, partilhado pelos interlocutores. Em uma instituição escolar, por xemplo, qualquer enunciação produzida por um professor é colocada em um contrato que lhe credita o lugar de detentor do saber: O contrato de fala que o liga ao aluno não lhe permite ser “não-possuidor do saber”.

(Dominique Maingueneau, Novas Tendências em Análise do Discurso. 1997)

II. A professora Jane Maria Nunes, 34 anos, prepara suas aulas à luz de velas e redige a mão cada uma das provas que aplica. A energia elétrica ainda não chegou à escola municipal onde ela leciona, na zona rural de Curralinho, município paraense que fica na Ilha de Marajó. Ali, também faltam água potável, merenda, biblioteca, material didático e até carteiras para os estudantes. “Já tive de dividir lápis ao meio porque não havia o suficiente para todo mundo”, diz a professora. A infraestrutura paupérrima impõe um desafio a mais para Jane.

(Veja, 17.06.2009)

III. UOL Educação - Na sala de aula, você viu alunos como o Zeca (interpretado por Duda Nagle na novela), que causam transtornos?
Silvia Buarque - Vi turmas legais, de jovens interessados. Mas também via professor falando e alunos de costas. E isso não acontece só na sala de aula. São valores, princípios. Acho que esta é uma geração sem limites, assoberbada de informação e não são crianças, de modo geral, educadas para respeitar os mais velhos, os mestres.
UOL Educação - Você leva para a Berê a sua experiência de aluna?
Silvia Buarque - Fui uma aluna até bagunceira, de uma escola experimental. E eu gostava muito de alguns professores. Até escolhi que a Berê desse aula de português por causa de duas professoras que tive.

(Simone Harnik. Atriz sente na pele cotidiano de professor. www.educacao.uol.com.br/ultnot/2009/03/17/ult105u7733.jhtm. Acesso em 17/03/2009. Adaptado)
IV. O estudo “Violência e Convivência nas Escolas”, realizado por pesquisadores da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), aponta que mais de 60% dos docentes entrevistados têm certeza de que seus alunos vão abandonar os estudos para trabalhar. Além disso, só 15% dos professores acreditam que eles vão terminar o ensino médio e encontrar um bom emprego. “Na verdade, essa visão replica o que acontece na sociedade. Essa falta de crença no aluno é a mesma falta de crença e de compreensão que cerca o jovem de forma geral”, afirma a autora do estudo, Miriam Abramovay.

(O Estado de S.Paulo, 14.07.2009 – Professor não crê no êxito dos alunos, indica pesquisa)
Para argumentar sobre a necessidade de o professor realizar permanentemente atividades de atualização e de formação profissional, deve-se selecionar somente o(s) texto(s)
 

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986801 Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Considere a seqüência de paisagens do porto do Rio de Janeiro para responder à questão.

enunciado 986801-1
Considere as afirmações relacionadas à sequência das paisagens.

I. Em 1608, o meio natural é predominante. A ocupação do espaço, na forma de um pequeno porto, deve-se às condições naturais favoráveis a essa finalidade.
II. A transformação da paisagem que se percebe entre 1608 e 1808 é produto da atividade comercial, evidenciada pelos vários navios no porto, e que impulsionou a expansão urbana.
III. Entre 1808 e 1930, é nítida na paisagem urbana a mudança econômica: a atividade comercial cede lugar à indústria, evidenciada nos vários edifícios próximos ao antigo porto.
IV. Em 2008, percebe-se que a atividade industrial permanece como o centro da economia, moldando a paisagem urbana com galpões industriais e fazendo desaparecer a área portuária.

Está correto que se afirma apenas em
 

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